Cancro de pulmão mata a censora-chefe do YouTube Susan Wojcicki, aos 56 anos
Ela era absolutamente vil. Um verdadeiro monstro.
Susan Wojcicki, 56, foi morta por um rápido início de câncro de pulmão após ser totalmente vacinada. Seu corpo foi encontrado na mesma garagem de Menlo-Park onde o Google foi fundado.
Sob a sua liderança, o YouTube censurou mais de 1 milhão de vídeos sobre segurança de v*cina…
— Morreu repentinamente…
Ela era absolutamente vil. Um verdadeiro monstro.
Susan Wojcicki, 56, foi morta por um rápido início de câncro de pulmão após ser totalmente vacinada. Seu corpo foi encontrado na mesma garagem de Menlo-Park onde o Google foi fundado.
Sob a sua liderança, o YouTube censurou mais de 1 milhão de vídeos sobre segurança de v*cina…
— Morreu repentinamente…
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Você pode não possuir nada mais cedo do que pensa
Imagine um mundo onde a propriedade é uma memória distante, substituída por uma aparência assustadora de alegria na desapropriação. Em 2016, Klaus Schwab, o enigmático arquiteto do Fórum Económico Mundial, previu um futuro em que, em 2024, a humanidade seria despojada de suas posses, acorrentada em correntes digitais, mas enganada num estado de contentamento. Inicialmente descartado como loucura, estamos no precipício dessa realidade angustiante; a visão de Schwab paira ameaçadoramente sobre nós, mais profética do que ousamos acreditar.
Por décadas, uma cabala clandestina de tecnocratas orquestrou meticulosamente a nossa descida à servidão digital. Nós caminhamos sonâmbulos para a sua armadilha e entregamos nossos direitos e posses àqueles que exercem o poder do toque de tecla. Neste admirável mundo novo, a propriedade é uma ilusão e, com um mero comando digital, tudo o que prezamos pode ser apreendido.
Este artigo revela a agenda sinistra por trás da fachada do progresso. Ele explora a erosão da propriedade por meio de acordos click-wrap, a desmaterialização de nossos ativos em bancos de dados nas últimas décadas, a ascensão das Moedas Digitais do Banco Central (CBDCs), que ameaça nosso controle sobre o dinheiro, e The Great Taking, que ameaça nosso controle sobre o restante de nossos ativos não monetários.
Nem tudo está perdido, embora, em um artigo separado, eu aborde que nossa salvação não vem das urnas, mas por meio de nossa não conformidade radical. A tecnologia pode ser usada para promover a liberdade ou a tirania. Discutirei como podemos adotar tecnologias para combater o sistema de escravidão digital que está sendo desenvolvido ativamente por tecnocratas, garantindo assim nossa privacidade, capacidade de nos envolver em comércio voluntário e retenção de nosso livre arbítrio.
A erosão da propriedade: uma descida à servidão digital
No alvorecer sombrio da era digital, nos encontramos presos num labirinto de acordos de clique-embrulhado; as nossas liberdades silenciosamente renderam-se aos caprichos de corporações sem rosto. A outrora poderosa noção de propriedade pessoal foi reduzida a uma mera abstração, uma relíquia pitoresca de uma era passada.
Ao clicarmos em "concordo" com abandono imprudente, selamos o nosso destino, entregando a nossa autonomia aos tecnocratas que nos manipulam e controlam por meio dos dispositivos que pensávamos que nos libertariam. Antes aclamado como um bastião de liberdade e progresso, o reino digital transformou-se num pesadelo distópico onde cada movimento nosso é rastreado, monitorado e explorado.
Imagine um mundo onde a propriedade é uma memória distante, substituída por uma aparência assustadora de alegria na desapropriação. Em 2016, Klaus Schwab, o enigmático arquiteto do Fórum Económico Mundial, previu um futuro em que, em 2024, a humanidade seria despojada de suas posses, acorrentada em correntes digitais, mas enganada num estado de contentamento. Inicialmente descartado como loucura, estamos no precipício dessa realidade angustiante; a visão de Schwab paira ameaçadoramente sobre nós, mais profética do que ousamos acreditar.
Por décadas, uma cabala clandestina de tecnocratas orquestrou meticulosamente a nossa descida à servidão digital. Nós caminhamos sonâmbulos para a sua armadilha e entregamos nossos direitos e posses àqueles que exercem o poder do toque de tecla. Neste admirável mundo novo, a propriedade é uma ilusão e, com um mero comando digital, tudo o que prezamos pode ser apreendido.
Este artigo revela a agenda sinistra por trás da fachada do progresso. Ele explora a erosão da propriedade por meio de acordos click-wrap, a desmaterialização de nossos ativos em bancos de dados nas últimas décadas, a ascensão das Moedas Digitais do Banco Central (CBDCs), que ameaça nosso controle sobre o dinheiro, e The Great Taking, que ameaça nosso controle sobre o restante de nossos ativos não monetários.
Nem tudo está perdido, embora, em um artigo separado, eu aborde que nossa salvação não vem das urnas, mas por meio de nossa não conformidade radical. A tecnologia pode ser usada para promover a liberdade ou a tirania. Discutirei como podemos adotar tecnologias para combater o sistema de escravidão digital que está sendo desenvolvido ativamente por tecnocratas, garantindo assim nossa privacidade, capacidade de nos envolver em comércio voluntário e retenção de nosso livre arbítrio.
A erosão da propriedade: uma descida à servidão digital
No alvorecer sombrio da era digital, nos encontramos presos num labirinto de acordos de clique-embrulhado; as nossas liberdades silenciosamente renderam-se aos caprichos de corporações sem rosto. A outrora poderosa noção de propriedade pessoal foi reduzida a uma mera abstração, uma relíquia pitoresca de uma era passada.
Ao clicarmos em "concordo" com abandono imprudente, selamos o nosso destino, entregando a nossa autonomia aos tecnocratas que nos manipulam e controlam por meio dos dispositivos que pensávamos que nos libertariam. Antes aclamado como um bastião de liberdade e progresso, o reino digital transformou-se num pesadelo distópico onde cada movimento nosso é rastreado, monitorado e explorado.
Brownstone Institute
You Might Own Nothing Sooner Than You Think ⋆ Brownstone Institute
This article explores ownership, assets, Central Bank Digital Currencies, and The Great Taking, which threatens our non-monetary assets.
A OMS declara a varíola dos macacos uma "emergência global"... de novo
A Organização Mundial da Saúde declarou oficialmente a "Mpox" (antigamente monkeypox) uma emergência global... de novo.
Falando aos media há menos de uma hora, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou:
"A detecção e a rápida disseminação de um novo clado de mpox no leste da RDC [República Democrática do Congo], a sua detecção em países vizinhos que não haviam relatado mpox anteriormente e o potencial de disseminação adicional na África e além são muito preocupantes",
Esta é a segunda vez em dois anos que a OMS declara a varíola dos macacos uma "emergência de saúde pública de interesse internacional" (PHEIC). Foi originalmente rotulada como tal no verão de 2022... antes de ter esse status silenciosamente rescindido em 2023.
Na verdade, foi uma narrativa que bateu as suas pequenas asas o mais forte que pode, mas nunca descolou. Eles tentaram rotulá-lo como "o mesmo nível da lepra e da peste", fizeram o truque com os testes de PCR e mudaram os sites para torná-lo mais assustadores.
Eles seguiram o manual da Covid passo a passo... nada disso funcionou.
No final, simplesmente desapareceu.
Mas agora está de volta. Desta vez com um novo nome.
Há algumas conversas sobre clados e variantes e outras coisas, mas estamos muito familiarizados com essa dança agora para deixar uma mudança de fantasia distrair da mesma velha rotina.
Sabemos o que está acontecendo. As únicas perguntas que valem a pena fazer são "porquê agora?" e "o que vem depois?"
A Organização Mundial da Saúde declarou oficialmente a "Mpox" (antigamente monkeypox) uma emergência global... de novo.
Falando aos media há menos de uma hora, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, anunciou:
"A detecção e a rápida disseminação de um novo clado de mpox no leste da RDC [República Democrática do Congo], a sua detecção em países vizinhos que não haviam relatado mpox anteriormente e o potencial de disseminação adicional na África e além são muito preocupantes",
Esta é a segunda vez em dois anos que a OMS declara a varíola dos macacos uma "emergência de saúde pública de interesse internacional" (PHEIC). Foi originalmente rotulada como tal no verão de 2022... antes de ter esse status silenciosamente rescindido em 2023.
Na verdade, foi uma narrativa que bateu as suas pequenas asas o mais forte que pode, mas nunca descolou. Eles tentaram rotulá-lo como "o mesmo nível da lepra e da peste", fizeram o truque com os testes de PCR e mudaram os sites para torná-lo mais assustadores.
Eles seguiram o manual da Covid passo a passo... nada disso funcionou.
No final, simplesmente desapareceu.
Mas agora está de volta. Desta vez com um novo nome.
Há algumas conversas sobre clados e variantes e outras coisas, mas estamos muito familiarizados com essa dança agora para deixar uma mudança de fantasia distrair da mesma velha rotina.
Sabemos o que está acontecendo. As únicas perguntas que valem a pena fazer são "porquê agora?" e "o que vem depois?"
OffGuardian
WHO Declares Monkeypox a “Global Emergency”…again
The World Health Organization has officially declared “Mpox” (formerly monkeypox) a global emergency…again. Speaking to the media less than an hour ago, WHO Director-General Tedro…
Big Tech usa mais eletricidade do que países inteiros
Os sonhos de IA da Big Tech estão a chegar com um grande preço de energia — empresas de tecnologia e seus data centers estão a consumir mais eletricidade do que países com muitos milhões de pessoas.
No gráfico abaixo, Pallavi Rao, da Visual Capitalist, compara o uso de eletricidade do Google, Microsoft, Meta e Apple em 2023 com países selecionados. Dados obtidos de relatórios da empresa e da Administração de Informações de Energia dos EUA (2022).
Os sonhos de IA da Big Tech estão a chegar com um grande preço de energia — empresas de tecnologia e seus data centers estão a consumir mais eletricidade do que países com muitos milhões de pessoas.
No gráfico abaixo, Pallavi Rao, da Visual Capitalist, compara o uso de eletricidade do Google, Microsoft, Meta e Apple em 2023 com países selecionados. Dados obtidos de relatórios da empresa e da Administração de Informações de Energia dos EUA (2022).
ZeroHedge
Big Tech Uses More Electricity Than Entire Countries
Google and Microsoft both consume more electricity (24 TWh) than countries like Jordan (population: 11 million) and Ghana (34 million)...
O autor americano a viver um pesadelo orwelliano
A situação de C.J. Hopkins não é apenas uma história trágica, deveria ser um conto de advertência para qualquer um que valorize a liberdade de expressão
C.J. Hopkins passou sua carreira expondo cenários orwellianos por meio dos seus escritos, apenas para se descobrir a viver um. Um célebre dramaturgo, romancista e satirista político, o aclamado escritor americano vive em Berlim desde 2004, tornando-se famoso por suas críticas severas à política moderna, ao exagero do governo e à vigilância em massa. O seu último livro, "The Rise of the New Normal Reich", expõe a deriva autoritária na política global, desde os bloqueios da era da pandemia até a supressão de vozes dissidentes.
Agora, de forma um tanto cruel, a cidade que antes inspirava sua criatividade se tornou o cadinho da sua perseguição.
Os problemas do sexagenário começaram de forma bastante inócua: ele postou uma série de tuítes em agosto de 2022 criticando os mandatos de máscaras da COVID-19 como "símbolos de conformidade ideológica". A sua comparação da Alemanha moderna com a era nazista desencadeou uma tempestade de fogo, levando a uma investigação pelo Ministério do Interior do Estado Federal de Hessen, seguida por uma investigação criminal pelas autoridades alemãs. O que se seguiu foi uma campanha implacável não apenas para silenciá-lo, mas também para destruir sua reputação, estendendo-se além da Alemanha para a Áustria e a Holanda.
A sua audácia em falar resultou em proibições de livros, um julgamento criminal e um frenesi dos media. Apesar de sua absolvição inicial, o promotor distrital de Berlim, insatisfeito com o veredito, apelou da decisão. Isso resultou num novo julgamento, que começou esta semana perante a Câmara de Comércio de Berlim-Schöneberg.
Muitos americanos podem ver a história de Hopkins como um exemplo peculiarmente alemão ou europeu de perseguição, e acusação, da liberdade de expressão, mas o próprio Hopkins rebate essa noção. "Meu caso", ele insiste, "é apenas um dos inúmeros exemplos da criminalização da dissidência que está a ser implementada em todo o mundo. A minha história não é sobre a diferença entre as proteções alemãs e americanas à liberdade de expressão. É sobre as autoridades alemãs a processar críticos do governo como eu com base em acusações descaradamente fabricadas.” Ele alerta que “uma vez que um governo começa a fazer isso, as proteções na sua constituição não importam mais. Você não está mais a lidar com questões de direito. Você está a lidar com o exercício de poder autoritário.”
A situação de C.J. Hopkins não é apenas uma história trágica, deveria ser um conto de advertência para qualquer um que valorize a liberdade de expressão
C.J. Hopkins passou sua carreira expondo cenários orwellianos por meio dos seus escritos, apenas para se descobrir a viver um. Um célebre dramaturgo, romancista e satirista político, o aclamado escritor americano vive em Berlim desde 2004, tornando-se famoso por suas críticas severas à política moderna, ao exagero do governo e à vigilância em massa. O seu último livro, "The Rise of the New Normal Reich", expõe a deriva autoritária na política global, desde os bloqueios da era da pandemia até a supressão de vozes dissidentes.
Agora, de forma um tanto cruel, a cidade que antes inspirava sua criatividade se tornou o cadinho da sua perseguição.
Os problemas do sexagenário começaram de forma bastante inócua: ele postou uma série de tuítes em agosto de 2022 criticando os mandatos de máscaras da COVID-19 como "símbolos de conformidade ideológica". A sua comparação da Alemanha moderna com a era nazista desencadeou uma tempestade de fogo, levando a uma investigação pelo Ministério do Interior do Estado Federal de Hessen, seguida por uma investigação criminal pelas autoridades alemãs. O que se seguiu foi uma campanha implacável não apenas para silenciá-lo, mas também para destruir sua reputação, estendendo-se além da Alemanha para a Áustria e a Holanda.
A sua audácia em falar resultou em proibições de livros, um julgamento criminal e um frenesi dos media. Apesar de sua absolvição inicial, o promotor distrital de Berlim, insatisfeito com o veredito, apelou da decisão. Isso resultou num novo julgamento, que começou esta semana perante a Câmara de Comércio de Berlim-Schöneberg.
Muitos americanos podem ver a história de Hopkins como um exemplo peculiarmente alemão ou europeu de perseguição, e acusação, da liberdade de expressão, mas o próprio Hopkins rebate essa noção. "Meu caso", ele insiste, "é apenas um dos inúmeros exemplos da criminalização da dissidência que está a ser implementada em todo o mundo. A minha história não é sobre a diferença entre as proteções alemãs e americanas à liberdade de expressão. É sobre as autoridades alemãs a processar críticos do governo como eu com base em acusações descaradamente fabricadas.” Ele alerta que “uma vez que um governo começa a fazer isso, as proteções na sua constituição não importam mais. Você não está mais a lidar com questões de direito. Você está a lidar com o exercício de poder autoritário.”
Discoursemagazine
The American Author Living An Orwellian Nightmare
The plight of C.J. Hopkins isn’t just a tragic story—it should be a cautionary tale for anyone who values free speech
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Código morte
Quem é votou a favor deste instrumento de controle? Quem consentiu que todos as suas inoculações e reforços fossem coligidos em metadados?
Foi você que pediu para que os seus dados pessoais sensíveis sejam centralizados e monitorizados? Foi você que quis abdicar da sua liberdade e privacidade em nome de um suposto bem comum definido por não eleitos? Certo é que já em setembro, 5 países da UE servirão de ‘cobaias’ para um projeto sinistro parido na covid: um cartão de vacinação permanente.
Chama-se de ‘Cartão Europeu de Vacinação’ e reunirá todos os dados relativos à vacinação de cada cidadão, acessíveis com código QR. Portugal está nesta lista curta experimental e a
implantação definitiva/geral prevista para 2026. Foi você que pediu para ser um rato de laboratório?
O passaporte sanitário na covid foi um balão de ensaio, um teste para uma escala maior. Esse rastreio de dados médicos de milhões de cidadãos atravessando fronteiras nacionais não era para ser em vão. E não foi. Esses tempos foram de inédita engenharia social e inauditas operações psicológicas (psyop) com resultados muito favoráveis para os manipuladores globalistas. Resultados até surpreendentes, considerando o grau de submissão geral.
Claro que, inicialmente, este Cartão Europeu de Vacinação será apresentado como voluntário e em nome de um valor maior. Já sabem – é sempre supostamente a título de um bem superior, seja da segurança colectiva, seja da saúde pública.
(...)
Depois, paulatinamente, virão as restrições, a chantagem e a manietação – tal como nos tempos da covid. Não poderemos viajar, trabalhar, visitar os nossos entes queridos, usar certos serviços públicos ou até ir a um restaurante sem esse documento. E as autoridades ainda dirão que não estão a obrigar ninguém.
Quem é votou a favor deste instrumento de controle? Quem consentiu que todos as suas inoculações e reforços fossem coligidos em metadados?
Foi você que pediu para que os seus dados pessoais sensíveis sejam centralizados e monitorizados? Foi você que quis abdicar da sua liberdade e privacidade em nome de um suposto bem comum definido por não eleitos? Certo é que já em setembro, 5 países da UE servirão de ‘cobaias’ para um projeto sinistro parido na covid: um cartão de vacinação permanente.
Chama-se de ‘Cartão Europeu de Vacinação’ e reunirá todos os dados relativos à vacinação de cada cidadão, acessíveis com código QR. Portugal está nesta lista curta experimental e a
implantação definitiva/geral prevista para 2026. Foi você que pediu para ser um rato de laboratório?
O passaporte sanitário na covid foi um balão de ensaio, um teste para uma escala maior. Esse rastreio de dados médicos de milhões de cidadãos atravessando fronteiras nacionais não era para ser em vão. E não foi. Esses tempos foram de inédita engenharia social e inauditas operações psicológicas (psyop) com resultados muito favoráveis para os manipuladores globalistas. Resultados até surpreendentes, considerando o grau de submissão geral.
Claro que, inicialmente, este Cartão Europeu de Vacinação será apresentado como voluntário e em nome de um valor maior. Já sabem – é sempre supostamente a título de um bem superior, seja da segurança colectiva, seja da saúde pública.
(...)
Depois, paulatinamente, virão as restrições, a chantagem e a manietação – tal como nos tempos da covid. Não poderemos viajar, trabalhar, visitar os nossos entes queridos, usar certos serviços públicos ou até ir a um restaurante sem esse documento. E as autoridades ainda dirão que não estão a obrigar ninguém.
SOL
Código morte | SOL
Quem é votou a favor deste instrumento de controle? Quem consentiu que todos as suas inoculações e reforços fossem coligidos em metadados?
Forwarded from Tucker Carlson
Pavel Durov left Russia when the government tried to control his social media company, Telegram. But in the end, it wasn’t Putin who arrested him for allowing the public to exercise free speech. It was a western country, a Biden administration ally and enthusiastic NATO member, that locked him away. Pavel Durov sits in a French jail tonight, a living warning to any platform owner who refuses to censor the truth at the behest of governments and intel agencies. Darkness is descending fast on the formerly free world. Here’s our interview with Durov from several months ago: https://tuckercarlson.com/the-tucker-carlson-interview-pavel-durov
Tuckercarlson
The Tucker Carlson Interview: Pavel Durov
The social media app Telegram has over 900 million users around the world. Its founder Pavel Durov sat down with us at his offices in Dubai for his first on-camera interview in almost a decade.
Suécia em ‘marcha-atrás’: Governo estuda possibilidade de pagar a naturalizados para regressarem aos países de origem
Com a criminalidade e a violência entre gangues a escalar – outrora um dos países mais seguros do mundo, a Suécia regista hoje uma das taxas de mortes por violência armada mais elevadas da Europa –, o governo sueco está a inverter as políticas migratórias. No passado dia 13, a ministra para as Migrações, Maria Malmer Stenergard, recebeu uma proposta legislativa que prevê um apoio financeiro para que os cidadãos já naturalizados regressem aos seus países de origem. Assim, a cada adulto, o governo poderá pagar 860 euros, além das despesas de deslocação. “Para aqueles que não se integraram na sociedade sueca, a migração de retorno pode ser uma forma de construirem uma vida melhor para si próprios”, afirmou o ministro.
Com a criminalidade e a violência entre gangues a escalar – outrora um dos países mais seguros do mundo, a Suécia regista hoje uma das taxas de mortes por violência armada mais elevadas da Europa –, o governo sueco está a inverter as políticas migratórias. No passado dia 13, a ministra para as Migrações, Maria Malmer Stenergard, recebeu uma proposta legislativa que prevê um apoio financeiro para que os cidadãos já naturalizados regressem aos seus países de origem. Assim, a cada adulto, o governo poderá pagar 860 euros, além das despesas de deslocação. “Para aqueles que não se integraram na sociedade sueca, a migração de retorno pode ser uma forma de construirem uma vida melhor para si próprios”, afirmou o ministro.
The Blind Spot
Suécia em ‘marcha-atrás’: Governo estuda possibilidade de pagar a naturalizados para voltarem aos países de origem - The Blind…
Com a criminalidade e a violência entre gangues a escalar – outrora um dos países mais seguros do mundo, a Suécia regista hoje uma das taxas de mortes por violência armada mais altas da Europa –, o governo sueco está a inverter as políticas migratórias. No…
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Fronteira EUA-México - Raio-X da patrulha
O CEO do Telegram, Pavel Durov, foi formalmente acusado por um juiz francês.
Fica impedido de sair de França e colocado em liberdade vigiada, com a obrigação de pagar uma caução de 5 milhões de euros.
Fica impedido de sair de França e colocado em liberdade vigiada, com a obrigação de pagar uma caução de 5 milhões de euros.
Contra o Império Escravizador das Trevas!
Um novo livro de Paul Cudenec
Pode ser, por vezes, uma sensação estranha apresentar uma compreensão do mundo que difere tão radicalmente daquela que é geralmente aceite pelos meus contemporâneos.
Recentemente, ao tentar resumir as minhas descobertas a alguns conhecidos, questionei-me se estava realmente no caminho certo.
A enormidade do que estava a descrever – a total inacreditabilidade de uma perspectiva “mainstream” – deixou-me momentaneamente na dúvida.
Estaria eu errado sobre tudo isto? Será que, de alguma forma, me perdi e entrei em algum beco sem saída crédulo?
Tenho o prazer de informar que o trabalho de elaboração do meu novo livro, Against the Dark Enslaving Empire! A condenação da conspiração criminocrática global livrou-me definitivamente de tais dúvidas!
Por si só, a própria tarefa de transformar centenas de hiperligações online em notas finais fáceis de ler fez-me lembrar que as conclusões que tiro não surgem do nada.
Tudo o que escrevi sobre a identidade e a natureza da criminocracia baseia-se em provas sólidas.
E, de facto, foi esta evidência que me conduziu à posição que agora assumo. Não procurava descobrir esta realidade específica e não tinha nenhuma hipótese para a qual precisasse de reunir provas.
Passo a passo, clique a clique, livro a livro, as provas trouxeram-me até aqui.
O juízo que faço sobre este estado de coisas e a alternativa que apresento são, obviamente, pessoais.
Mas mesmo aqui sei que a raiva que sinto do sistema dominante, a minha intuição de que aquilo de que estamos a falar é indescritivelmente mau, não é meramente individual, mas amplamente partilhada.
Sinto que estamos cada vez mais a experimentar, juntos, uma poderosa compreensão colectiva daquilo que nos governa e de quão vital é acabarmos com o seu reinado maligno.
Começo esta compilação dos meus escritos de 2024 com a peça que deu título ao livro – O império escravizador das trevas.
Embora não diga nada que eu não tenha dito antes e não traga nenhuma informação nova à mesa, tem o mérito de resumir o resto do conteúdo deste tomo e poderia, de facto, ter servido como um prefácio por si só!
Este item de abertura foi publicado online, no Winter Oak e no meu Substack, a 12 de julho de 2024, mas o resto dos artigos são apresentados pela ordem em que foram originalmente publicados.
Um novo livro de Paul Cudenec
Pode ser, por vezes, uma sensação estranha apresentar uma compreensão do mundo que difere tão radicalmente daquela que é geralmente aceite pelos meus contemporâneos.
Recentemente, ao tentar resumir as minhas descobertas a alguns conhecidos, questionei-me se estava realmente no caminho certo.
A enormidade do que estava a descrever – a total inacreditabilidade de uma perspectiva “mainstream” – deixou-me momentaneamente na dúvida.
Estaria eu errado sobre tudo isto? Será que, de alguma forma, me perdi e entrei em algum beco sem saída crédulo?
Tenho o prazer de informar que o trabalho de elaboração do meu novo livro, Against the Dark Enslaving Empire! A condenação da conspiração criminocrática global livrou-me definitivamente de tais dúvidas!
Por si só, a própria tarefa de transformar centenas de hiperligações online em notas finais fáceis de ler fez-me lembrar que as conclusões que tiro não surgem do nada.
Tudo o que escrevi sobre a identidade e a natureza da criminocracia baseia-se em provas sólidas.
E, de facto, foi esta evidência que me conduziu à posição que agora assumo. Não procurava descobrir esta realidade específica e não tinha nenhuma hipótese para a qual precisasse de reunir provas.
Passo a passo, clique a clique, livro a livro, as provas trouxeram-me até aqui.
O juízo que faço sobre este estado de coisas e a alternativa que apresento são, obviamente, pessoais.
Mas mesmo aqui sei que a raiva que sinto do sistema dominante, a minha intuição de que aquilo de que estamos a falar é indescritivelmente mau, não é meramente individual, mas amplamente partilhada.
Sinto que estamos cada vez mais a experimentar, juntos, uma poderosa compreensão colectiva daquilo que nos governa e de quão vital é acabarmos com o seu reinado maligno.
Começo esta compilação dos meus escritos de 2024 com a peça que deu título ao livro – O império escravizador das trevas.
Embora não diga nada que eu não tenha dito antes e não traga nenhuma informação nova à mesa, tem o mérito de resumir o resto do conteúdo deste tomo e poderia, de facto, ter servido como um prefácio por si só!
Este item de abertura foi publicado online, no Winter Oak e no meu Substack, a 12 de julho de 2024, mas o resto dos artigos são apresentados pela ordem em que foram originalmente publicados.
OffGuardian
Against the Dark Enslaving Empire!
It can be a strange feeling, at times, to be putting forward an understanding of the world that differs so radically from that generally accepted by my contemporaries. Recently I found myself wonde…
Forwarded from Tucker Carlson
Media is too big
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Mike Benz joins Tucker and breaks down everything you need to know about the Deep State’s involvement in Telegram, and why they arrested its CEO, Pavel Durov.
Watch the full conversation here: https://youtu.be/vKBOrkk1FZE
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