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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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Mensagem final de George Orwell, autor do livro 1984, numa entrevista realizada em 1950.

[reporter] Você já afirmou que tem a capacidade de enfrentar fatos desagradáveis.

Foi isso que você demonstrou em 1984 ao desenhar um retrato preciso do futuro?

— Acho que, considerando que o livro é, afinal, uma paródia, algo como 1984 poderia realmente acontecer.

Esta é a direção que o mundo está tomando no momento.

Em nosso mundo, não haverá emoções, exceto medo, raiva, triunfo e autodepreciação.

O instinto sexual será erradicado.

Nós aboliremos o orgasmo.

Não haverá lealdade, exceto lealdade ao partido.

Mas sempre haverá a embriaguez do poder.

Sempre, a todo momento, haverá a emoção da vitória, a sensação de pisotear um inimigo indefeso.

Se você quer uma imagem do futuro, imagine uma bota pisando em um rosto humano para sempre.

A moral da história a ser tirada dessa perigosa situação de pesadelo é simples.

Não deixe que isso aconteça.

Depende de você.
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O Destino dos Líderes Nazistas capturados após a Segunda Guerra Mundial

Esta é a história de como os Aliados primeiro, e as forças especiais israelenses depois, caçaram, executaram e aprisionaram alguns dos piores criminosos da história do mundo.

Durante décadas, esses gângsteres desprezíveis pensaram que haviam escapado do longo braço da lei. No entanto, os crimes de guerra nunca prescrevem, e os esforços incansáveis de homens e mulheres garantiram que eles pagassem por eles..

Um Fim Amargo para o "Reich de Mil Anos"

No final de 1944, havia se tornado óbvio para o Eixo e os Aliados que a maré da guerra havia virado decisivamente contra a Alemanha nazista.

O outrora impenetrável Terceiro Reich começou uma rápida descida ao caos.

Produção: Canal Memórias do Marechal(youtube).
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Os dois Lados da Guerra Civil Global | GEOECONOMIA

É possível ir de uma guerra civil mundial para uma ditadura constitucional global? Se isso acontecerá ou não, só o futuro pode nos responder - mas boa parte da elite anglo-americana acredita que isso é possível.

Para isso acontecer a elite financeira global pretende criar uma oligarquia travestida de democracia, onde seu consumo será controlado e sua liberdade tolhida.

O texto acima é de @IceShohei comentando o vídeo[importantíssimo] de Arthur Machado(Canal 5° Elemento).
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Palestra sobre “hesitação vacinal” por Filipe Rafaeli no congresso do Médicos Pela Vida @mpvcovid19(𝕏) e FLCCC Alliance @Honest_Medicine(𝕏).
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Faça do cidadão uma pessoa sem acesso ao sistema bancário, aos meios de pagamento ou ao consumo básico e você tem um prisioneiro sem grades.

É assim que “os donos do sistema” têm tratado aqueles que os desagradam. Quem precisa de prisão ou pena de morte se você pode transformar alguém em “ninguém”?

O texto acima, e o vídeo são de autoria do perfil do podcast 'Saindo da Bolha' (𝕏, antigo twitter) a quem deixo os devidos créditos pelo excelente conteúdo.

Se puder, colabore com o seu trabalho.

visite o site do podcast: https://www.lojasaindodabolha.com.br/
Quatro anos atrás, a vacina de mRNA foi disponibilizada ao público.
No início de 2021, comecei a ver coagulação estranha no falecido durante o processo de embalsamamento.
Aqui estão algumas fotos deste mês de dezembro de 2024.
Agora acredito que esses coágulos são amiloides.

A coloração de tioflavina-T foi feita duas vezes e indicou amiloide.

Que tipo de amiloide?

Mais pesquisas precisam ser feitas. Estamos olhando para um possível Príon? 🤔
Espero que não!

Faça uma pequena pesquisa sobre amiloide e Príon, as chances de tê-lo e como eles estão conectados um ao outro.

Quando você perceber o quão raro é, pergunte a si mesmo, como é possível que um embalsamador tenha visto tantos coágulos como este?

Busque a verdade e Deus 🙏
Seja gentil 😇
Esforce-se para fazer o que é certo ✅️

Richard Hirschman
Diretor Funerário e Embalsamador
Alabama - EUA

Fonte:
https://x.com/r_hirschman/status/1868496421395001374?t=P8imLk7QRP_Cg9s-4rQCsQ&s=19
O Natal é o verdadeiro símbolo do grande Amor do Eterno o qual rebaixou a si mesmo, experimentando existir nos limites das dimensões da realidade humana para, uma vez dentro dela, apresentar ao mundo a sua nova mensagem - o evangelho da reconciliação da criatura com seu criador.

Uma nova visitação na virada do dia, tal qual costumava fazer quando sua criação tinha condições de suportar a natureza da sua presença, para outra vez se olharem, retomando um relacionamento de pai para filho.

Feliz Natal!
A crise de credibilidade do jornalismo atualmente pode ser atribuída, em grande parte, à influência político-ideológica das redações. 
 
Muitos veículos de imprensa demonstram ter uma visão partidária e/ou uma agenda oculta, o que leva a uma percepção de que eles não são imparciais e isentos ao relatar notícias.
 
Mas, como a militância político-ideológica das redações contribuiu para a crise de credibilidade do jornalismo?
 
Viés de seleção:

As redações podem escolher quais notícias ou informações são relevantes e quais são ignoradas, com base em critérios político-ideológicos. 
 
Isso induz a sociedade a uma visão parcial da realidade.
 
Viés de interpretação:

Quando os jornalistas interpretam eventos ou dados, eles podem ser influenciados por suas próprias crenças e preconceitos político-ideológicos, o que pode resultar em relatos distorcidos ou tendenciosos.
 
Viés de linguagem: 

O uso de linguagem com conotações político-ideológicas pode levar a uma percepção de que o jornalismo é manipulado e não é imparcial.

Por exemplo, usar termos como "extrema-direita" ou "fascista" para descrever determinados grupos ou indivíduos pode ser visto como uma forma de pejorar esses grupos, em vez de descrevê-los de forma neutra.
 
Censura ou autocensura: 
 
Em alguns casos, as redações podem autocensurar-se ou censurar certas informações que não se alinham com sua agenda político-ideológica, o que leva a uma falta de transparência e a uma percepção de que o jornalismo é manipulado.
 
Duplo padrão: 
 
A aplicação de critérios diferentes para diferentes grupos ou indivíduos, com base em critérios político-ideológicos, pode levar a uma percepção de que o jornalismo é parcial e não é imparcial.

Aqui cabe um alerta.

Nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que antes o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade, transparência e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.

A história mostra que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo tem sido um precursor da erosão das democracias e do surgimento de regimes autoritários.

Alguns exemplos históricos.

Alemanha nazista: 
 
Durante o regime de Hitler, o jornalismo alemão se tornou um instrumento do governo nazista e perdeu sua independência. 
 
O jornalismo alemão colaborou com a propaganda nazista, que difundia ideias de ódio e exclusão, contribuindo para a ascensão do regime e a perda de direitos e liberdades para milhares de pessoas dentre os mais diversos grupos sociais.

União Soviética: 

Sob o regime comunista, o jornalismo na União Soviética era controlado pelo Partido Comunista e servia aos interesses do governo. 

O jornalismo soviético perdeu sua independência e se tornou um instrumento de propaganda estatal, contribuindo para a repressão de dissidentes e a perda de direitos e liberdades para os cidadãos.

Venezuela:

Nos últimos anos, o mundo tem visto a erosão de sua democracia e o surgimento de um regime autoritário.

A perda de imparcialidade, transparência em relação aos fatos pelo jornalismo venezuelano tem sido um dos principais fatores que contribuíram para essa situação.

Esses são alguns exemplos que mostram que a perda de imparcialidade, transparência e coragem de ser fiel aos fatos pelo jornalismo são fatores determinantes no processo de enfraquecimento das democracias e do surgimento de regimes autoritários.

Exemplos que reforçam a constatação de que nenhuma democracia converteu-se em ditadura ou tirania, de fato, sem que o jornalismo tivesse abandonado a imparcialidade e a coragem de ser fiel aos fatos, independente do espectro político que se beneficiaria com seu trabalho.

Sem jornalismo imparcial, transparente e corajoso, os cidadãos ficam cegos e surdos às manipulações e às mentiras dos governos e das elites, o que pode levar à erosão das instituições democráticas e ao surgimento de regimes autoritários.
Se o jornalismo morre, não tardará a morte da democracia, pois toda democracia que morre encontra-se com um jornalismo morto, fazendo do cadáver a sua melhor arma para ocultar os fatos e declarar que está viva, pujante e inabalável.
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RNA-mediated Epigenetic Programming and Reprogramming of DNA Rearrangements(Programação epigenética mediada por RNA e reprogramação de rearranjos de DNA).

Data: 23/04/2009

Patrocinado por: Departamento de Química, como parte da Sixty-Eighth Frontiers in Chemistry e Darwin Lecture Series

Local: Goodyear Lecture Hall no campus da Case Western Reserve University

Sobre a palestrante:
Laura F. Landweber é professora associada no Departamento de Ecologia e Biologia Evolutiva da Universidade de Princeton.

Legendas geradas automaticamente(pode conter erros ortográficos).
1/2) O "Deep State", ao contrário do uso politizado do termo para rotular tudo o que não está à luz ou incomoda, caracteriza-se pela concentração de poder nas mãos de indivíduos ou grupos não eleitos diretamente pelo povo.

Esta concentração pode ser vista em várias instituições e setores, como por exemplo:

1. O sistema financeiro: Bancos centrais, instituições financeiras e corporações podem exercer grande influência nas políticas governamentais e econômicas.

2. A inteligência e segurança: Agências de inteligência e forças de segurança podem ter um papel significativo na tomada de decisões e na implementação de políticas.

3. O sistema judicial: Os tribunais e a burocracia judicial podem ter poder para interpretar e aplicar as leis de maneira que não reflita a vontade popular.

4. A mídia: Grandes corporações de mídia e jornalistas influentes podem moldar a opinião pública e influenciar a política.

5. O establishment militar-industrial: Empresas de defesa, militares e políticos ligados a eles podem exercer influência significativa na política externa e na alocação de recursos.
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2/2) Para uma compreensão mais ampla, assista o documentário 'The "Deep State" Explained'.
Barro e Ferro: A Frágil Relação entre Povo e Estado na Atual Democracia de Esquerda

A democracia pode ser vista sob o prisma da união do barro (Povo) com o ferro (Estado).

Entretanto, eis o ponto que a torna, inevitavelmente, sob domínio da esquerda, uma forja de ditaduras, pois, num primeiro momento, o Estado precisa unir-se para ser legitimado.

Uma vez legitimado, o Estado permanecerá conforme sua essência – imarcescível –, enquanto o barro seguirá perdendo a capacidade de manter-se unido ao ferro, do qual se desprenderá e será pisado, prensado para ser moldado em algo que outra vez possa ser ligado ao ferro.

Desta comparação, surge a reflexão sobre as facilidades da democracia se transformar, tragicamente, em ditadura.

Principalmente quando o Estado, por sua natureza, busca manter seu poder e controle, enquanto o povo (barro) perde sua capacidade de influenciar e moldar o Estado, promovendo o desgaste e a perda da capacidade do povo (barro) de manter-se unido ao Estado, sendo, como já descrito, "pisado" e "prensado" para ser moldado em algo que possa ser novamente ligado ao ferro.

Especialmente pelo processo de manipulação e controle da opinião pública por parte do Estado, visando manter seu poder, um verniz de legitimidade e, consequentemente, uma aparente democracia.

Este ciclo de legitimação forçada, desgaste e remoldagem do povo fatalmente resultará num sistema no qual o Estado se torna cada vez mais autoritário e menos responsivo às necessidades e desejos da população.

Nesse cenário, a democracia se transforma numa ditadura disfarçada, onde o poder está concentrado nas mãos do Estado, e o povo tem pouca ou nenhuma influência real sobre as decisões governamentais, sendo remoldado segundo conveniências daqueles que precisam do barro, agora, apenas para se autoproclamarem salvadores.

Mas o barro, embora permaneça sendo a parte mais frágil, é a única com o poder de legitimar o ferro e dar-lhe a aparência de DEMOCRACIA.
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O CEO da Moderna, Stéphane Bancel, gabou-se aos outros membros do Fórum Econômico Mundial (FEM) de que sua empresa desenvolveu “vacinas” de mRNA contra a Covid em 2019 porque eles sabiam que “haveria uma pandemia”.

Por @IceSohei(X, antigo twitter)
O ser humano está condicionado experienciar sua existência no presente.

Por outro lado, fazê-lo desprezar o presente, quer pelas consequências dos seus atos ou de terceiros o manterá olhando para o futuro, sem perceber que nada está construindo no único momento onde está no controle.

Assim, torna-se ao mesmo tempo prisioneiro das consequências e da obseção pelo futuro, sem perceber que está no lugar certo e único, onde poderá promover mudanças na sua vida e/ou na sociedade na qual está inserido.

Se por algum motivo está ruim agora, não despreze o presente olhando apenas para o futuro desejado.

Tente encontrar uma forma pela qual possa trabalhar na construção do futuro que deseja, ao invés de aceitar antolhos que te impedem perceber que não construiste nada ouvindo quem apenas amaldiçoa o presente, enquanto te mantém refém com promessas de um futuro melhor.

O presente é o seu grande momento, então junte-se aos que estiverem dispostos a trabalhar com as ferramentas disponíveis, mesmo que não sejam aquelas que desejaria.

É no presente que se faz algo pelo futuro desejado.
The_Role_of_the_U_S_Government_in_Brazil.pdf
218.4 KB
PDF: O papel do governo dos EUA no complexo industrial de censura do Brasil

Por Phoebe Smith, Alex Gutentag, Eli Vieira e David Ágape