Escolher em que acreditar
"Que elefante?"
Houve um tempo numa galáxia muito, muito distante, em que não se tinha o luxo de “escolher” em que acreditar. A tarefa em causa era descobrir qual era a verdade e acreditar nela, na verdade.
Agora, parece que não precisamos de o fazer se não quisermos. Agora podemos escolher – se não gostamos de uma opção, podemos deixá-la de lado e acreditar noutra coisa que nos faça sentir melhor. Desta forma, podemos criar a realidade que queremos – ou assim pensamos.
(...) No outro dia estava a conversar com alguém que obviamente escolheu viver sob o sol do pensamento positivo sobre a realidade do mundo de hoje. Ela não queria muito ouvir o que eu tinha para dizer sobre o mundo real, mas ouviu com atenção.
Por fim, ela disse: “Isto é muito sombrio, eu não quero realmente ver o mundo desta forma, por isso vou escolher vê-lo de forma diferente”.
Mesmo? Ela tem mesmo essa opção?
Suponho que sim, tendo em conta que ela ainda não está a ser conduzida para o gulag ou para a câmara de gás. Neste momento, ela parece ter a opção de “olhar para o mundo de forma diferente” – a agenda está actualmente a dar-nos essa opção. Não seria necessário muito esforço, nem seria um grande sacrifício, viver ao sol hoje em dia – especialmente se tivesse dinheiro suficiente para isso.
Neste momento, seria apenas necessário um rendimento de classe média para viajar algumas vezes por ano para uma bela praia ensolarada, para poder comer praticamente tudo o que quisesse, para evitar a maioria das doenças ou aflições que uma pessoa pode encontrar na sua vida quotidiana, ir a concertos, filmes, eventos desportivos, etc. Na nossa vida despreocupada de classe média, podemos ser livres para jogar videojogos, ver televisão, relaxar e não fazer nada quando é apropriado (e mesmo quando não é).
Todas estas coisas são de facto opções, e a maioria delas é exequível, na maioria das vezes. Pelo menos temporariamente. Porquê escolher viver num mundo onde alguma fação poderosa está a planear tirar tudo isso – e depressa? “Eu não quero acreditar nisto!” dizem.
A maioria das pessoas que escolhe a realidade “feliz” para acreditar reconhece que existem problemas. Sabem que nem tudo é tão perfeito como gostariam de pensar, mas confiam nos poderes existentes para cuidar de quaisquer problemas que possam encontrar (nos EUA pode resumir estes problemas numa palavra: “ Trump"). “Eles sabem o que estão a fazer!” exclamam. Sim, provavelmente sabem o que estão a fazer – certamente sabem como cumprir a sua própria agenda – o que não é do nosso interesse, independentemente do que nos digam.
"Que elefante?"
Houve um tempo numa galáxia muito, muito distante, em que não se tinha o luxo de “escolher” em que acreditar. A tarefa em causa era descobrir qual era a verdade e acreditar nela, na verdade.
Agora, parece que não precisamos de o fazer se não quisermos. Agora podemos escolher – se não gostamos de uma opção, podemos deixá-la de lado e acreditar noutra coisa que nos faça sentir melhor. Desta forma, podemos criar a realidade que queremos – ou assim pensamos.
(...) No outro dia estava a conversar com alguém que obviamente escolheu viver sob o sol do pensamento positivo sobre a realidade do mundo de hoje. Ela não queria muito ouvir o que eu tinha para dizer sobre o mundo real, mas ouviu com atenção.
Por fim, ela disse: “Isto é muito sombrio, eu não quero realmente ver o mundo desta forma, por isso vou escolher vê-lo de forma diferente”.
Mesmo? Ela tem mesmo essa opção?
Suponho que sim, tendo em conta que ela ainda não está a ser conduzida para o gulag ou para a câmara de gás. Neste momento, ela parece ter a opção de “olhar para o mundo de forma diferente” – a agenda está actualmente a dar-nos essa opção. Não seria necessário muito esforço, nem seria um grande sacrifício, viver ao sol hoje em dia – especialmente se tivesse dinheiro suficiente para isso.
Neste momento, seria apenas necessário um rendimento de classe média para viajar algumas vezes por ano para uma bela praia ensolarada, para poder comer praticamente tudo o que quisesse, para evitar a maioria das doenças ou aflições que uma pessoa pode encontrar na sua vida quotidiana, ir a concertos, filmes, eventos desportivos, etc. Na nossa vida despreocupada de classe média, podemos ser livres para jogar videojogos, ver televisão, relaxar e não fazer nada quando é apropriado (e mesmo quando não é).
Todas estas coisas são de facto opções, e a maioria delas é exequível, na maioria das vezes. Pelo menos temporariamente. Porquê escolher viver num mundo onde alguma fação poderosa está a planear tirar tudo isso – e depressa? “Eu não quero acreditar nisto!” dizem.
A maioria das pessoas que escolhe a realidade “feliz” para acreditar reconhece que existem problemas. Sabem que nem tudo é tão perfeito como gostariam de pensar, mas confiam nos poderes existentes para cuidar de quaisquer problemas que possam encontrar (nos EUA pode resumir estes problemas numa palavra: “ Trump"). “Eles sabem o que estão a fazer!” exclamam. Sim, provavelmente sabem o que estão a fazer – certamente sabem como cumprir a sua própria agenda – o que não é do nosso interesse, independentemente do que nos digam.
OffGuardian
Choosing What to Believe
There was a time in a galaxy far, far, away that you didn’t have the luxury of “choosing” what to believe. The job at hand was to figure out what the truth was and believe in that—the truth. Now, i…
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A estação para viver
Em outubro de 2020, Bob Moran publicou um desenho, de forma privada, nas redes sociais. Bob ainda trabalhava para o jornal The Telegraph, embora fosse logo demitido do cargo.
O desenho de Bob era de um velho e uma mulher numa colina, com vista para campos ondulados sobre uma propriedade rural. O título era ‘Nunca desistas do teu direito de estar com as pessoas que amas’.
No ano seguinte, Bob publicou uma variação do seu desenho. Desta vez, os campos estão cobertos de neve e o homem e a mulher estão mais próximos um do outro. O título ainda era ‘Nunca desistas do teu direito de estar com as pessoas que amas’.
A reputação de Bob, de resistência justa às restrições da Covid, cresceu com a hashtag #bobmorangetsit. E então Bob Moran compreendeu – os contornos completos do seu primeiro cartoon cortam as complexidades acumuladas das mensagens da Covid com uma declaração de simplicidade notável: há pessoas e lugares que são de si e para si, sempre.
As imagens não valem mais do que mil palavras. A sua força deriva de não dizerem qualquer palavra. As palavras anestesiam. Nós apanhamo-los ou deixamos. Não somos tocados por eles, ou apenas raramente. E traem-nos.
A imagem de Bob do homem e da mulher numa colina é denunciada pelas palavras que estão por baixo dela. Este casal de idosos não está a defender o seu direito de estar um com o outro. Simplesmente estão um com o outro – mantendo-se firmes porque estão ali enraizados.
Quando defendemos o nosso direito a um bem fundamental, diminuímo-lo. Admitimos como possível o que deveria ser impossível e, assim, concedemos um ponto essencial.
Uma vez que estar com aqueles que se ama se torna um direito de vida, deixa de ser um modo de vida. O que era orgânico torna-se artificial; o que era involuntário transforma-se em conhecimento. Uma camada de cinismo obscurece a inocência.
Este cinismo dissolve horizontes de possibilidades ao relativizar o que está dentro deles, criando escassez onde antes havia abundância. Estar com as pessoas que se ama adquire um novo limite, mesmo que as suas energias sejam gastas a resistir a esse limite.
O cinismo fala daquilo para o qual não havia palavras. Não importa de que lado fala, preenche o que tinha sido o silêncio com palavras que são partilhadas por todos os lados do debate e que, por isso, têm tanta probabilidade de não se virarem contra quem as utiliza.
“Palavras plásticas”, chamou-lhes Uve Pörksen, que dissipam o silêncio daquilo que é partilhado entre as pessoas – o que é evidente – com uma conversa que não é menos destrutiva para as comunidades por ter a atmosfera de objectividade considerada.
“Direitos” é agora uma palavra tão plástica, pronta a ser cooptada por qualquer perspectiva sobre qualquer questão, conferindo solenidade aos argumentos mais triviais e equivocidade aos mais vitais, revelando os fundamentos imperceptíveis dos modos de vida, de modo a tornar explícito o que só pode estar implícito.
O homem e a mulher no desenho animado de Bob não têm palavras para descrever como estão um com o outro no seu mundo, porque estar um com o outro no seu mundo não está em discussão.
Bob retrata-o com uma franqueza que nenhuma palavra poderia alcançar – pela modéstia infalível das suas linhas, pelos poucos elementos da sua composição e pela afinidade não elaborada entre as curvas das costas da mulher e a ondulação das colinas abaixo e entre as madeixas do cabelo do homem e da dispersão das nuvens acima.
Este homem e esta mulher encaixam no seu mundo como peças de um puzzle humano. Não há outro lugar nem outro caminho para eles. São encantadores porque estão encantados.
Em outubro de 2020, Bob Moran publicou um desenho, de forma privada, nas redes sociais. Bob ainda trabalhava para o jornal The Telegraph, embora fosse logo demitido do cargo.
O desenho de Bob era de um velho e uma mulher numa colina, com vista para campos ondulados sobre uma propriedade rural. O título era ‘Nunca desistas do teu direito de estar com as pessoas que amas’.
No ano seguinte, Bob publicou uma variação do seu desenho. Desta vez, os campos estão cobertos de neve e o homem e a mulher estão mais próximos um do outro. O título ainda era ‘Nunca desistas do teu direito de estar com as pessoas que amas’.
A reputação de Bob, de resistência justa às restrições da Covid, cresceu com a hashtag #bobmorangetsit. E então Bob Moran compreendeu – os contornos completos do seu primeiro cartoon cortam as complexidades acumuladas das mensagens da Covid com uma declaração de simplicidade notável: há pessoas e lugares que são de si e para si, sempre.
As imagens não valem mais do que mil palavras. A sua força deriva de não dizerem qualquer palavra. As palavras anestesiam. Nós apanhamo-los ou deixamos. Não somos tocados por eles, ou apenas raramente. E traem-nos.
A imagem de Bob do homem e da mulher numa colina é denunciada pelas palavras que estão por baixo dela. Este casal de idosos não está a defender o seu direito de estar um com o outro. Simplesmente estão um com o outro – mantendo-se firmes porque estão ali enraizados.
Quando defendemos o nosso direito a um bem fundamental, diminuímo-lo. Admitimos como possível o que deveria ser impossível e, assim, concedemos um ponto essencial.
Uma vez que estar com aqueles que se ama se torna um direito de vida, deixa de ser um modo de vida. O que era orgânico torna-se artificial; o que era involuntário transforma-se em conhecimento. Uma camada de cinismo obscurece a inocência.
Este cinismo dissolve horizontes de possibilidades ao relativizar o que está dentro deles, criando escassez onde antes havia abundância. Estar com as pessoas que se ama adquire um novo limite, mesmo que as suas energias sejam gastas a resistir a esse limite.
O cinismo fala daquilo para o qual não havia palavras. Não importa de que lado fala, preenche o que tinha sido o silêncio com palavras que são partilhadas por todos os lados do debate e que, por isso, têm tanta probabilidade de não se virarem contra quem as utiliza.
“Palavras plásticas”, chamou-lhes Uve Pörksen, que dissipam o silêncio daquilo que é partilhado entre as pessoas – o que é evidente – com uma conversa que não é menos destrutiva para as comunidades por ter a atmosfera de objectividade considerada.
“Direitos” é agora uma palavra tão plástica, pronta a ser cooptada por qualquer perspectiva sobre qualquer questão, conferindo solenidade aos argumentos mais triviais e equivocidade aos mais vitais, revelando os fundamentos imperceptíveis dos modos de vida, de modo a tornar explícito o que só pode estar implícito.
O homem e a mulher no desenho animado de Bob não têm palavras para descrever como estão um com o outro no seu mundo, porque estar um com o outro no seu mundo não está em discussão.
Bob retrata-o com uma franqueza que nenhuma palavra poderia alcançar – pela modéstia infalível das suas linhas, pelos poucos elementos da sua composição e pela afinidade não elaborada entre as curvas das costas da mulher e a ondulação das colinas abaixo e entre as madeixas do cabelo do homem e da dispersão das nuvens acima.
Este homem e esta mulher encaixam no seu mundo como peças de um puzzle humano. Não há outro lugar nem outro caminho para eles. São encantadores porque estão encantados.
OffGuardian
The Season for Living
In October 2020, Bob Moran published a cartoon privately on social media. Bob was still employed by The Telegraph newspaper, though he would soon be sacked from this position. Bob’s cartoon was of …
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29 meses após um arrogante ‘não’, presidente do IST vai ter de mostrar 51 ‘esboços embrionários que consubstanciam meros ensaios para eventuais relatórios’ sobre a pandemia
Num país onde há cientistas que, por ocuparem uma cátedra, ‘falam de cátedra’ sem humildade científica, um acórdão do Tribunal Central Administrativo do Sul veio dar este mês uma lição ao presidente do Instituto Superior Técnico (IST). Após Rogério Colaço ter recusado divulgar, de forma arrogante, relatórios sobre a situação epidemiológica da covid-19 no Verão de 2022, uma luta judicial do PÁGINA UM ao longo de quase 30 meses teve finalmente um desfecho: o IST vai ter mesmo de revelar o conteúdo integral de 52 relatórios, elaborados em parceria com a Ordem dos Médicos, que ‘ajudaram’ a prolongar o estado de pânico durante a segunda metade da pandemia. O PÁGINA UM já conseguira em primeira instância que o IST cedesse o último relatório (nº 52) que, com base em estimativas enviesadas e especulações de escasso rigor e transparência, atribuíra centenas de mortes às festas populares e aos festivais de música no Verão de 2022. Com episódios caricatos e pouco edificantes para a academia, o IST chegou a dizer que não elaborara qualquer relatório mas sim “um esboço embrionário, que consubstancia um mero ensaio para um eventual relatório’. Agora, tem de mostrar mais 51, mesmo se mantiver a espúria tese dos “esboço embrionário”.
Num país onde há cientistas que, por ocuparem uma cátedra, ‘falam de cátedra’ sem humildade científica, um acórdão do Tribunal Central Administrativo do Sul veio dar este mês uma lição ao presidente do Instituto Superior Técnico (IST). Após Rogério Colaço ter recusado divulgar, de forma arrogante, relatórios sobre a situação epidemiológica da covid-19 no Verão de 2022, uma luta judicial do PÁGINA UM ao longo de quase 30 meses teve finalmente um desfecho: o IST vai ter mesmo de revelar o conteúdo integral de 52 relatórios, elaborados em parceria com a Ordem dos Médicos, que ‘ajudaram’ a prolongar o estado de pânico durante a segunda metade da pandemia. O PÁGINA UM já conseguira em primeira instância que o IST cedesse o último relatório (nº 52) que, com base em estimativas enviesadas e especulações de escasso rigor e transparência, atribuíra centenas de mortes às festas populares e aos festivais de música no Verão de 2022. Com episódios caricatos e pouco edificantes para a academia, o IST chegou a dizer que não elaborara qualquer relatório mas sim “um esboço embrionário, que consubstancia um mero ensaio para um eventual relatório’. Agora, tem de mostrar mais 51, mesmo se mantiver a espúria tese dos “esboço embrionário”.
www.paginaum.pt
29 meses após um arrogante ‘não’, presidente do IST vai ter de mostrar 51 ‘esboços embrionários que consubstanciam meros ensaios…
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ESTES NATAIS SINISTROS: UM TEXTO DE GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ
por Gabriel García Márquez
Já ninguém se recorda de Deus no Natal. Há tanto estrondo de corneta e fogos de artifício, tantas guirlandas de focos de cores, tantos perus inocentes degolados e tantas angústias de dinheiro que ultrapassam nossos recursos reais que podemos nos perguntar se a alguém resta um instante para perceber que semelhante alvoroço é para celebrar o aniversário de uma criança que nasceu há 2000 anos numa estrebaria de miséria, a pouca distância de onde havia nascido, uns mil anos antes, o rei David. Novecentos e cinquenta e quatro milhões de cristãos crêem que essa criança era Deus encarnado, mas muitos celebram-no se na realidade não o acreditassem. Celebram-no além disso muitos milhões que nunca o acreditaram, mas agrada-lhes a pândega, e muitos outros estariam dispostos a virar o mundo do avesso para que ninguém continuasse a acreditar. Seria interessante averiguar quantos deles crêem também, no fundo da sua alma, que o Natal de agora é uma festa abominável, e não se atrevem a dize-lo por um preconceito que já não é religioso e sim social.
por Gabriel García Márquez
Já ninguém se recorda de Deus no Natal. Há tanto estrondo de corneta e fogos de artifício, tantas guirlandas de focos de cores, tantos perus inocentes degolados e tantas angústias de dinheiro que ultrapassam nossos recursos reais que podemos nos perguntar se a alguém resta um instante para perceber que semelhante alvoroço é para celebrar o aniversário de uma criança que nasceu há 2000 anos numa estrebaria de miséria, a pouca distância de onde havia nascido, uns mil anos antes, o rei David. Novecentos e cinquenta e quatro milhões de cristãos crêem que essa criança era Deus encarnado, mas muitos celebram-no se na realidade não o acreditassem. Celebram-no além disso muitos milhões que nunca o acreditaram, mas agrada-lhes a pândega, e muitos outros estariam dispostos a virar o mundo do avesso para que ninguém continuasse a acreditar. Seria interessante averiguar quantos deles crêem também, no fundo da sua alma, que o Natal de agora é uma festa abominável, e não se atrevem a dize-lo por um preconceito que já não é religioso e sim social.
Patria Latina
ESTES NATAIS SINISTROS: UM TEXTO DE GABRIEL GARCIA MÁRQUEZ - Patria Latina
por Gabriel García Márquez Já ninguém se recorda de Deus no Natal. Há tanto estrondo de corneta e fogos de artifício, tantas guirlandas de focos de cores, tantos perus inocentes degolados e tantas angústias de dinheiro que ultrapassam nossos recursos reais…
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O Natal é uma época de celebrações!
A esmagadora maioria dos habitantes deste planeta celebra uma famosa campanha publicitária, de 1931, para uma marca de refrigerante dos Estados Unidos.
Outros, vá-se lá saber porquê, celebram o nascimento de Jesus Cristo.
Mas, as celebrações não param por aqui.
Celebra-se entre muitas coisas, o nascimento do Sol Invicto, mas também de Brian.
Brain, filho de pai incógnito, nasceu na manjedoura ao lado de Jesus.
Seja qual for o motivo da celebração de cada um, o canal Informação Incorrecta deseja a todos um feliz Natal.
A esmagadora maioria dos habitantes deste planeta celebra uma famosa campanha publicitária, de 1931, para uma marca de refrigerante dos Estados Unidos.
Outros, vá-se lá saber porquê, celebram o nascimento de Jesus Cristo.
Mas, as celebrações não param por aqui.
Celebra-se entre muitas coisas, o nascimento do Sol Invicto, mas também de Brian.
Brain, filho de pai incógnito, nasceu na manjedoura ao lado de Jesus.
Seja qual for o motivo da celebração de cada um, o canal Informação Incorrecta deseja a todos um feliz Natal.
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Monty Phyton - A vida de Brian (legendado) parte 1/9
O cenário é a Judéia, ano 33 D.C., uma época de pobreza e caos, cheia de messias e seguidores e com os romanos tentando promover algum tipo de ordem. Brian Cohen (Graham Chapman), um relutante candidato a messias, se torna importante devido a uma série de…
Forwarded from Enjoy the Decline
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How are you going to kill it? @EnjoyTheD
O ex-chefe da NATO, Jens Stoltenberg, assumiu o papel de chefe do Grupo Bilderberg
https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-11-18/former-nato-chief-stoltenberg-to-co-chair-bilderberg-group
https://www.bloomberg.com/news/articles/2024-11-18/former-nato-chief-stoltenberg-to-co-chair-bilderberg-group
Bloomberg.com
Former NATO Chief Stoltenberg to Co-Chair Bilderberg, Paper Says
Jens Stoltenberg, the former Secretary General of NATO, will become the new co-chair of the Bilderberg Group, newspaper DN quoted him as saying.
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Matar o ambiente para “salvar o planeta”.
Partilhado de uma publicação no X: Michael Shellenberger @shellenberger 👇
As autoridades governamentais disseram que a construção de enormes turbinas eólicas industriais não mataria as baleias. Estavam errados e poderiam estar a mentir. Estão a matar baleias, e têm matado baleias, há anos. Aqui está a prova.
Partilhado de uma publicação no X: Michael Shellenberger @shellenberger 👇
As autoridades governamentais disseram que a construção de enormes turbinas eólicas industriais não mataria as baleias. Estavam errados e poderiam estar a mentir. Estão a matar baleias, e têm matado baleias, há anos. Aqui está a prova.
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Forwarded from Outras Evidências (Marta Gameiro)
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Robert F. Kennedy Jr: "O Evento 201 é uma simulação que eles fizeram logo antes da Covid chegar, e era um exercício sobre como lidar com pandemias... O que eles conversaram foi sobre como transformar a América em um estado totalitário."
"Consegui encontrar 22 dessas simulações... Fauci e Bill Gates desempenham papéis importantes nelas."
"Bill Gates ligou para Fauci em 2000... e ele disse: quero lhe propor uma parceria, para que você e eu trabalhemos juntos para vacinar o mundo."
"E a história dessas simulações é extremamente importante porque... era uma forma de treinar e praticar um golpe de estado contra a democracia americana."
"E eles impõem algo... chamado síndrome de Estocolmo, onde o prisioneiro... chega à crença de que a única maneira de salvar sua vida é por meio da obediência obsequiosa e absoluta aos seus captores."
"E todos esses exercícios tinham a intenção de impor e induzir essa condição em todo o público."
"Consegui encontrar 22 dessas simulações... Fauci e Bill Gates desempenham papéis importantes nelas."
"Bill Gates ligou para Fauci em 2000... e ele disse: quero lhe propor uma parceria, para que você e eu trabalhemos juntos para vacinar o mundo."
"E a história dessas simulações é extremamente importante porque... era uma forma de treinar e praticar um golpe de estado contra a democracia americana."
"E eles impõem algo... chamado síndrome de Estocolmo, onde o prisioneiro... chega à crença de que a única maneira de salvar sua vida é por meio da obediência obsequiosa e absoluta aos seus captores."
"E todos esses exercícios tinham a intenção de impor e induzir essa condição em todo o público."
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Forwarded from Edward Slavsquat
The Dreaded Virus continues to ravage St. Petersburg. The only way to Flatten the Curve is to prohibit public gatherings that aren't endorsed by the government until the end of 2025, at which point the difficult decision of extending this prudent public health measure until the end of 2026 will need to be made. Thank you for your understanding and cooperation. 🤝🤝 [source: tass.ru]
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Como é que a perceção das pessoas sobre a realidade muda? Como se cria a ideia de que o planeta está a aquecer? Por vezes, só precisa de alterar as cores com que desenha um mapa e os números desaparecem. Poder da Metacomunicação!
https://stefano.re/clima-comanda-color/
https://stefano.re/clima-comanda-color/
Stefano.Re
Clima Comanda Color
Come si modifica la percezione di realtà delle persone? Come si crea l'idea che il pianeta si stia surriscaldando? A volte basta cambiare i colori con cui disegni una mappa e i numeri scompaiono. Potere della Metacomunicazione!
Forwarded from SENATOR ROBERTS UNCENSORED
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Video is true.
This is the reason that I called out the Liberal-Labor Uniparty’s suite of digital controls from the start 4 years ago when Morrison started introducing & developing:
• Digital ID
• Misinformation And Disinformation
• Identity Verification
• Age Verification for social media as a means for requiring digital ID
• RBA digital currency research including link to global digital currency
Video Credit: Wide Awake Media on X @wideawake_media
This is the reason that I called out the Liberal-Labor Uniparty’s suite of digital controls from the start 4 years ago when Morrison started introducing & developing:
• Digital ID
• Misinformation And Disinformation
• Identity Verification
• Age Verification for social media as a means for requiring digital ID
• RBA digital currency research including link to global digital currency
Video Credit: Wide Awake Media on X @wideawake_media
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Forwarded from Outras Evidências (Marta Gameiro)
Vamos falar sobre…Incêndios florestais na Califórnia
Incêndios florestais sem precedentes devastaram a área de Los Angeles nos últimos dias, destruindo bairros e ameaçando marcos históricos.
A BBC está gentilmente a manter uma contagem atualizada do número de celebridades cujas casas foram incendiadas.
Esta é a primeira vez na história registada que incêndios florestais desta escala ocorrem na Califórnia em janeiro, de acordo com um especialista citado no New Scientist:
“Embora os incêndios em Santa Ana não sejam novidade no sul da Califórnia, este tipo de evento de incêndio explosivo nunca aconteceu em janeiro antes, e só aconteceu uma vez em dezembro”, diz Crystal Kolden, da Universidade da Califórnia, Merced.
Ainda não há informações oficiais sobre o que terá dado origem aos incêndios, embora as autoridades do Corpo de Bombeiros da Califórnia tenham afirmado que 95% dos incêndios florestais no estado são provocados por humanos.
Mas, independentemente da forma como começaram – e como aconteceu com outros incêndios florestais na história recente – temos de nos perguntar se esta situação foi fomentada pela inacção.
Está bem documentado que – sob o pretexto de “ambientalismo” – as autoridades da Califórnia se recusaram a limpar arbustos ou a abrir aceiros nas florestas, mesmo após quatro meses de seca.
Foi também relatado que os hidrantes estavam a secar, supostamente devido à seca mencionada.
Depois, há a história mais do que suspeita de que as seguradoras começaram a cancelar espontaneamente as apólices de seguro de habitação nas áreas afetadas de Los Angeles há meses.
Tudo isto pinta um quadro de algum tipo de intencionalidade, não é?
Mas ignorem tudo isto, provavelmente foi a mudança climática que causou o “chicote hidroclimático”, certo?
Incêndios florestais sem precedentes devastaram a área de Los Angeles nos últimos dias, destruindo bairros e ameaçando marcos históricos.
A BBC está gentilmente a manter uma contagem atualizada do número de celebridades cujas casas foram incendiadas.
Esta é a primeira vez na história registada que incêndios florestais desta escala ocorrem na Califórnia em janeiro, de acordo com um especialista citado no New Scientist:
“Embora os incêndios em Santa Ana não sejam novidade no sul da Califórnia, este tipo de evento de incêndio explosivo nunca aconteceu em janeiro antes, e só aconteceu uma vez em dezembro”, diz Crystal Kolden, da Universidade da Califórnia, Merced.
Ainda não há informações oficiais sobre o que terá dado origem aos incêndios, embora as autoridades do Corpo de Bombeiros da Califórnia tenham afirmado que 95% dos incêndios florestais no estado são provocados por humanos.
Mas, independentemente da forma como começaram – e como aconteceu com outros incêndios florestais na história recente – temos de nos perguntar se esta situação foi fomentada pela inacção.
Está bem documentado que – sob o pretexto de “ambientalismo” – as autoridades da Califórnia se recusaram a limpar arbustos ou a abrir aceiros nas florestas, mesmo após quatro meses de seca.
Foi também relatado que os hidrantes estavam a secar, supostamente devido à seca mencionada.
Depois, há a história mais do que suspeita de que as seguradoras começaram a cancelar espontaneamente as apólices de seguro de habitação nas áreas afetadas de Los Angeles há meses.
Tudo isto pinta um quadro de algum tipo de intencionalidade, não é?
Mas ignorem tudo isto, provavelmente foi a mudança climática que causou o “chicote hidroclimático”, certo?
OffGuardian
Let’s talk about…California Wildfires
Unprecedented wildfires have swept the Los Angeles area over the last few days, destroying neighbourhoods and threatening landmarks. The BBC is helpfully keeping a running tally of the number of ce…
O reservatório de água de Pacific Palisades estava completamente desligado e esvaziado pouco antes de os incêndios deflagrarem na zona.
Los Angeles Times
State to probe why Pacific Palisades reservoir was offline, empty when firestorm exploded
A reservoir in the Palisades that holds 117 million gallons of water was offline this month for previously scheduled maintenance.
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Forwarded from Resistir.info
Media is too big
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O filósofo francês Luc Ferry sobre a inutilidade do confronto com a Rússia