XXXIII - IsmΓ‘lia
Quando IsmΓ‘lia enlouqueceu,
PΓ΄s-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no cΓ©u,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao cΓ©u,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pΓ΄s-se a cantar...
Estava perto do cΓ©u,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do cΓ©u,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao cΓ©u,
Seu corpo desceu ao mar...
Publicado no livro Pastoral aos crentes do amor e da morte: livro lΓrico do poeta Alphonsus de Guimaraens (1923).
Quando IsmΓ‘lia enlouqueceu,
PΓ΄s-se na torre a sonhar...
Viu uma lua no cΓ©u,
Viu outra lua no mar.
No sonho em que se perdeu,
Banhou-se toda em luar...
Queria subir ao cΓ©u,
Queria descer ao mar...
E, no desvario seu,
Na torre pΓ΄s-se a cantar...
Estava perto do cΓ©u,
Estava longe do mar...
E como um anjo pendeu
As asas para voar...
Queria a lua do cΓ©u,
Queria a lua do mar...
As asas que Deus lhe deu
Ruflaram de par em par...
Sua alma subiu ao cΓ©u,
Seu corpo desceu ao mar...
Publicado no livro Pastoral aos crentes do amor e da morte: livro lΓrico do poeta Alphonsus de Guimaraens (1923).
β€3
Pegando o entusiasmo do novo filme do Nolan .
TΓ‘ aΓ um spoiler de 3000 anosNa casa amarela
Alegre e singela
SΓ³ paz hΓ‘ de ter.
Pra ver a ruela
Abre-se a janela
No amanhecer.
Na casa amarela
Sempre Γ© primavera
Γ bonito de ver.
Com o brilho das flores
NΓ£o hΓ‘ dissabores
Que lΓ‘ possa haver.
Na casa amarela
Tem uma capela
Pra se agradecer.
A vida Γ© tΓ£o bela
NΓ£o hΓ‘ o que pedir
Nem o que temer.
Na casa amarela
Tem grama verdinha
E o mais puro ar.
HΓ‘ quem acredite
Que naquela casa
Nada hΓ‘ de faltar.
Na casa amarela
Amor e riquezas
NΓ£o irΓ£o minguar.
Γ tudo perfeito
NΓ£o se vΓͺ defeito
Quem hΓ‘ de habitar?
SerΓ‘ Cinderela?
Nos contos de fadas
Ela hΓ‘ de ficar.
Claudia Casagrande
Alegre e singela
SΓ³ paz hΓ‘ de ter.
Pra ver a ruela
Abre-se a janela
No amanhecer.
Na casa amarela
Sempre Γ© primavera
Γ bonito de ver.
Com o brilho das flores
NΓ£o hΓ‘ dissabores
Que lΓ‘ possa haver.
Na casa amarela
Tem uma capela
Pra se agradecer.
A vida Γ© tΓ£o bela
NΓ£o hΓ‘ o que pedir
Nem o que temer.
Na casa amarela
Tem grama verdinha
E o mais puro ar.
HΓ‘ quem acredite
Que naquela casa
Nada hΓ‘ de faltar.
Na casa amarela
Amor e riquezas
NΓ£o irΓ£o minguar.
Γ tudo perfeito
NΓ£o se vΓͺ defeito
Quem hΓ‘ de habitar?
SerΓ‘ Cinderela?
Nos contos de fadas
Ela hΓ‘ de ficar.
Claudia Casagrande
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