Minerais estratégicos, a TRANSIÇÃO ENERGÉTICA e a GEOPOLÍTICA:
Editado a partir dos debates da sessão plenária da Cimeira do T20-G20 intitulada «Minerais Verdes para a Transição Global: Impulsionando o Crescimento Económico, a Inclusão e a Segurança Comunitária» publicado por "El Sol De México" no dia 27 de novembro de 2025 sob titulo "Fausto Carbajal é fonte", selecionado pela ADESG, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, para o Boletim deste mês.
👁️👃👁️
O lítio, o cobalto, o cobre e as terras raras são o petróleo do século XXI e a sua concentração geográfica é ainda mais pronunciada do que a do "ouro negro".
Os países desenvolvidos temem uma nova dependência energética, muito pior da dos que detêm o petróleo ou o gás: uma dúzia de minerais essenciais para a transição energética e tecnológica multiplica as vulnerabilidades.
Sem garantia de segurança no abastecimento, as disputas pelos recursos estratégicos ficarão piores/violentas.
O paradoxo ameaça repetir os erros do passado.
Os países que possuem minerais críticos – fundamentais para a pretensa transição energética – precisam desenvolver as suas capacidades industriais para evitar o extrativismo imposto, como sempre foi, agora a pretexto de ação climática.
Há décadas, os países produtores sofrem porque os seus minerais saem como matéria-prima e voltam como produtos inúmeras vezes mais caros: o Chile exporta lítio e compra baterias; o Congo extrai cobalto, e nada fabrica com ele.
O Brasil é o pais é o mais rico do mundo, fato escondido pela hipnose em massa, enquanto somos lesados em cerca de meio bilhão diário.
😱
Só o Brasil exporta as ligas de nióbio (NB). A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) monopoliza o mercado mundial. Detemos 98% das reservas de nióbio; no Canadá, há 1,5%, mas, além de difícil de minerar, decidiram parar de exportar; os restantes 0,5% ficam entre República Democrática do Congo, Moçambique, Nigéria, Ruanda e Austrália.
Na Bolsa de Metais de Londres, é cotado a 500 dólares o kg e, contudo, de Araxá/MG, a CBMM exporta as ligas de Nióbio a 48 dólares o kg para as suas filiais, nos 5 continentes, de onde revende a preços vinte vezes maior: 2 mil dólares o kg da liga 718 (Tântalo, Nióbio e Zircônio), o material para as turbinas supersônicas.
Só essa treta subtrai, anualmente, mais de cem bilhões de dólares.
Cada brasileiro poderia dispor de meio bilhão por ano.
🤖
Como a IA, a impressão 3D, etc, permitem construir estruturas, cultivar alimentos e criar animais de abate de forma automatizada, tornaram-se desnecessários os grandes contingentes de trabalhadores dos séculos anteriores.
Assim, para evitar perderem o controle, a chamada Agenda 2030 faz de tudo para reduzir a população a menos de 10% da atual porque, rarefeita, não terá força para se revoltar.
Saiba mais na análise em https://bit.ly/farsaeleitoral
👀
Para conciliar a tensão, querem impor uma abordagem lenta em três fases:
Na primeira (2025-30), seguiria o abastecimento dos minerais com o mero compromissos dos países consumidores, apenas prometendo investir em infraestrutura de processamento, transferir tecnologia e estabelecer programas de capacitação técnica aos países fornecedores.
Só depois de 2030, no que seria a segunda fase, haveria o processamento local e estruturas tarifárias preferenciais, favorecendo produtos com maior valor agregado dos países produtores.
Na terceira fase, 2040-50, os países produtores teriam desenvolvido cadeias de valor completas, desde a mineração até a manufatura avançada.
🇺🇳
Obviamente, sendo eficaz o plano de eliminar 90% da população e escravizar o restante, os ditadores dissimulados da Agenda 2030 farão que quiserem, porque o povo não terá chance de voz ativa.
A questão não é se devemos agir rapidamente ou equitativamente — devemos fazer as duas coisas.
Os Estados Unidos, a China, a Rússia, o Reino Unido e o Japão precisam desses minerais para os seus objetivos tecnológicos. A América Latina, África e partes da Ásia possuem esses minerais e precisamos aprender a os industrializar.
Editado a partir dos debates da sessão plenária da Cimeira do T20-G20 intitulada «Minerais Verdes para a Transição Global: Impulsionando o Crescimento Económico, a Inclusão e a Segurança Comunitária» publicado por "El Sol De México" no dia 27 de novembro de 2025 sob titulo "Fausto Carbajal é fonte", selecionado pela ADESG, Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, para o Boletim deste mês.
👁️👃👁️
O lítio, o cobalto, o cobre e as terras raras são o petróleo do século XXI e a sua concentração geográfica é ainda mais pronunciada do que a do "ouro negro".
Os países desenvolvidos temem uma nova dependência energética, muito pior da dos que detêm o petróleo ou o gás: uma dúzia de minerais essenciais para a transição energética e tecnológica multiplica as vulnerabilidades.
Sem garantia de segurança no abastecimento, as disputas pelos recursos estratégicos ficarão piores/violentas.
O paradoxo ameaça repetir os erros do passado.
Os países que possuem minerais críticos – fundamentais para a pretensa transição energética – precisam desenvolver as suas capacidades industriais para evitar o extrativismo imposto, como sempre foi, agora a pretexto de ação climática.
Há décadas, os países produtores sofrem porque os seus minerais saem como matéria-prima e voltam como produtos inúmeras vezes mais caros: o Chile exporta lítio e compra baterias; o Congo extrai cobalto, e nada fabrica com ele.
O Brasil é o pais é o mais rico do mundo, fato escondido pela hipnose em massa, enquanto somos lesados em cerca de meio bilhão diário.
😱
Só o Brasil exporta as ligas de nióbio (NB). A Companhia Brasileira de Metalurgia e Mineração (CBMM) monopoliza o mercado mundial. Detemos 98% das reservas de nióbio; no Canadá, há 1,5%, mas, além de difícil de minerar, decidiram parar de exportar; os restantes 0,5% ficam entre República Democrática do Congo, Moçambique, Nigéria, Ruanda e Austrália.
Na Bolsa de Metais de Londres, é cotado a 500 dólares o kg e, contudo, de Araxá/MG, a CBMM exporta as ligas de Nióbio a 48 dólares o kg para as suas filiais, nos 5 continentes, de onde revende a preços vinte vezes maior: 2 mil dólares o kg da liga 718 (Tântalo, Nióbio e Zircônio), o material para as turbinas supersônicas.
Só essa treta subtrai, anualmente, mais de cem bilhões de dólares.
Cada brasileiro poderia dispor de meio bilhão por ano.
🤖
Como a IA, a impressão 3D, etc, permitem construir estruturas, cultivar alimentos e criar animais de abate de forma automatizada, tornaram-se desnecessários os grandes contingentes de trabalhadores dos séculos anteriores.
Assim, para evitar perderem o controle, a chamada Agenda 2030 faz de tudo para reduzir a população a menos de 10% da atual porque, rarefeita, não terá força para se revoltar.
Saiba mais na análise em https://bit.ly/farsaeleitoral
👀
Para conciliar a tensão, querem impor uma abordagem lenta em três fases:
Na primeira (2025-30), seguiria o abastecimento dos minerais com o mero compromissos dos países consumidores, apenas prometendo investir em infraestrutura de processamento, transferir tecnologia e estabelecer programas de capacitação técnica aos países fornecedores.
Só depois de 2030, no que seria a segunda fase, haveria o processamento local e estruturas tarifárias preferenciais, favorecendo produtos com maior valor agregado dos países produtores.
Na terceira fase, 2040-50, os países produtores teriam desenvolvido cadeias de valor completas, desde a mineração até a manufatura avançada.
🇺🇳
Obviamente, sendo eficaz o plano de eliminar 90% da população e escravizar o restante, os ditadores dissimulados da Agenda 2030 farão que quiserem, porque o povo não terá chance de voz ativa.
A questão não é se devemos agir rapidamente ou equitativamente — devemos fazer as duas coisas.
Os Estados Unidos, a China, a Rússia, o Reino Unido e o Japão precisam desses minerais para os seus objetivos tecnológicos. A América Latina, África e partes da Ásia possuem esses minerais e precisamos aprender a os industrializar.
Fim da análise em https://t.me/Prof_Padilla/656
👇Os minerais críticos estão sob os nossos pés.
A questão é como construir um futuro de liberdade e desenvolvimento do ser humano lidando com ditadora dissimulada e os planos dentro de planos?
_____________________
Fausto Carbajal é Consultor em risco político e segurança. Internacionalista pela UIA, mestre em Estudos de Guerra pelo King's College London e graduado em Estratégia e Política de Defesa pelo Centro de Estudos Hemisféricos William Perry, sediado em Washington, D.C. e fundado em 1997.👀
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Professor PADilla🇧🇷 Verdade Verdadeiramente Verdadeira
Minerais estratégicos, a TRANSIÇÃO ENERGÉTICA e a GEOPOLÍTICA:
Editado a partir dos debates da sessão plenária da Cimeira do T20-G20 intitulada «Minerais Verdes para a Transição Global: Impulsionando o Crescimento Económico, a Inclusão e a Segurança Comunitária»…
Editado a partir dos debates da sessão plenária da Cimeira do T20-G20 intitulada «Minerais Verdes para a Transição Global: Impulsionando o Crescimento Económico, a Inclusão e a Segurança Comunitária»…
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Agenda 2030 é ostensiva em querer "reduzir" a população a 10% da atual.
Querem matar bilhões?
Saiba mais em https://bit.ly/5guerra
Querem matar bilhões?
Saiba mais em https://bit.ly/5guerra
Media is too big
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Mudanças nas regras do Karate Esporte para 2026 e o novo logo da WKF, World Karate Federation.
Novas regras a partir de 1º de janeiro de 2026:
A maioria das alterações são
atualização do texto e harmonização entre os documentos de cada tipo de evento e o regulamento oficial. Contudo, há inovações importantes destacadas a seguir:
Novas regras a partir de 1º de janeiro de 2026:
A maioria das alterações são
atualização do texto e harmonização entre os documentos de cada tipo de evento e o regulamento oficial. Contudo, há inovações importantes destacadas a seguir:
Mudanças nas regras do Karate Esporte para 2026 e o novo logo da WKF, World Karate Federation.
Novas regras a partir de 1º de janeiro de 2026:
A maioria das alterações são atualização do texto e harmonização entre os documentos de cada tipo de evento e o regulamento oficial. Contudo, há inovações importantes:
Novo sistema para as competições de Kata onde o vencedor de uma disputa ou apresentação será quem tiver mais votos. Os pontos ainda serão atribuídos por cada árbitro, contudo, não haverá somatória de pontos. Acaba o problema de quando, devido a pontuações muito altas ou baixas de um árbitro, poderia perder quem detinha a preferência da maioria dos juízes.
Teatralidade no Kata:
Para preservar a essência do kata, foram realizadas mudanças para evitar exageros desnecessários na apresentação. Os atletas deverão anunciar claramente o nome do kata, executar o kiai corretamente, em vez de apenas gritar, e podem ser desclassificados se repetirem gestos teatrais de forma evidente e contínua, tais como bater os pés, estapear o peito, braços ou karategi, ou fazer expiração inadequada.
Uniforme e equipamentos de proteção:
O karategi não pode ser modificado ou manipulado para alterar seu formato original.
Se chegar ao tatame com a barra engomada ou o peito inflado, poderá ser
solicitado a corrigir, como em qualquer outra irregularidade no uniforme.
Óculos esportivos de grau passam a ser permitidos em competições de Kata.
Pontuação sobre o adversário caído:
Apenas técnicas de mão serem permitidas
contra um adversário no chão: Chutar um oponente caído passa a ser falta.
Aplicação de todos os critérios de pontuação:
Há algum tempo, o critério de manter a atenção no adversário após realizar uma
técnica tem sido frequentemente negligenciado. Agora, a importância desse
critério será reforçada. Se virar após um golpe, ou cair depois de um chute, não receberá pontos!
Toque leve em todas as categorias de Kumite:
O chamado “toque leve”, skin touch, encostar sem transferir energia para o alvo, seja na cabeça ou no capacete, será permitido em todas as categorias oficiais de kumite. Implica que os organizadores exijam o uso do capacete de proteção para atletas menores de 14 anos, que continuarão recebendo pontuação por técnicas de mão a até 5 cm do alvo e de pé a até 10 cm de distância.
Simplificação do Jogai:
Se, após pontuar, sair da
área, não é Jogai. Caso o adversário pontue enquanto o atleta está fora, não será aplicada a penalização de Jogai, apenas o ponto.
Revisão em vídeo:
Ao solicitar a revisão em vídeo, o técnico deverá usar o botão correspondente à
pontuação desejada (1, 2 ou 3 pontos), e o Árbitro responsável pela revisão
analisará apenas o lance indicado.
Kumite por Equipes Mistas:
Embora não faça parte do programa oficial da WKF, várias Federações Nacionais organizaram competições de Kumite por equipes mistas. Por isso, WKF inclui
orientações nas regras de competição. As equipes devem ter a mesma quantidade de atletas de cada gênero, com as lutas alternando entre gêneros. O sorteio definirá qual gênero inicia. As equipes podem ser 2 + 2 sem categorias de peso ou 3 + 3 com categorias de peso, como nas competições multiesportivas.
Para Karate:
Nesta fase, as regras do Para Karate permanecem praticamente as mesmas. Para atletas da categoria K10 (com deficiência visual), agora será motivo de desclassificação se a venda se deslocar e deixar um ou ambos os olhos parcialmente ou totalmente descobertos durante a apresentação. Foi revisada a definição de falta por perda de equilíbrio em comparação com quedas, ambas podendo resultar em desclassificação.
✍️
Editado do BOLETIM de REGRAS de COMPETIÇÃO WKF de Gunnar Nordahl, Presidente da Comissão de Regras da WKF & Ranking Mundial.
Novas regras a partir de 1º de janeiro de 2026:
A maioria das alterações são atualização do texto e harmonização entre os documentos de cada tipo de evento e o regulamento oficial. Contudo, há inovações importantes:
Novo sistema para as competições de Kata onde o vencedor de uma disputa ou apresentação será quem tiver mais votos. Os pontos ainda serão atribuídos por cada árbitro, contudo, não haverá somatória de pontos. Acaba o problema de quando, devido a pontuações muito altas ou baixas de um árbitro, poderia perder quem detinha a preferência da maioria dos juízes.
Teatralidade no Kata:
Para preservar a essência do kata, foram realizadas mudanças para evitar exageros desnecessários na apresentação. Os atletas deverão anunciar claramente o nome do kata, executar o kiai corretamente, em vez de apenas gritar, e podem ser desclassificados se repetirem gestos teatrais de forma evidente e contínua, tais como bater os pés, estapear o peito, braços ou karategi, ou fazer expiração inadequada.
Uniforme e equipamentos de proteção:
O karategi não pode ser modificado ou manipulado para alterar seu formato original.
Se chegar ao tatame com a barra engomada ou o peito inflado, poderá ser
solicitado a corrigir, como em qualquer outra irregularidade no uniforme.
Óculos esportivos de grau passam a ser permitidos em competições de Kata.
Pontuação sobre o adversário caído:
Apenas técnicas de mão serem permitidas
contra um adversário no chão: Chutar um oponente caído passa a ser falta.
Aplicação de todos os critérios de pontuação:
Há algum tempo, o critério de manter a atenção no adversário após realizar uma
técnica tem sido frequentemente negligenciado. Agora, a importância desse
critério será reforçada. Se virar após um golpe, ou cair depois de um chute, não receberá pontos!
Toque leve em todas as categorias de Kumite:
O chamado “toque leve”, skin touch, encostar sem transferir energia para o alvo, seja na cabeça ou no capacete, será permitido em todas as categorias oficiais de kumite. Implica que os organizadores exijam o uso do capacete de proteção para atletas menores de 14 anos, que continuarão recebendo pontuação por técnicas de mão a até 5 cm do alvo e de pé a até 10 cm de distância.
Simplificação do Jogai:
Se, após pontuar, sair da
área, não é Jogai. Caso o adversário pontue enquanto o atleta está fora, não será aplicada a penalização de Jogai, apenas o ponto.
Revisão em vídeo:
Ao solicitar a revisão em vídeo, o técnico deverá usar o botão correspondente à
pontuação desejada (1, 2 ou 3 pontos), e o Árbitro responsável pela revisão
analisará apenas o lance indicado.
Kumite por Equipes Mistas:
Embora não faça parte do programa oficial da WKF, várias Federações Nacionais organizaram competições de Kumite por equipes mistas. Por isso, WKF inclui
orientações nas regras de competição. As equipes devem ter a mesma quantidade de atletas de cada gênero, com as lutas alternando entre gêneros. O sorteio definirá qual gênero inicia. As equipes podem ser 2 + 2 sem categorias de peso ou 3 + 3 com categorias de peso, como nas competições multiesportivas.
Para Karate:
Nesta fase, as regras do Para Karate permanecem praticamente as mesmas. Para atletas da categoria K10 (com deficiência visual), agora será motivo de desclassificação se a venda se deslocar e deixar um ou ambos os olhos parcialmente ou totalmente descobertos durante a apresentação. Foi revisada a definição de falta por perda de equilíbrio em comparação com quedas, ambas podendo resultar em desclassificação.
✍️
Editado do BOLETIM de REGRAS de COMPETIÇÃO WKF de Gunnar Nordahl, Presidente da Comissão de Regras da WKF & Ranking Mundial.
Conhecias esta versão de O Profeta, na tradução de Manssur Chalita e com a primorosa voz de Toni Luna?
🎄🎅🏻🪅
Boas Festas!
🎄🎅🏻🪅
Boas Festas!