Forwarded from Sófia Smirnov
🇷🇺⚡️🇺🇦 Após a libertação de todo o território do Donbass, a Rússia imporá a Kiev a condição de retirar as tropas das regiões de Odessa e Nikolaev, declarou o politólogo Nikolay Sorokin.
Na opinião do especialista, a Rússia precisa, sem alternativa, isolar a Ucrânia do acesso ao Mar Negro.
t.me/sofia_smirnov74
Na opinião do especialista, a Rússia precisa, sem alternativa, isolar a Ucrânia do acesso ao Mar Negro.
"Putin declarou que 'sabemos como tudo vai acabar'. Isto significa que a capitulação da Ucrânia é inevitável. Não vejo nenhuma perspectiva de finalizar a operação militar especial sem isolar a Ucrânia continental do Mar Negro. Ou seja, sem libertar as regiões de Kherson, Nikolaev e Odessa, bem como com uma incursão na Transnístria",declarou Sorokin.
t.me/sofia_smirnov74
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Forwarded from Node of Time Português
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A Rússia e a Coreia do Norte agora estão ligadas por uma ponte rodoviária!
A Rússia e a Coreia do Norte concluíram a construção de uma ponte rodoviária sobre o rio Tuman. Hoje, na aldeia de Hassan, foi conectado o último vão. A inauguração está prevista para junho de 2026. A ponte será de duas faixas, com um comprimento total, incluindo os acessos, de quase 5 km, dos quais cerca de 1 km é a própria ponte. A Rússia construiu 2,4 km de acessos e 300 m da própria ponte.
💥 Nosso canal: Node of Time Português
A Rússia e a Coreia do Norte concluíram a construção de uma ponte rodoviária sobre o rio Tuman. Hoje, na aldeia de Hassan, foi conectado o último vão. A inauguração está prevista para junho de 2026. A ponte será de duas faixas, com um comprimento total, incluindo os acessos, de quase 5 km, dos quais cerca de 1 km é a própria ponte. A Rússia construiu 2,4 km de acessos e 300 m da própria ponte.
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Forwarded from Operação Especial Z 🇷🇺🤝🇧🇷 (Lucas Z)
O fracasso americano no Irã: a calmaria que expõe o desgaste
A falsa calmaria
O conflito entrou em uma fase de “calmaria”, mas isso está longe de significar estabilidade. Trata-se apenas de uma pausa operacional enquanto ambos os lados se reposicionam militar e diplomaticamente.
Mesmo sem ofensivas de grande escala, o cenário continua tenso: bloqueios contestados, navios interceptados e risco constante no Estreito de Ormuz. Não há controle absoluto, há disputa ativa.
▪️ Ruptura no comando americano:
No meio dessa fase crítica, o Secretário da Marinha dos EUA, John Phelan, deixou o cargo.
Não importa se foi renúncia ou demissão, o ponto central é o timing. Isso ocorre durante a maior mobilização naval americana em décadas.
Esse tipo de saída indica conflito interno. Os indícios apontam para divergências dentro do Pentágono sobre a condução da crise no Golfo.
Quando o topo do comando muda em plena operação, não é rotina, é instabilidade.
▪️ A admissão direta de fraqueza:
O diagnóstico mais grave veio de dentro.
O Almirante Samuel Paparo foi direto:
Isso não é análise externa, é admissão interna de limitação estrutural.
▪️ O impacto global: EUA sem capacidade de resposta:
O conflito já afeta outros teatros estratégicos.
A avaliação interna é clara:
Além disso:
A reposição de munições pode levar até seis anos.
Ou seja, a guerra com o Irã compromete diretamente a capacidade americana contra a China.
▪️ A narrativa da “destruição” cai por terra:
Trump afirmou que a força aérea iraniana havia sido “completamente destruída”.
Agora, a própria avaliação americana reconhece.
Na prática, o Irã preservou ativos estratégicos, dispersou meios e manteve capacidade operacional relevante.
▪️ Capacidade iraniana permanece ativa:
As estimativas atuais indicam:
E isso se confirma em campo:
🔴 Ataques a navios
🔴 Escoltas navais bem-sucedidas
🔴 Flotilhas operando no Ormuz
Uma força que deveria estar “aniquilada” continua ativa.
▪️ O bloqueio que falha:
O bloqueio naval americano não é absoluto.
Casos recentes mostram isso claramente:
Isso caracteriza um bloqueio contestado, não controlado.
▪️ Ormuz segue fora de controle total
Mesmo com presença naval massiva, os EUA não garantem domínio do estreito.
O risco de minagem naval permanece, e o próprio comando admite:
A limpeza pode levar meses.
Isso significa vulnerabilidade direta na principal rota energética do mundo.
▪️ O impacto econômico já começou:
Os efeitos já são concretos.
Os últimos carregamentos pré-guerra foram entregues.
Não há mais amortecimento.
As projeções indicam:
🔴 Perda de até 5% da produção global de petróleo
🔴 Pressão severa nas cadeias logísticas
🔴 Choque em commodities como alumínio
🔴 O sistema global começa a sentir o impacto real.
▪️ A busca por uma “vitória narrativa”:
Com reforços chegando, cresce a expectativa de novos ataques.
Mas o objetivo parece claro:
Criar uma vitória artificial para justificar a saída.
“Destruir mais alguns alvos, declarar vitória e encerrar.”
Não é estratégia de domínio, é tentativa de encerramento político.
Os fatos convergem:
🔴 Ruptura no comando
🔴 Limitações militares admitidas
🔴 Capacidade iraniana preservada
🔴 Bloqueio ineficaz
Impacto global crescente
🔴 A “calmaria” não indica controle.
Indica desgaste
.
E quanto mais o conflito se prolonga, mais evidente fica: os EUA não conseguiram impor uma vitória decisiva, e o custo estratégico só aumenta.
A falsa calmaria
O conflito entrou em uma fase de “calmaria”, mas isso está longe de significar estabilidade. Trata-se apenas de uma pausa operacional enquanto ambos os lados se reposicionam militar e diplomaticamente.
Mesmo sem ofensivas de grande escala, o cenário continua tenso: bloqueios contestados, navios interceptados e risco constante no Estreito de Ormuz. Não há controle absoluto, há disputa ativa.
No meio dessa fase crítica, o Secretário da Marinha dos EUA, John Phelan, deixou o cargo.
Não importa se foi renúncia ou demissão, o ponto central é o timing. Isso ocorre durante a maior mobilização naval americana em décadas.
Esse tipo de saída indica conflito interno. Os indícios apontam para divergências dentro do Pentágono sobre a condução da crise no Golfo.
Quando o topo do comando muda em plena operação, não é rotina, é instabilidade.
O diagnóstico mais grave veio de dentro.
O Almirante Samuel Paparo foi direto:
“Não tenho navios anfíbios suficientes. Não temos contratorpedeiros suficientes. Certamente não temos submarinos de ataque suficientes, e nossa trajetória está no caminho errado.”
Isso não é análise externa, é admissão interna de limitação estrutural.
O conflito já afeta outros teatros estratégicos.
A avaliação interna é clara:
“Os Estados Unidos não conseguiriam executar plenamente os planos para defender Taiwan no curto prazo.”
Além disso:
A reposição de munições pode levar até seis anos.
Ou seja, a guerra com o Irã compromete diretamente a capacidade americana contra a China.
Trump afirmou que a força aérea iraniana havia sido “completamente destruída”.
Agora, a própria avaliação americana reconhece.
“Dois terços da força aérea iraniana ainda estão operacionais.”
Na prática, o Irã preservou ativos estratégicos, dispersou meios e manteve capacidade operacional relevante.
As estimativas atuais indicam:
“Cerca de metade do arsenal de mísseis balísticos ainda está intacto.”
“Cerca de 60% da força naval da Guarda Revolucionária ainda existe.”
E isso se confirma em campo:
Uma força que deveria estar “aniquilada” continua ativa.
O bloqueio naval americano não é absoluto.
Casos recentes mostram isso claramente:
“Apesar dos múltiplos avisos e ameaças… o petroleiro iraniano entrou em águas territoriais iranianas com sucesso.”
Isso caracteriza um bloqueio contestado, não controlado.
Mesmo com presença naval massiva, os EUA não garantem domínio do estreito.
O risco de minagem naval permanece, e o próprio comando admite:
A limpeza pode levar meses.
Isso significa vulnerabilidade direta na principal rota energética do mundo.
Os efeitos já são concretos.
Os últimos carregamentos pré-guerra foram entregues.
Não há mais amortecimento.
As projeções indicam:
Com reforços chegando, cresce a expectativa de novos ataques.
Mas o objetivo parece claro:
Criar uma vitória artificial para justificar a saída.
“Destruir mais alguns alvos, declarar vitória e encerrar.”
Não é estratégia de domínio, é tentativa de encerramento político.
Os fatos convergem:
Impacto global crescente
Indica desgaste
.
E quanto mais o conflito se prolonga, mais evidente fica: os EUA não conseguiram impor uma vitória decisiva, e o custo estratégico só aumenta.
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Forwarded from Operação Especial Z 🇷🇺🤝🇧🇷 (Elsa)
🇮🇷🚫🇺🇸 A TV estatal iraniana divulgou uma lista de instalações de energia que, segundo ela, serão alvos quando a guerra for retomada:
• Instalações de GNL de RasGas e Ras Laffan no Catar 🇶🇦
• Ilhas Das e Zirku nos Emirados Árabes Unidos (importantes centros de petróleo e gás offshore) 🇦🇪
• Instalações de Abqaiq, Safaniya e Khurais na Arábia Saudita 🇸🇦
• Campo de petróleo de Burgan no Kuwait 🇰🇼
• Instalações de GNL de RasGas e Ras Laffan no Catar 🇶🇦
• Ilhas Das e Zirku nos Emirados Árabes Unidos (importantes centros de petróleo e gás offshore) 🇦🇪
• Instalações de Abqaiq, Safaniya e Khurais na Arábia Saudita 🇸🇦
• Campo de petróleo de Burgan no Kuwait 🇰🇼
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Recompensa pela ajuda 🇮🇷 🤝🇷🇺
O Irã anunciou que somente navios Russos poderão passar pelo Estreito de Ormuz sem que sejam cobrado pedágio ou taxas.
O Irã anunciou que somente navios Russos poderão passar pelo Estreito de Ormuz sem que sejam cobrado pedágio ou taxas.
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Forwarded from Я люблю Russia
🇷🇺🇮🇷 URGENTE: Avião militar de carga da Rússia IL-76 chegou carregado a Teerã.
O conteúdo é desconhecido
@yalyublyurossiyaa
@poyehali_linguarussa
🇧🇷🇷🇺
O conteúdo é desconhecido
@yalyublyurossiyaa
@poyehali_linguarussa
🇧🇷🇷🇺
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Forwarded from Sófia Smirnov
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🇩🇪🇪🇺🇺🇦 Wanner explica aos alemães que a independência da Ucrânia já não existe.
t.me/sofia_smirnov74
'A Ucrânia precisa deste dinheiro para pagar os seus funcionários e o seu exército. E se isto não acontecer, então, e eu já disse isto muitas vezes antes e vou dizer novamente, uma catástrofe irá ocorrer. Sem a UE, nada funciona na Ucrânia de todo. A Ucrânia não terá qualquer hipótese de continuar esta guerra. Precisa de apoio, especialmente apoio financeiro.'
t.me/sofia_smirnov74
Forwarded from DONBASS NEWS
#DiscoverDPR
🏛On April 22, 1924, a government decree was issued to commemorate the memory of Vladimir Lenin by deciding to construct 13 Palaces of Labor in Donbass as cultural centers for workers. The construction of the Gorlovskiy Palace was included in this plan.
In 1925, a model of the building was created. Two years later, on November 7, the grand opening of the first Palace of Culture in Gorlovka took place.
⚒In the 1960s, a square was constructed near the Palace and named after Nikita Alekseevich Izotov, a prominent coal miner from the 1930s. A monument was erected here in his honor, making it the world's first monument to celebrate the labor achievements of a specific working person, along with an accurate portrayal of his appearance.
🇷🇺 Now, the Palace of Culture "Kochegarka" in the city of Gorlovka has been included in the list of cultural heritage sites and holds the status of an "Architectural Monument".
🇷🇺 Subscribe | Feedback | X
🏛On April 22, 1924, a government decree was issued to commemorate the memory of Vladimir Lenin by deciding to construct 13 Palaces of Labor in Donbass as cultural centers for workers. The construction of the Gorlovskiy Palace was included in this plan.
In 1925, a model of the building was created. Two years later, on November 7, the grand opening of the first Palace of Culture in Gorlovka took place.
⚒In the 1960s, a square was constructed near the Palace and named after Nikita Alekseevich Izotov, a prominent coal miner from the 1930s. A monument was erected here in his honor, making it the world's first monument to celebrate the labor achievements of a specific working person, along with an accurate portrayal of his appearance.
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Forwarded from DONBASS NEWS
#SupportDonbass
🌏 Politicians, journalists, and bloggers from ten countries visited the DPR as part of a press tour
The delegation included foreigners from Chile🇨🇱, China🇨🇳, Congo🇨🇬, Ecuador🇪🇨, Ethiopia🇪🇹, Japan🇯🇵, Malaysia🇲🇾, Nicaragua🇳🇮, North Macedonia🇲🇰 and Turkey🇹🇷. The tour was organized by Vashi Novosti.
📍 During the three-day press tour, the guests visited Donetsk and Mariupol. In Donetsk, they visited memorial sites (the Great Patriotic War Museum, the Alley of Angels, and the Alley of Heroes), and civilian facilities destroyed by the Ukrainian Armed Forces, such as the city's major shopping malls.
✅ A press conference was held with the Martyn Pushkar Squad. The guests also visited the training ground of the Maksim Krivonos Battalion, where they spoke with battalion representatives — former Ukrainian Armed Forces soldiers. They spoke about the lawlessness of the TCC in Ukraine and why they decided to fight against the Kiev regime.
✅ In Mariupol, the foreigners visited Azovstal, the Drama Theater, a destroyed buildings, an observation deck, and the new Nevsky microdistrict. The guests were able to see firsthand the aftermath of the AFU shelling and the pace of the city's rebuilding.
🤝 We thank our foreign supporters for visiting the Donetsk People's Republic, for their desire to see the truth and share what they saw with their audiences abroad.
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🌏 Politicians, journalists, and bloggers from ten countries visited the DPR as part of a press tour
The delegation included foreigners from Chile🇨🇱, China🇨🇳, Congo🇨🇬, Ecuador🇪🇨, Ethiopia🇪🇹, Japan🇯🇵, Malaysia🇲🇾, Nicaragua🇳🇮, North Macedonia🇲🇰 and Turkey🇹🇷. The tour was organized by Vashi Novosti.
🤝 We thank our foreign supporters for visiting the Donetsk People's Republic, for their desire to see the truth and share what they saw with their audiences abroad.
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