Informação Incorrecta
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O CEO do Telegram, Pavel Durov, foi formalmente acusado por um juiz francês.

Fica impedido de sair de França e colocado em liberdade vigiada, com a obrigação de pagar uma caução de 5 milhões de euros.
Contra o Império Escravizador das Trevas!
Um novo livro de Paul Cudenec

Pode ser, por vezes, uma sensação estranha apresentar uma compreensão do mundo que difere tão radicalmente daquela que é geralmente aceite pelos meus contemporâneos.

Recentemente, ao tentar resumir as minhas descobertas a alguns conhecidos, questionei-me se estava realmente no caminho certo.

A enormidade do que estava a descrever – a total inacreditabilidade de uma perspectiva “mainstream” – deixou-me momentaneamente na dúvida.

Estaria eu errado sobre tudo isto? Será que, de alguma forma, me perdi e entrei em algum beco sem saída crédulo?

Tenho o prazer de informar que o trabalho de elaboração do meu novo livro, Against the Dark Enslaving Empire! A condenação da conspiração criminocrática global livrou-me definitivamente de tais dúvidas!

Por si só, a própria tarefa de transformar centenas de hiperligações online em notas finais fáceis de ler fez-me lembrar que as conclusões que tiro não surgem do nada.

Tudo o que escrevi sobre a identidade e a natureza da criminocracia baseia-se em provas sólidas.

E, de facto, foi esta evidência que me conduziu à posição que agora assumo. Não procurava descobrir esta realidade específica e não tinha nenhuma hipótese para a qual precisasse de reunir provas.

Passo a passo, clique a clique, livro a livro, as provas trouxeram-me até aqui.

O juízo que faço sobre este estado de coisas e a alternativa que apresento são, obviamente, pessoais.

Mas mesmo aqui sei que a raiva que sinto do sistema dominante, a minha intuição de que aquilo de que estamos a falar é indescritivelmente mau, não é meramente individual, mas amplamente partilhada.

Sinto que estamos cada vez mais a experimentar, juntos, uma poderosa compreensão colectiva daquilo que nos governa e de quão vital é acabarmos com o seu reinado maligno.

Começo esta compilação dos meus escritos de 2024 com a peça que deu título ao livro – O império escravizador das trevas.

Embora não diga nada que eu não tenha dito antes e não traga nenhuma informação nova à mesa, tem o mérito de resumir o resto do conteúdo deste tomo e poderia, de facto, ter servido como um prefácio por si só!

Este item de abertura foi publicado online, no Winter Oak e no meu Substack, a 12 de julho de 2024, mas o resto dos artigos são apresentados pela ordem em que foram originalmente publicados.
Forwarded from Tucker Carlson
Media is too big
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Mike Benz joins Tucker and breaks down everything you need to know about the Deep State’s involvement in Telegram, and why they arrested its CEO, Pavel Durov.

Watch the full conversation here: https://youtu.be/vKBOrkk1FZE
A propósito do Brasil ter banido hoje o X, fica este videocast com um enquadramento interessante: https://sol.sapo.pt/2024/05/23/episodio-18-a-situacao-no-brasil/
Elon Musk sob ataque após manifestar apoio ao golpe boliviano

O bilionário proprietário da Tesla, Elon Musk, foi criticado depois de ter saudado a deposição do presidente boliviano, Evo Morales, no ano passado, no que foi visto como uma tentativa de obter as reservas de lítio do país.

Em resposta a um tweet no sábado que acusava o governo dos EUA de expulsar Morales, permitindo que Musk tivesse acesso aos recursos bolivianos, escreveu: “Vamos dar um golpe a quem quisermos! Lide com isso.

Centenas de populações indígenas da Bolívia foram massacradas na sequência do que foi classificado como “um golpe fascista” contra Morales, que se encontra actualmente exilado na Argentina.

A Bolívia tem entre 25% e 45% das reservas mundiais de lítio conhecidas, cerca de 21 toneladas, a maior parte das quais no salar de Salar de Uyuni.

O lítio é um componente crucial das baterias utilizadas nos veículos Telsa e noutros automóveis elétricos, bem como nos computadores e outros equipamentos, e o seu valor deverá disparar à medida que as vendas destes veículos aumentam.

De acordo com a actual constituição boliviana, o lítio só pode ser extraído e processado por bolivianos, mas os corsários continuam a pressionar para o acesso aos vastos recursos do país.

Os esforços para obter acesso ao metal precioso, liderados por empresas mineiras transnacionais sediadas nos Estados Unidos, Canadá, Coreia do Sul e outros países, falharam antes da destituição de Morales.

Em vez disso, fechou acordos com empresas chinesas e russas que beneficiariam a população indígena da Bolívia.

Morales classificou o golpe como um “ato de vingança dos Estados Unidos, que nunca aceitaram a perda de controlo do mercado boliviano do lítio em favor das empresas chinesas e alemãs”.

Washington ficou particularmente irritado com os planos da Bolívia para desenvolver a produção de lítio com a China.

O valor total dos acordos comerciais entre os dois países cresceu de 75 milhões de dólares (57 milhões de libras) para 2,25 mil milhões de dólares (1,72 mil milhões de libras) entre 2000 e 2014.

A administração golpista liderada por Jeanine Anez anunciou imediatamente planos para convidar transnacionais, incluindo a Tesla, a explorar as reservas de lítio da Bolívia.
Vamos começar a publicar a longa lista do @Alexandre dos crimes do presidente, juntamente com as leis brasileiras específicas que ele quebrou, amanhã.

Obviamente, ele não precisa de cumprir a lei dos EUA, mas precisa de cumprir as leis do seu próprio país.

É um ditador e uma fraude, não um juiz.

https://x.com/elonmusk/status/1829772614614536537
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Tecnofascismo: o governo pressionou as empresas tecnológicas para censurar os utilizadores

“As plataformas da Internet têm um poderoso incentivo para agradar a importantes funcionários federais, e o registo neste caso mostra que funcionários de alto nível exploraram habilmente a vulnerabilidade do Facebook… Não é de surpreender que estes esforços tenham dado frutos. O Facebook adotou novas regras que se adaptavam melhor aos desejos dos funcionários, e muitos utilizadores que expressaram opiniões desaprovadas sobre a pandemia ou as vacinas COVID-19 ficaram ‘deplatform’ ou de outra forma prejudicados.”
Juiz Samuel Alito, dissidente no caso Murthy v.

Mark Zuckerberg, CEO da Meta, admitiu finalmente o que sempre soubemos: o Facebook conspirou com o governo para censurar os indivíduos que expressassem opiniões “reprovadas” sobre a pandemia de COVID-19.

A confissão de Zuckerberg surge na sequência de uma série de decisões judiciais que fecham os olhos ao tecnofascismo do governo.

(...)Bem-vindo à era da tecnocensura.

No papel, pelo menos ao abrigo da Primeira Emenda, somos tecnicamente livres para falar.

Na realidade, porém, agora só temos a liberdade de falar que um funcionário do governo, ou entidades empresariais como o Facebook, a Google ou o YouTube, o permitam.

Caso em questão: documentos internos divulgados pelo Subcomité Seleto do Poder Judicial da Câmara sobre Armamento do Governo Federal confirmaram o que há muito suspeitávamos: que o governo tem trabalhado em conjunto com as empresas de redes sociais para censurar o discurso.

Por “censor”, referimo-nos aos esforços concertados do governo para amordaçar, silenciar e erradicar completamente qualquer discurso que entre em conflito com a narrativa aprovada pelo próprio governo.

Isto é o politicamente correcto levado ao seu extremo mais assustador e opressivo.
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Joe Biden diz que os Serviços Secretos já não o deixam sair para as multidões. "Dizem que é muito perigoso".
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Indonésia exige que os visitantes internacionais apresentem uma declaração eletrónica de saúde antes da chegada

Tangerangue. A Indonésia implementou um novo requisito para que todos os visitantes internacionais apresentem uma declaração de saúde electrónica como parte das medidas em curso para prevenir a propagação da Mpox. Isto aplica-se a todos os pontos de entrada, incluindo o Aeroporto Internacional Soekarno-Hatta, em Tangerang.

Os visitantes devem descarregar a aplicação SatuSehat, disponível gratuitamente, e preencher o formulário de declaração de saúde antes da sua chegada, segundo o porta-voz do aeroporto, Holik Muardi, na segunda-feira.

“Como parte dos esforços reforçados de controlo da saúde, todas as chegadas internacionais ao território indonésio são obrigadas a apresentar a declaração de saúde electrónica através da aplicação SatuSehat antes da sua chegada”, afirmou Holik.

O mandato, que entrou em vigor a 29 de agosto, aplica-se em todo o país.
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A polícia irlandesa detém Enoch Burke, o professor que se recusa a endossar e afirmar a ideologia transgénero
Novo estudo questiona origens fósseis de petróleo e gás

A hipótese atual é que o petróleo bruto e o gás natural são produtos de material fóssil orgânico. Mas um estudo recentemente publicado coloca isso em causa. Em experiências laboratoriais, os cientistas descobriram que estes hidrocarbonetos podem formar-se no manto terrestre sob alta pressão.

Um estudo recentemente publicado intitulado “Genesis of Deep Abiogenic Hydrocarbon Systems” desafia a suposição generalizada de que o petróleo e o gás natural provêm exclusivamente de fontes fósseis. Cientistas liderados por Vladimir G. Kutcherov, do Instituto Real de Tecnologia sueco KTH, apresentam evidências de uma teoria alternativa da formação de hidrocarbonetos nas profundezas do interior da Terra. Isto é também defendido por outros cientistas.
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Então…Qual é o problema da campanha de vacinação contra a poliomielite em Gaza?

Há duas semanas, foi detectado o primeiro caso de poliomielite em Gaza em 25 anos, deixando uma criança de dez meses parcialmente paralisada e obrigando a uma acção decisiva por parte da Organização Mundial de Saúde.

Os médicos foram enviados para Gaza com mais de um milhão de doses de vacina contra a poliomielite, com o objectivo de vacinar 640 mil crianças em tempo recorde.

Israel e o Hamas concordaram mesmo em fazer pausas “humanitárias”, entre aspas, no bombardeamento durante algumas horas todos os dias para fazer as vacinações.

A boa notícia – de acordo com a OMS – é que todos estes esforços foram bem-sucedidos até agora e, na verdade, também estão a vacinar mais crianças do que planeavam.

…E o mundo deu um sinal de alívio.

Felizmente, as crianças famintas e sem-abrigo de Gaza não contrairão poliomielite enquanto se agacham sob os escombros das suas casas, rezando para que o próximo lote de bombas de fragmentação não as alcance.

Por vezes, uma história chega às notícias e a sua reação inicial é simplesmente: “Espera… o quê?”

Costumava ser uma ocorrência semirregular, mas desde “covid” tornou-se quase diária. Esta é uma dessas histórias. Eu simplesmente não compreendo.

A criança paralisada deveria receber a sua primeira vacina contra a poliomielite no dia 7 de Outubro do ano passado – o mesmo dia da “Inundação de Al-Aqsa”, se é que se pode acreditar (na verdade, não posso, mas cada vez mais não posso). acredito mesmo em qualquer coisa).

Porque é que Israel concordaria com “pausas humanitárias” para vacinar crianças que aparentemente pretendem fazer em pedaços?

Quer dizer, se pode parar de explodir crianças porque não quer que morram de poliomielite, não pode parar de explodir crianças porque não quer que morram por causa das explosões?

Não se esqueçam que, mesmo antes da última “guerra” unilateral, Israel já privava Gaza de abastecimentos, água e energia há anos.

Porque é que as vacinas são a exceção a isso?

Porque é que a vacinação contra a poliomielite, entre todas as coisas, é alguma prioridade neste momento?

Imaginem Darth Vader que está a lutar contra Obi Wan Kenobi num corredor da Estrela da Morte – cada golpe do sabre de luz com a intenção de desferir um golpe mortal – mas depois faz uma pausa na luta para avisar o homem mais velho sobre um sinal de “cuidado : chão molhado” atrás dele .

Tem aquele sentimento semelhante ao do ISIS, que subitamente pediu o fim dos atentados suicidas durante a “pandemia”.

A única explicação que consigo pensar é que existe algum tipo de prioridade quando se trata de narrativas. A guerra supera as alterações climáticas, mas as vacinas superam a guerra e assim sucessivamente.

Esta é uma forma de reforçar a vitalidade esmagadora da vacinação, mesmo os inimigos, que se fazem explodir uns aos outros numa guerra, param para vacinar as crianças (antes de as explodirem). As vacinas são muito importantes.
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Forwarded from Outras Evidências (Marta Gameiro)
Nas primeiras 24h quase 2400 assinaturas! Faltam 5000 para conseguir que seja discutida em plenário!

A participação cívica na vida política e pública é essencial! Devemos estar dispertos para o que se passa na Europa e no Mundo para que fenómenos como o Covid não se tornem a repetir.

A Europa caminha no sentido de implementar uma rede de vigilância dos seus cidadãos semelhante à China. Quiçá para tentar fazer-lhe frente economicamente.

Mas nós não somos chineses. E na Europa, por enquanto, ainda há liberdade política.

Se este assunto o incomoda, por favor assine e partilhe. Todos juntos fazemos a diferença quando os partidos políticos nos falham.

https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT122152
Forwarded from Resistir.info
PETIÇÃO PÚBLICA, https://peticaopublica.com/mobile/pview.aspx?pi=PT122152 O projecto EUVABECO, oriundo da Comissão Europeia, visa intensificar e controlar a "vacinação" na União Europeia, e está em vias de lançar 5 “ferramentas” que devem, até 2030, governar a Saúde Pública e Privada, a saber :

• Ferramenta médica: um sistema de apoio à tomada de decisão para médicos, profissionais de saúde e pacientes, facilitando escolhas “informadas” no que concerne à "vacinação";
• Ferramenta social: um sistema de triagem para facilitar campanhas de "vacinação" direccionadas, bem como a monitorização contínua para uma “entrega de vacinas mais eficaz”;
• Ferramenta industrial: um folheto electrónico para "vacinas", com vista a permitir uma “distribuição mais flexível de vacinas”;
• Ferramenta de modelação e previsão: um simulador de doenças para sensibilizar para a dinâmica das infecções na comunidade e para o impacto das intervenções de saúde pública;
• Ferramenta digital: um cartão de "vacinação" transfronteiriço, permitindo o controlo dos cuidados de saúde a nível global e ao longo da vida;

Esta última ferramenta está prestes a ser lançada em cinco países da UE: Bélgica, Grécia, Letónia, Alemanha e Portugal ++++++ De resto, a agenda da EUVABECO prevê a implementação deste CVE em 2026, que, integrado no sistema global de certificação digital da Organização Mundial da Saúde (OMS), está a ser conjugado com dois outros projectos, a saber: Identidade Digital Europeia e Moeda Digital Europeia; Assim, o CVE surge como um instrumento de rastreamento, controlo e coerção dos cidadãos, que, se não for travado, nos conduzirá a cinco pontos de não retorno:

1 – Supressão da liberdade individual
A introdução de um Cartão Europeu de Vacinação constitui uma séria ameaça aos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, tratando-se de mais um passo em direcção a uma sociedade de vigilância onde cada movimento, cada decisão de saúde, será rastreada e, potencialmente controlada, pelas autoridades. O CVE abre as portas a uma intrusão sem precedentes na privacidade dos cidadãos, transformando os dados de saúde numa ferramenta de controlo social.

2 – Risco de discriminação e de exclusão social
Tal como sucedeu com o certificado digital Covid, este cartão acarreta um enorme risco de discriminação dos cidadãos que, no exercício do seu direito de optarem por não adoptar as recomendações de "vacinação" impostas pelas autoridades de saúde, poderão ser excluídos de vários aspectos da vida em sociedade, enfrentando restrições, tais como: acesso a determinados serviços; viagens; ou mesmo a impossibilidade de trabalhar; etc.

3 – Perigo da centralização dos dados de saúde
O CVE centralizará uma enorme quantidade de dados pessoais sensíveis. A consolidação das informações de saúde num único documento digital aumenta significativamente o risco de ataques cibernéticos e o perigo de vazamento de dados, acarretando a sua vulnerabilidade e expondo os cidadãos a violações da sua privacidade. Para além do mais, quem garante que tais dados pessoais não serão utilizados para fins diferentes dos inicialmente previstos?

4 – Ilusão de segurança.
Os proponentes da EUVABECO e do CVE alegam razões de segurança e de protecção da saúde pública. Porém, esta segurança é ilusória, pois a promessa de uma melhor gestão das crises sanitárias e da saúde pública não pode ser feita à custa da restrição dos direitos, liberdades e garantias dos cidadãos, constitucionalmente consagrados. A segurança não pode justificar um controlo excessivo e a vigilância constante dos cidadãos.

5 – O controlo global.
Vinculando o CVE à identidade digital e à moeda digital europeias, as autoridades europeias estão a lançar as bases para uma sociedade onde todos os aspectos da existência dos cidadãos serão condicionados pela sua submissão a supostos ditames de saúde. Este controlo totalitário sobre os indivíduos, com o pretexto da saúde, deve ser travado imediatamente.
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Forwarded from Resistir.info
Em face do acima exposto, e considerando ainda que: *Os dados de saúde dados pessoais sensíveis, sujeitos a um regime de protecção adicional (vide o artigo 9.º do RGPD, da regulação já instituída pela Lei n.º 12/2005, de 26 de janeiro, e o disposto no artigo 29.º da Lei de Execução do RGPD), regendo-se, designadamente,pelo princípio da necessidade de conhecer a informação (cfr. n.º 1 do artigo 29.º da Lei de Execução do RGPD);

*Já existe, em Portugal, um registo centralizado no que à "vacinação" dos utentes concerne (a denominada “ficha vacinal do utente”) no sistema informático dos centros de saúde, contendo o registo das "vacinas" administradas a cada cidadão, constando tal “ficha vacinal” do “eBoletim”, ou Boletim de Vacinas Electrónico (o formato digital do boletim de "vacinas" de cada utente, onde estão registadas todas as suas "vacinas" - as já administradas e as futuras). Esta alternativa ao boletim em formato físico está acessível “a qualquer pessoa que esteja registada na área pessoal do portal do SNS 24” ou que “tenha a aplicação móvel SNS 24 instalada” e não tem qualquer custo.

Pergunta-se qual a necessidade da recolha de informação vacinal por via do CVE, qual o seu real propósito e como se fundamenta a necessidade de recolha da informação a constar no CEV, se tal informação já consta do Boletim de Vacinas Electrónico, que pode ser consultado em qualquer momento, em qualquer lugar, a partir da “app” oficial do SNS, a descarregar no telemóvel de cada cidadão.Considerando ainda que, os cidadãos, enquanto titulares de dados pessoais têm direitos de natureza fundamental, irrenunciáveis, consagrados, desde logo no artigo 8.º da Carta dos Direitos Fundamentais da União Europeia (CDFUE) e no artigo 35.º da Constituição da República Portuguesa, reconhecidos igualmente pelo artigo 16.º do Tratado de funcionamento da União Europeia; e que, o direito à protecção dos dados pessoais deve ainda ser conjugado com outros direitos fundamentais conexos, como o direito à livre disposição do próprio corpo (artigo 25.º da CRP) o direito à reserva da intimidade da vida privada, ao desenvolvimento da personalidade, à protecção legal contra quaisquer formas de discriminação (art.º 26.º da CRP), e também com o princípio da dignidade da pessoa humana (art.º 1.º da CRP) e o direito à liberdade (art.º 27.º da CRP) – direitos, liberdades e garantias constitucionais que assumem especial relevância em ambiente digital; e a partilha de dados pessoais de saúde, centralizados por via do CVE, com organismos de outros países e com organismos supra-nacionais (estando o CVE integrado no sistema global de certificação digital da OMS – o “global digital health certification”), sem o consentimento dos respectivos titulares, considerando tudo isto, dizíamos, somos levados a concluir que este Cartão Europeu constitui uma violação frontal dos mais essenciais direitos elencados,

Os cidadãos abaixo assinados opõem-se à implementação do Cartão Europeu de Vacinação em Portugal, prevista para 2026, razão pela qual peticionam a V. Exas, a actuação conforme a esta oposição, mormente a imediata saída de Portugal do projecto EUVABECO.