"O planejador libertário deve lembrar também que as cidades são construídas para os cidadãos, e as casas e edifícios não serão habitados, nem por cifras, mas por seres humanos, com sensações e sentimentos, e que esses seres humanos serão infelizes a menos que possam expressar-se livremente em seu ambiente. Pois é da felicidade pessoal de que a sociedade depende em última instância e coletivamente.”