Adeline Ravoux, 1890
por van Gogh
Nesta pintura, van Gogh captura a essΓͺncia de Adeline Ravoux, uma jovem que trabalhava na estalagem Ravoux, onde o artista ficou durante seu tempo em Auvers-sur-Oise. O uso da cor e da pincelada transmite uma sensaΓ§Γ£o de intimidade e vulnerabilidade na figura. Gogh adiciona textura e profundidade ao retrato.
"Adeline Ravoux" Γ© um testemunho da capacidade de van Gogh de infundir seus retratos com profunda emoΓ§Γ£o e humanidade. Permanece uma peΓ§a valiosa no Museu de Arte de Cleveland, nos EUA, oferecendo aos espectadores um vislumbre comovente da conexΓ£o do artista com seus sujeitos e seu domΓnio do meio..
Vortexπ
por van Gogh
Nesta pintura, van Gogh captura a essΓͺncia de Adeline Ravoux, uma jovem que trabalhava na estalagem Ravoux, onde o artista ficou durante seu tempo em Auvers-sur-Oise. O uso da cor e da pincelada transmite uma sensaΓ§Γ£o de intimidade e vulnerabilidade na figura. Gogh adiciona textura e profundidade ao retrato.
"Adeline Ravoux" Γ© um testemunho da capacidade de van Gogh de infundir seus retratos com profunda emoΓ§Γ£o e humanidade. Permanece uma peΓ§a valiosa no Museu de Arte de Cleveland, nos EUA, oferecendo aos espectadores um vislumbre comovente da conexΓ£o do artista com seus sujeitos e seu domΓnio do meio..
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"A RessurreiΓ§Γ£o", do artista italiano Luca Giordano, criada por volta de 1665.
Do seio frio da terra, onde a sombra habitava,
Um clarΓ£o rompe o silΓͺncio:Γ© a Vida que se levanta.
NΓ£o mais o cΓ‘rcere de pedra,o sudΓ‘rio morto,
Mas a carne gloriosa,em luz banhada.
Ele surge, e o tΓΊmulo Γ© um leito de espanto.
Em torno,soldados, como folhas ao vento
Caem,vencidos pelo assombro divino,
Seus rostos sΓ£o espelhos do mistΓ©rio que os despedaΓ§a.
Eis o divino contraste: a treva e o ouro,
O humano que se espanta,o Eterno que ressurge.
Γ o claro-escuro a cantar a batalha da morte,
Vencida pelo movimento que danΓ§a nas nuvens.
Ele sobe, e o cΓ©u abre seu manto de luz,
Nas nuvens iluminadas do Prado,agora morada
Deste instante eterno,onde a FΓ© Γ© pintura,
E a RessurreiΓ§Γ£o Γ© um poema que Giordano nos conta.
Vortexπ
Do seio frio da terra, onde a sombra habitava,
Um clarΓ£o rompe o silΓͺncio:Γ© a Vida que se levanta.
NΓ£o mais o cΓ‘rcere de pedra,o sudΓ‘rio morto,
Mas a carne gloriosa,em luz banhada.
Ele surge, e o tΓΊmulo Γ© um leito de espanto.
Em torno,soldados, como folhas ao vento
Caem,vencidos pelo assombro divino,
Seus rostos sΓ£o espelhos do mistΓ©rio que os despedaΓ§a.
Eis o divino contraste: a treva e o ouro,
O humano que se espanta,o Eterno que ressurge.
Γ o claro-escuro a cantar a batalha da morte,
Vencida pelo movimento que danΓ§a nas nuvens.
Ele sobe, e o cΓ©u abre seu manto de luz,
Nas nuvens iluminadas do Prado,agora morada
Deste instante eterno,onde a FΓ© Γ© pintura,
E a RessurreiΓ§Γ£o Γ© um poema que Giordano nos conta.
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