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β€1π’1
O Noivo Eterno. Pintura de Carl Spitzweg (1808 β 1885). Em "O Noivo Eterno", Carl Spitzweg apresenta uma cena encantadora e sutilmente irΓ΄nica de persistΓͺncia romΓ’ntica, ambientada em uma cidade antiga, ensolarada e pitoresca. Um pretendente bem-vestido curva-se teatralmente ao oferecer flores a uma jovem, que responde com uma hesitaΓ§Γ£o educada, enquanto curiosos observam pelas janelas e portas acima. Executada com o calor e o humor narrativo caracterΓsticos de Spitzweg, a pintura combina detalhes arquitetΓ΄nicos meticulosos com um humor sutil, transformando um namoro cotidiano em um comentΓ‘rio leve sobre o amor, a saudade e as fraquezas humanas.
Vortexπ πΉ
Vortex
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β€2π₯°1
A Bela Dama Sem Piedade
John Keats (1795--1821).
Oh! O que pode estar perturbando vocΓͺ, Cavaleiro em armas,
Sozinho, pΓ‘lido e vagarosamente passando?
As sebes tem secado Γ s margens do lago,
E nenhum pΓ‘ssaro canta.
Oh! O que pode estar perturbando vocΓͺ, Cavaleiro em armas?
Sua face mostra sofrimento e dor.
A toca do esquilo estΓ‘ farta,
E a colheita estΓ‘ feita.
Eu vejo uma flor em sua fronte,
Γmida de angΓΊstia e de febril orvalho,
E em sua face uma rosa sem brilho e frescor
Rapidamente desvanescendo tambΓ©m.
Eu encontrei uma dama nos campos,
TΓ£o linda... uma jovem fada,
Seu cabelo era longo e seus passos tΓ£o leves,
E selvagens eram seus olhos.
Eu fiz uma guirlanda para sua cabeΓ§a,
E braceletes tambΓ©m, e perfumes em volta;
Ela olhou para mim como se amasse,
E suspirou docemente.
Eu a coloquei sobre meu cavalo e segui,
E nada mais vi durante todo o dia,
Pelos caminhos ela me abraΓ§ou, e cantava
Uma canΓ§Γ£o de fadas.
Ela encontrou para mim raΓzes de doce alΓvio,
mel selvagem e orvalho da manhΓ£,
E em uma estranha linguagem ela disse...
"Verdadeiramente eu te amo."
Ela me levou para sua caverna de fada,
E lΓ‘ ela chorou e soluΓ§ou dolorosamente,
E lΓ‘ eu fechei seus selvagens olhos
Com quatro beijos.
Ela ela cantou docemente para que eu dormisse
E lΓ‘ eu sonhei...Ah! tΓ£o sofridamente!
O ΓΊltimo dos sonhos que eu sempre sonhei
Nesta fria borda da colina.
Eu vi pΓ‘lidos reis e tambΓ©m prΓncipes,
PΓ‘lidos guerreiros, de uma mortal palidez todos eles eram;
Eles gritaram..."A Bela Dama sem Piedade
Tem vocΓͺ escravizado!"
Eu vi seus lΓ‘bios famintos e sombrios,
Abertos em horrΓveis avisos,
E eu acordei e me encontrei aqui,
Nesta fria borda da colina.
E este Γ© o motivo pelo qual permaneΓ§o aqui
Sozinho e vagarosamente passando,
Descuidadamente atravΓ©s das sebes Γ s margens do lago,
E nenhum pΓ‘ssaro canta.
TraduΓ§Γ£o: Izabella Drumond
John Keats (1795--1821).
Oh! O que pode estar perturbando vocΓͺ, Cavaleiro em armas,
Sozinho, pΓ‘lido e vagarosamente passando?
As sebes tem secado Γ s margens do lago,
E nenhum pΓ‘ssaro canta.
Oh! O que pode estar perturbando vocΓͺ, Cavaleiro em armas?
Sua face mostra sofrimento e dor.
A toca do esquilo estΓ‘ farta,
E a colheita estΓ‘ feita.
Eu vejo uma flor em sua fronte,
Γmida de angΓΊstia e de febril orvalho,
E em sua face uma rosa sem brilho e frescor
Rapidamente desvanescendo tambΓ©m.
Eu encontrei uma dama nos campos,
TΓ£o linda... uma jovem fada,
Seu cabelo era longo e seus passos tΓ£o leves,
E selvagens eram seus olhos.
Eu fiz uma guirlanda para sua cabeΓ§a,
E braceletes tambΓ©m, e perfumes em volta;
Ela olhou para mim como se amasse,
E suspirou docemente.
Eu a coloquei sobre meu cavalo e segui,
E nada mais vi durante todo o dia,
Pelos caminhos ela me abraΓ§ou, e cantava
Uma canΓ§Γ£o de fadas.
Ela encontrou para mim raΓzes de doce alΓvio,
mel selvagem e orvalho da manhΓ£,
E em uma estranha linguagem ela disse...
"Verdadeiramente eu te amo."
Ela me levou para sua caverna de fada,
E lΓ‘ ela chorou e soluΓ§ou dolorosamente,
E lΓ‘ eu fechei seus selvagens olhos
Com quatro beijos.
Ela ela cantou docemente para que eu dormisse
E lΓ‘ eu sonhei...Ah! tΓ£o sofridamente!
O ΓΊltimo dos sonhos que eu sempre sonhei
Nesta fria borda da colina.
Eu vi pΓ‘lidos reis e tambΓ©m prΓncipes,
PΓ‘lidos guerreiros, de uma mortal palidez todos eles eram;
Eles gritaram..."A Bela Dama sem Piedade
Tem vocΓͺ escravizado!"
Eu vi seus lΓ‘bios famintos e sombrios,
Abertos em horrΓveis avisos,
E eu acordei e me encontrei aqui,
Nesta fria borda da colina.
E este Γ© o motivo pelo qual permaneΓ§o aqui
Sozinho e vagarosamente passando,
Descuidadamente atravΓ©s das sebes Γ s margens do lago,
E nenhum pΓ‘ssaro canta.
TraduΓ§Γ£o: Izabella Drumond
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