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🔥 FLEXÃO DE JOELHO PÓS-CIRURGIA (LCA/MENISCO)

A literatura mais recente reforça 3 pilares fundamentais na reabilitação:

1️⃣ Extensão total precoce – prioridade absoluta. A perda de extensão está diretamente ligada a risco de artrofibrose e piores desfechos funcionais.

2️⃣ Flexão progressiva e criterial – deve avançar conforme tolerância de dor e derrame, geralmente 10–15° por semana. Incluir flexão profunda de forma gradual é seguro após a fase inicial de proteção.

3️⃣ Controle de carga – iniciar apoio de peso e exercícios funcionais de forma precoce, mas sempre guiado por critérios objetivos (ausência de dor, derrame controlado, marcha sem claudicação).

⚠️ Em casos de reparo meniscal, as restrições de ADM e apoio variam conforme o tipo de lesão, mas o consenso atual é avançar por critérios clínicos e não apenas por tempo fixo.

💡 Em resumo: recuperar extensão cedo, progredir flexão de forma guiada, individualizar pela resposta clínica e respeitar o tipo de intervenção realizada. Essa abordagem reduz complicações e acelera o retorno ao esporte.
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Dados recentes mostram que programas de aquecimento que incluem mobilidade ativa, ativação de core e exercícios neuromusculares reduzem lesões de membros inferiores em até 36 % em praticantes jovens, melhoram a amplitude de movimento, a estabilidade postural e preparam física e mentalmente para as demandas do jogo. Incorporar aquecimento dinâmico, ativação de core + cintura escapular e exercícios reativos não é opcional é comprovadamente eficaz para desempenho + prevenção.
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⚡️STIFFNESS: QUALIDADE DIFERENCIAL DA ROBUSTEZ ATLÉTICA ⚡️

Na preparação física de um atleta, podemos destacar três objetivos centrais:
1️⃣ Estar disponível o maior tempo possível para competir.
2️⃣ Extrair o máximo rendimento do corpo dentro de campo.
3️⃣ Sentir-se “fresco” e apto durante o jogo.

👉 Para alcançar esse nível de robustez, treinar a rigidez muscular (stiffness) é essencial.

🔹 Por que é importante?
O aumento da rigidez, especialmente na articulação do tornozelo, ajuda a reduzir sobrecargas na cadeia posterior (como sóleo e gastrocnêmio), melhora a eficiência na aplicação de força e potencializa a performance em ações rápidas.

🔹 Fatores que influenciam o stiffness:
• Não é um conceito isolado — depende de variáveis como força e velocidade de estiramento.
• Deve ser inserido como bloco de treino, seja em sessões de campo ou academia.

🔹 Como treinar o stiffness:
Pliometria (interna e externa): saltos, rebotes, contatos rápidos com o solo.
Exercícios excêntricos: foco no controle da fase de descida.
Trabalho de reatividade: aplicação rápida e eficiente de força contra o solo.
Estabilidade articular: fundamental para robustecer o tornozelo e prevenir lesões.

Atletas com maior rigidez muscular conseguem absorver e devolver energia com mais eficiência, tornando-se mais resistentes, mais rápidos e menos suscetíveis a lesões.
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DICA DO DIA ⬆️
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