JERUSALÉM, Israel – O Estado de Israel está a trabalhar com o Instituto Embaixador Amigos de Sião para encomendar pastores, líderes jovens, educadores e influenciadores das redes sociais como “Amigos Embaixadores de Sião” para combater o antissemitismo e alcançar jovens em todo o mundo.
“FOZ tornou-se uma embaixada. Somos abraçados agora pelo Ministério das Relações Exteriores. O Ministério das Relações Exteriores está trabalhando conosco”, disse Mike Evans, fundador do Friends of Zion Heritage Center, em Jerusalém (FOZ), à CBN News.
“Fomos aprovados pelo primeiro-ministro para comissionar embaixadores do Estado de Israel, agora. Pastores e jovens pastores virão e serão comissionados pelo Estado de Israel como embaixadores”, explicou Evans.
“Potenciais embaixadores virão de todo o mundo”, disse Evans num comunicado à imprensa.
“FOZ tornou-se uma embaixada. Somos abraçados agora pelo Ministério das Relações Exteriores. O Ministério das Relações Exteriores está trabalhando conosco”, disse Mike Evans, fundador do Friends of Zion Heritage Center, em Jerusalém (FOZ), à CBN News.
“Fomos aprovados pelo primeiro-ministro para comissionar embaixadores do Estado de Israel, agora. Pastores e jovens pastores virão e serão comissionados pelo Estado de Israel como embaixadores”, explicou Evans.
“Potenciais embaixadores virão de todo o mundo”, disse Evans num comunicado à imprensa.
CBN
Israel to Commission Pastors as ‘Friends of Zion Ambassadors’
The State of Israel is working with the Friends of Zion Ambassador Institute to commission pastors, youth leaders, educa
Von der Leyen condenada por ocultar mensagens para a compra de 1,8 mil milhões de vacinas Pfizer
A Comissão Europeia violou as regras da transparência ao recusar o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen com o director-executivo da Pfizer, segundo um acórdão do Tribunal Geral da União Europeia (UE) conhecido esta quarta-feira. O caso “Pfizergate” começou em 2023, quando uma jornalista do New York Times pediu para ver as mensagens de texto de von der Leyen, em que foi negociada a compra de vacinas covid no valor de 35 mil milhões de euros. O jornal POLITICO caracterizou a decisão do tribunal europeu como um duro golpe para a reputação da presidente da Comissão, com enormes repercussões para a transparência e a prestação de contas na UE.
Esta quarta-feira, o Tribunal Geral da União Europeia decidiu contra a Comissão Europeia no caso “Pfizergate”, entendendo não serem válidos os seus argumentos para ter negado o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen a uma jornalista do New York Times.
O processo teve origem em 2023, com um pedido do jornal norte-americano para ver a troca de mensagens de texto entre a presidente da Comissão e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, quando negociaram a aquisição de 1,8 mil milhões de vacinas contra a covid-19 num valor que ronda os 35 mil milhões de euros.
O tribunal europeu considerou que a Comissão não providenciou uma “explicação plausível para justificar” a sua recusa nem para provar que as mensagens não continham informações importantes. Como tal, salientou que a retenção das comunicações teria de ser garantida, e que a atitude do executivo comunitário configura uma violação das regras para a transparência.
A Comissão Europeia violou as regras da transparência ao recusar o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen com o director-executivo da Pfizer, segundo um acórdão do Tribunal Geral da União Europeia (UE) conhecido esta quarta-feira. O caso “Pfizergate” começou em 2023, quando uma jornalista do New York Times pediu para ver as mensagens de texto de von der Leyen, em que foi negociada a compra de vacinas covid no valor de 35 mil milhões de euros. O jornal POLITICO caracterizou a decisão do tribunal europeu como um duro golpe para a reputação da presidente da Comissão, com enormes repercussões para a transparência e a prestação de contas na UE.
Esta quarta-feira, o Tribunal Geral da União Europeia decidiu contra a Comissão Europeia no caso “Pfizergate”, entendendo não serem válidos os seus argumentos para ter negado o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen a uma jornalista do New York Times.
O processo teve origem em 2023, com um pedido do jornal norte-americano para ver a troca de mensagens de texto entre a presidente da Comissão e o CEO da Pfizer, Albert Bourla, quando negociaram a aquisição de 1,8 mil milhões de vacinas contra a covid-19 num valor que ronda os 35 mil milhões de euros.
O tribunal europeu considerou que a Comissão não providenciou uma “explicação plausível para justificar” a sua recusa nem para provar que as mensagens não continham informações importantes. Como tal, salientou que a retenção das comunicações teria de ser garantida, e que a atitude do executivo comunitário configura uma violação das regras para a transparência.
The Blind Spot
Von der Leyen condenada por ocultar mensagens para a compra de 1,8 mil milhões de vacinas Pfizer - The Blind Spot
A Comissão Europeia violou as regras da transparência ao recusar o acesso às mensagens de Ursula von der Leyen com o director-executivo da Pfizer, segundo um acórdão do Tribunal Geral da União Europeia (UE) conhecido esta quarta-feira. O caso “Pfizergate”…
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Comentário aos resultados eleitorais
Se eles saíssem da sua bolha e lessem o meu grupo de whatsapp talvez percebessem.
Se há uma coisa que os resultados de domingo demonstram é que eu sempre tive razão. Aliás, demonstram estes resultados e também os anteriores, e os anteriores a esses, apesar de terem sido diferentes. Espero que, desta vez, eles entendam e concedam que eu sempre tive razão.
Se eles saíssem da sua bolha perceberiam porque é que eu sempre tive razão sobre isto e aquilo. Todos os dias, no meu grupo de whatsapp me dizem a mesma coisa: eles não saem da sua bolha e, por isso, não percebem o que está a acontecer tão bem como nós. Se eles saíssem da sua bolha e lessem o meu grupo de whatsapp talvez percebessem.
A verdade é só uma: com Fulano e Tal naquela posição isto não aconteceria, mas eles insistem em Sicrano de quem eu nunca gostei e que, obviamente, é o culpado pelo estado das coisas negativas. Fulano, pelo contrário, seria capaz de mudar tudo para melhor. Tirar Sicrano e meter Fulano tornaria tudo isto perfeito, e eu não percebo como mais ninguém percebe isso.
Eu sei estas coisas porque, ao contrário deles, falo com as pessoas. Eles têm de falar mais com as pessoas. Ainda ontem falei com uma pessoa que me confirmou que eu tinha razão. A outra pessoa com quem falei disse-me o contrário, o que só confirma que eu tenho razão quando digo que há pessoas que não percebem o que se está a passar. As pessoas deveriam falar mais com as pessoas. Sigam o meu exemplo que, ainda hoje, se tiver tempo, falarei com uma pessoa.
Se eles fossem a mais sítios perceberiam porque é que isto aconteceu. Eu vou a sítios e percebo. Ainda há dias fui a um sítio. Em dezembro passei por outro sítio que confirmou exatamente o que eu pensava. Eles lá nos sítios sabem estas coisas todas, mas depois não passam cá para fora. É preciso ir lá para perceber ou, pelo menos, ver muitos vídeos nas redes sociais dos sítios onde as coisas se sabem todas.
A verdade é que isto nunca foi assim e eles não percebem isso. Mudou tudo. Habituem-se: estes vão ficar para sempre ali e vão substituir aqueles que há dez anos também iriam ficar para sempre ali. Eles ainda não perceberam que estas tendências são irreversíveis. Não aprenderam nada há dez anos quando aconteceu a outra tendência irreversível em sentido contrário.
Espero que desta vez percebam que eu sempre tive razão, antes que seja tarde demais. Não sei quando será tarde demais, mas agora é antes disso de certeza. Aceitem que tenho razão. O pior que pode acontecer é termos pessoas teimosas que acham que têm sempre razão em tudo, aconteça o que acontecer.
Se eles saíssem da sua bolha e lessem o meu grupo de whatsapp talvez percebessem.
Se há uma coisa que os resultados de domingo demonstram é que eu sempre tive razão. Aliás, demonstram estes resultados e também os anteriores, e os anteriores a esses, apesar de terem sido diferentes. Espero que, desta vez, eles entendam e concedam que eu sempre tive razão.
Se eles saíssem da sua bolha perceberiam porque é que eu sempre tive razão sobre isto e aquilo. Todos os dias, no meu grupo de whatsapp me dizem a mesma coisa: eles não saem da sua bolha e, por isso, não percebem o que está a acontecer tão bem como nós. Se eles saíssem da sua bolha e lessem o meu grupo de whatsapp talvez percebessem.
A verdade é só uma: com Fulano e Tal naquela posição isto não aconteceria, mas eles insistem em Sicrano de quem eu nunca gostei e que, obviamente, é o culpado pelo estado das coisas negativas. Fulano, pelo contrário, seria capaz de mudar tudo para melhor. Tirar Sicrano e meter Fulano tornaria tudo isto perfeito, e eu não percebo como mais ninguém percebe isso.
Eu sei estas coisas porque, ao contrário deles, falo com as pessoas. Eles têm de falar mais com as pessoas. Ainda ontem falei com uma pessoa que me confirmou que eu tinha razão. A outra pessoa com quem falei disse-me o contrário, o que só confirma que eu tenho razão quando digo que há pessoas que não percebem o que se está a passar. As pessoas deveriam falar mais com as pessoas. Sigam o meu exemplo que, ainda hoje, se tiver tempo, falarei com uma pessoa.
Se eles fossem a mais sítios perceberiam porque é que isto aconteceu. Eu vou a sítios e percebo. Ainda há dias fui a um sítio. Em dezembro passei por outro sítio que confirmou exatamente o que eu pensava. Eles lá nos sítios sabem estas coisas todas, mas depois não passam cá para fora. É preciso ir lá para perceber ou, pelo menos, ver muitos vídeos nas redes sociais dos sítios onde as coisas se sabem todas.
A verdade é que isto nunca foi assim e eles não percebem isso. Mudou tudo. Habituem-se: estes vão ficar para sempre ali e vão substituir aqueles que há dez anos também iriam ficar para sempre ali. Eles ainda não perceberam que estas tendências são irreversíveis. Não aprenderam nada há dez anos quando aconteceu a outra tendência irreversível em sentido contrário.
Espero que desta vez percebam que eu sempre tive razão, antes que seja tarde demais. Não sei quando será tarde demais, mas agora é antes disso de certeza. Aceitem que tenho razão. O pior que pode acontecer é termos pessoas teimosas que acham que têm sempre razão em tudo, aconteça o que acontecer.
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Se eles saíssem da sua bolha e lessem o meu grupo de whatsapp talvez percebessem....
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💉Um crime contra a humanidade: Novas injeções genéticas de mRNA para todos 🧬
Em todo o mundo, inúmeras vacinas convencionais estão sendo convertidas em injeções genéticas de mRNA. Esta pesquisa da Kla.TV resume o potencial de danos amplamente documentado dessa tecnologia: alteração genética, câncer turbo, mortes e inflamações de todo tipo. Devido a esse desenvolvimento, em breve haverá uma injeção genética de mRNA como vacina obrigatória para toda a humanidade! Também na África, centros de produção de injeções genéticas de mRNA estão sendo financiados ativamente! Quais são os verdadeiros objetivos por trás disso? Será que, sob o pretexto da proteção da saúde pública, um dano massivo à população mundial está sendo planejado? Quem está por trás disso? Uma investigação da Kla.TV – Saber é poder!
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Em todo o mundo, inúmeras vacinas convencionais estão sendo convertidas em injeções genéticas de mRNA. Esta pesquisa da Kla.TV resume o potencial de danos amplamente documentado dessa tecnologia: alteração genética, câncer turbo, mortes e inflamações de todo tipo. Devido a esse desenvolvimento, em breve haverá uma injeção genética de mRNA como vacina obrigatória para toda a humanidade! Também na África, centros de produção de injeções genéticas de mRNA estão sendo financiados ativamente! Quais são os verdadeiros objetivos por trás disso? Será que, sob o pretexto da proteção da saúde pública, um dano massivo à população mundial está sendo planejado? Quem está por trás disso? Uma investigação da Kla.TV – Saber é poder!
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Justiça dos EUA apoia processo contra BlackRock e Vanguard por usarem a “neutralidade carbónica” para aumentar lucros
Em Novembro passado, o procurador-geral do Texas liderou um processo movido por vários Estados americanos contra a BlackRock, a Vanguard e a State Street por uma “conspiração” ilegal para reduzir a produção de carvão e, assim, encarecer os preços da energia para os consumidores e empresas norte-americanos. Esta acusação foi agora reforçada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pela Comissão Federal do Comércio, que regulam as leis antitrust (para a livre concorrência). Com o pretexto da “neutralidade carbónica”, as três gigantes gestoras de activos terão usado, alegadamente, a sua influência como accionistas para manipular o mercado de modo a aumentarem os seus lucros.
Em Novembro passado, o procurador-geral do Texas liderou um processo movido por vários Estados americanos contra a BlackRock, a Vanguard e a State Street por uma “conspiração” ilegal para reduzir a produção de carvão e, assim, encarecer os preços da energia para os consumidores e empresas norte-americanos. Esta acusação foi agora reforçada pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos e pela Comissão Federal do Comércio, que regulam as leis antitrust (para a livre concorrência). Com o pretexto da “neutralidade carbónica”, as três gigantes gestoras de activos terão usado, alegadamente, a sua influência como accionistas para manipular o mercado de modo a aumentarem os seus lucros.
The Blind Spot
Justiça dos EUA apoia processo contra BlackRock e Vanguard por usarem a “neutralidade carbónica” para aumentar lucros - The Blind…
Em Novembro passado, o procurador-geral do Texas liderou um processo movido por vários Estados americanos contra a BlackRock, a Vanguard e a State Street por uma “conspiração” ilegal para reduzir a produção de carvão e, assim, encarecer os preços da energia…
Uma nova estirpe da COVID, a NB.1.8.1, surgiu nos EUA no mesmo dia em que o RFK Jr. e o CDC deixaram de recomendar a vacina para crianças e mulheres grávidas.
Pode ser só mais uma coincidência.
Pode ser só mais uma coincidência.
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Videoclip de apoio dos Voz da Reacção à apropriação imoral, indevida e sem-vergonha da SIC Notícias do nome do nosso programa.
https://www.youtube.com/watch?v=-0IfHJKCBOY
https://www.youtube.com/watch?v=-0IfHJKCBOY
YouTube
Linhas Direitas Só Há Um!
Videoclip de apoio dos Voz da Reacção à apropriação imoral, indevida e sem-vergonha da SIC Notícias do nome do nosso programa.
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Andrea Zhok - Lembram-se de Zelensky?
Três dias de conflito entre Israel e o Irão e o mundo esqueceu o pobre Zelensky. Você lembra-se do Zelensky? Aquele que ganhou "Dancing with the Stars"? Aquele que tinha a mesma camisa verde há três anos? Aqui, o que está a acontecer é que, assim que as câmeras se movem, o fluxo de armas e financiamento (especialmente os americanos) também parou com um estrondo. Só que instantaneamente. E as mesmas atividades de inteligência e inteligência de satélite e informações dos EUA devem agora ser, pelo menos parcialmente, reorientadas para o Médio Oriente.
E apesar da atitude belicosa de von der Leyen e da ameaça de desencadear um Kallas hidrofóbica na frente russa, na verdade, se a contribuição americana for afrouxada, a Ucrânia tem literalmente as horas contadas.
Agora, graças à incontinência supremacista de Israel, o jogo no tabuleiro de xadrez internacional de repente tornou-se terrivelmente complexo e parcialmente caótico.
Os EUA, sendo um representante israelita (e não vice-versa), defenderão Israel a qualquer custo. Esta é a única razão pela qual Nethanyahu ousou um passo potencialmente devastador para o seu país. Sem apoio logístico, suprimentos, informações de satélite e escutas telefónicas americanas e escutas telefónicas dos EUA, Israel não teria esperança em uma prolongada guerra convencional com o Irão. Mas, Nethanyahu sabe que quando a situação ficar realmente séria, o Tio Sam entrará directamente em cena.
Esta é a razão para a tática de resposta iraniana que está no milímetro a Tit para a estratégia Tat: o Irã sempre responde atacando exatamente e apenas os mesmos tipos de alvos que acabaram de atacar por Israel: o seu atinge um centro de pesquisa, eu atingi um centro de pesquisa, você atinge uma infra-estrutura de energia, eu atingi uma infra-estrutura de energia, você atingiu os centros de comando militar na capital, então eu também, etc. O sentido dessa tática é tornar-se previsível e, desta forma, fazer a outra parte entender que não há intenção de exceder e que é suficiente para os ataques pararem para uma trégua. O Irão age assim porque sabe que não pode realmente ganhar completamente sobre Israel, já que os EUA não permitiriam.
Mas então há outro interior a ser avaliado, e é isso que representamos pelos BRICS, mas na verdade pelos dois parceiros maioria, China e Rússia. Ambos sabem que uma derrota estratégica iraniana seria uma catástrofe para qualquer tentativa de surgir como uma contra-poder em comparação com o Ocidente liderado pelos americanos. Ambos têm tratados de colaboração e cooperação com o Irã, e a China tem um interesse vital na rota terrestre que está se preparando para o Ocidente, e isso tem o Irã em seu coração. Mas nem o país tem as próximas bases militares nem fronteiras directas. Portanto, qualquer apoio ao Irão tende a ser embaraçosamente visível. A Rússia ainda não lidou com o caso ucraniano, que, embora na fase de aceleração, continue a drenar enormes recursos. O apoio da China e da Rússia pode ocorrer através do Paquistão, que está em bons termos com a Rússia, aspira a entrar nos BRICS e não gosta de ter um Israel vitorioso em casa.
Três dias de conflito entre Israel e o Irão e o mundo esqueceu o pobre Zelensky. Você lembra-se do Zelensky? Aquele que ganhou "Dancing with the Stars"? Aquele que tinha a mesma camisa verde há três anos? Aqui, o que está a acontecer é que, assim que as câmeras se movem, o fluxo de armas e financiamento (especialmente os americanos) também parou com um estrondo. Só que instantaneamente. E as mesmas atividades de inteligência e inteligência de satélite e informações dos EUA devem agora ser, pelo menos parcialmente, reorientadas para o Médio Oriente.
E apesar da atitude belicosa de von der Leyen e da ameaça de desencadear um Kallas hidrofóbica na frente russa, na verdade, se a contribuição americana for afrouxada, a Ucrânia tem literalmente as horas contadas.
Agora, graças à incontinência supremacista de Israel, o jogo no tabuleiro de xadrez internacional de repente tornou-se terrivelmente complexo e parcialmente caótico.
Os EUA, sendo um representante israelita (e não vice-versa), defenderão Israel a qualquer custo. Esta é a única razão pela qual Nethanyahu ousou um passo potencialmente devastador para o seu país. Sem apoio logístico, suprimentos, informações de satélite e escutas telefónicas americanas e escutas telefónicas dos EUA, Israel não teria esperança em uma prolongada guerra convencional com o Irão. Mas, Nethanyahu sabe que quando a situação ficar realmente séria, o Tio Sam entrará directamente em cena.
Esta é a razão para a tática de resposta iraniana que está no milímetro a Tit para a estratégia Tat: o Irã sempre responde atacando exatamente e apenas os mesmos tipos de alvos que acabaram de atacar por Israel: o seu atinge um centro de pesquisa, eu atingi um centro de pesquisa, você atinge uma infra-estrutura de energia, eu atingi uma infra-estrutura de energia, você atingiu os centros de comando militar na capital, então eu também, etc. O sentido dessa tática é tornar-se previsível e, desta forma, fazer a outra parte entender que não há intenção de exceder e que é suficiente para os ataques pararem para uma trégua. O Irão age assim porque sabe que não pode realmente ganhar completamente sobre Israel, já que os EUA não permitiriam.
Mas então há outro interior a ser avaliado, e é isso que representamos pelos BRICS, mas na verdade pelos dois parceiros maioria, China e Rússia. Ambos sabem que uma derrota estratégica iraniana seria uma catástrofe para qualquer tentativa de surgir como uma contra-poder em comparação com o Ocidente liderado pelos americanos. Ambos têm tratados de colaboração e cooperação com o Irã, e a China tem um interesse vital na rota terrestre que está se preparando para o Ocidente, e isso tem o Irã em seu coração. Mas nem o país tem as próximas bases militares nem fronteiras directas. Portanto, qualquer apoio ao Irão tende a ser embaraçosamente visível. A Rússia ainda não lidou com o caso ucraniano, que, embora na fase de aceleração, continue a drenar enormes recursos. O apoio da China e da Rússia pode ocorrer através do Paquistão, que está em bons termos com a Rússia, aspira a entrar nos BRICS e não gosta de ter um Israel vitorioso em casa.
www.lantidiplomatico.it
Andrea Zhok - Ricordate Zelensky?
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A Opção Sansão: a chantagem nuclear de Israel contra o resto do mundo
Israel pode atacar o resto do mundo com armas nucleares se a sua agressão ao Irão não for bem-sucedida como em Telavive.
Documentos alegadamente obtidos por hackers iranianos após um ciberataque a Israel e divulgados nas redes sociais parecem sugerir que os alvos da chamada "Opção Sansão" de Israel incluem grandes cidades dos EUA, Rússia, China e Europa.
Então, o que é a Opção Sansão?
Este plano apocalíptico tem o nome da figura bíblica Sansão, que, depois de ter sido capturado pelos filisteus, conseguiu matar-se juntamente com milhares dos seus captores.
A premissa é simples: se a sobrevivência de Israel estiver em causa, aqueles que a ameaçam – e possivelmente o resto do mundo que não teve nada a ver com isso – ficariam devastados.
Não é claro se este plano é viável ou não: a dimensão e a composição exactas do arsenal nuclear israelita são actualmente desconhecidas – Israel recusa-se a divulgar estes dados, não adere ao Tratado de Não Proliferação Nuclear e nunca foi responsabilizado por isso.
As estimativas mais recentes sugerem que Israel poderá possuir até 400 armas nucleares que poderão ser implantadas através de mísseis balísticos, mísseis lançados por submarinos e bombas.
A disponibilidade de Israel para utilizar armas nucleares durante a Guerra do Yom Kippur, em 1973, é por vezes considerada a primeira vez que a Opção Sansão é colocada na ordem do dia.
Fonte: Geopolitics Live
Israel pode atacar o resto do mundo com armas nucleares se a sua agressão ao Irão não for bem-sucedida como em Telavive.
Documentos alegadamente obtidos por hackers iranianos após um ciberataque a Israel e divulgados nas redes sociais parecem sugerir que os alvos da chamada "Opção Sansão" de Israel incluem grandes cidades dos EUA, Rússia, China e Europa.
Então, o que é a Opção Sansão?
Este plano apocalíptico tem o nome da figura bíblica Sansão, que, depois de ter sido capturado pelos filisteus, conseguiu matar-se juntamente com milhares dos seus captores.
A premissa é simples: se a sobrevivência de Israel estiver em causa, aqueles que a ameaçam – e possivelmente o resto do mundo que não teve nada a ver com isso – ficariam devastados.
Não é claro se este plano é viável ou não: a dimensão e a composição exactas do arsenal nuclear israelita são actualmente desconhecidas – Israel recusa-se a divulgar estes dados, não adere ao Tratado de Não Proliferação Nuclear e nunca foi responsabilizado por isso.
As estimativas mais recentes sugerem que Israel poderá possuir até 400 armas nucleares que poderão ser implantadas através de mísseis balísticos, mísseis lançados por submarinos e bombas.
A disponibilidade de Israel para utilizar armas nucleares durante a Guerra do Yom Kippur, em 1973, é por vezes considerada a primeira vez que a Opção Sansão é colocada na ordem do dia.
Fonte: Geopolitics Live
Terceira Guerra Mundial e Outros Simulacros
E assim continua a desestabilização e reestruturação do Médio Oriente pelo império capitalista global.
Sim, refiro-me ao "ataque preventivo" de Israel à República Islâmica do Irão, ou "Terceira Guerra Mundial", ou qualquer que seja o nome que os meios de comunicação tradicionais e os influenciadores das redes sociais estejam a tentar que lhe chamem neste momento.
Perdoem-me se não concordo nem com a narrativa oficial de que "Israel está a defender-se da arma nuclear que o Irão está a dias de desenvolver nos últimos 25 anos", nem com a narrativa não oficial de que "os sionistas malignos que controlam o governo dos EUA estão a tentar atrair Trump para uma guerra por Israel".
O império capitalista global, e não a "América" ou "Israel", tem vindo a destabilizar e a reestruturar o Grande Médio Oriente desde o fim da Guerra Fria. Continuará a fazê-lo até que todas as nações da região estejam a cooperar com o império.
"América" não é o império. "Os sionistas" não controlam o mundo. Os EUA e Israel são componentes do império capitalista global. Israel é o quartel-general do império no Médio Oriente. O complexo militar-industrial dos EUA e os seus parceiros internacionais são a força motriz do império. O império está a conduzir uma operação global de limpeza e manutenção, neutralizando a resistência interna e "reestruturando" o território que conquistou e agora ocupa.
É isso que está a acontecer no Médio Oriente. Em Gaza. No Irão. Em Israel. Observa um mapa. Observe quais os países que estão a cooperar com o império capitalista global. Observe quais não estão a cooperar. Repare quais já foram "reestruturados".
Ou não faça isso. Desligue a sua mente e consuma quaisquer narrativas caricatas que os media corporativos e os influenciadores lhe estejam a vender. Os iranianos malignos e as suas armas nucleares! Os sionistas malignos que controlam o mundo! Netanyahu enganou Trump! Trump enganou o MAGA! Os Rothschild! O Estado Profundo! Os supremacistas judeus! O regresso dos neoconservadores! Terceira Guerra Mundial!
O império capitalista global preferia que o fizesse. E não importa para o império a narrativa que consome. O império não quer saber se é liberal ou conservador. Não se importa minimamente em quem votou. Não se importa se é um progressista anti-Trump que usa pronomes multigénero ou um conservador MAGA que adora Elon Musk. Não se importa se é um imigrante ilegal que queima bandeiras mexicanas ou um criptofascista pervertido que incita ao racismo. Não se importa se é sionista ou anti-sionista. Não se importa com o que pensa sobre as vacinas.
Seja quem for, qualquer que seja o "lado" em que se encontre, o império tem uma narrativa pronta para si. Uma narrativa que nada tem a ver com o império capitalista global e a sua operação global de "limpar e segurar".
E esta é uma grande vantagem que o império capitalista global tem sobre os sistemas totalitários anteriores. Ao contrário dos comunistas e dos nacional-socialistas, o capitalismo global não tem ideologia, pelo que pode transformar-se em tudo o que necessitar, incluindo qualquer potencial oposição a ele.
E assim continua a desestabilização e reestruturação do Médio Oriente pelo império capitalista global.
Sim, refiro-me ao "ataque preventivo" de Israel à República Islâmica do Irão, ou "Terceira Guerra Mundial", ou qualquer que seja o nome que os meios de comunicação tradicionais e os influenciadores das redes sociais estejam a tentar que lhe chamem neste momento.
Perdoem-me se não concordo nem com a narrativa oficial de que "Israel está a defender-se da arma nuclear que o Irão está a dias de desenvolver nos últimos 25 anos", nem com a narrativa não oficial de que "os sionistas malignos que controlam o governo dos EUA estão a tentar atrair Trump para uma guerra por Israel".
O império capitalista global, e não a "América" ou "Israel", tem vindo a destabilizar e a reestruturar o Grande Médio Oriente desde o fim da Guerra Fria. Continuará a fazê-lo até que todas as nações da região estejam a cooperar com o império.
"América" não é o império. "Os sionistas" não controlam o mundo. Os EUA e Israel são componentes do império capitalista global. Israel é o quartel-general do império no Médio Oriente. O complexo militar-industrial dos EUA e os seus parceiros internacionais são a força motriz do império. O império está a conduzir uma operação global de limpeza e manutenção, neutralizando a resistência interna e "reestruturando" o território que conquistou e agora ocupa.
É isso que está a acontecer no Médio Oriente. Em Gaza. No Irão. Em Israel. Observa um mapa. Observe quais os países que estão a cooperar com o império capitalista global. Observe quais não estão a cooperar. Repare quais já foram "reestruturados".
Ou não faça isso. Desligue a sua mente e consuma quaisquer narrativas caricatas que os media corporativos e os influenciadores lhe estejam a vender. Os iranianos malignos e as suas armas nucleares! Os sionistas malignos que controlam o mundo! Netanyahu enganou Trump! Trump enganou o MAGA! Os Rothschild! O Estado Profundo! Os supremacistas judeus! O regresso dos neoconservadores! Terceira Guerra Mundial!
O império capitalista global preferia que o fizesse. E não importa para o império a narrativa que consome. O império não quer saber se é liberal ou conservador. Não se importa minimamente em quem votou. Não se importa se é um progressista anti-Trump que usa pronomes multigénero ou um conservador MAGA que adora Elon Musk. Não se importa se é um imigrante ilegal que queima bandeiras mexicanas ou um criptofascista pervertido que incita ao racismo. Não se importa se é sionista ou anti-sionista. Não se importa com o que pensa sobre as vacinas.
Seja quem for, qualquer que seja o "lado" em que se encontre, o império tem uma narrativa pronta para si. Uma narrativa que nada tem a ver com o império capitalista global e a sua operação global de "limpar e segurar".
E esta é uma grande vantagem que o império capitalista global tem sobre os sistemas totalitários anteriores. Ao contrário dos comunistas e dos nacional-socialistas, o capitalismo global não tem ideologia, pelo que pode transformar-se em tudo o que necessitar, incluindo qualquer potencial oposição a ele.
Substack
World War III and Other Simulacra
And so the global-capitalist empire’s destabilization and restructuring of the Middle East continues.
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