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5/20) Em outras palavras, se o “acordo pandêmico” for adotado na forma proposta pela OMS, ou seja, receber o status de tratado internacional, tanto a OMS quanto as grandes corporações farmacêuticas por trás dele terão o direito de declarar um regime global sem o consentimento de ninguém, pandemia, em que todos os direitos humanos são abolidos e as estruturas não governamentais recebem direitos iguais aos estatais.

No caso de o governo nacional não conseguir cumprir as instruções da OMS, é obrigado a solicitar assistência externa.⤵️
6/20) Em 30 de março de 2021, o jornal britânico The Telegraph publicou uma carta dos líderes de 25 estados, da liderança da União Europeia e da OMS intitulada "Nenhum governo pode enfrentar a ameaça das pandemias sozinho - devemos nos unir".

Os autores da carta compararam a infecção por coronavírus com o maior desafio para a humanidade desde a Segunda Guerra Mundial e ameaçaram o mundo com novos vírus ainda mais infecciosos.

Fonte: https://www.telegraph.co.uk/politics/2021/03/29/no-government-can-address-threat-pandemics-alone-must-come/
⤵️
7/20) No início de 11/2021, o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, falando no 8º Fórum Global Pós-COVID-19 em Baku, enfatizou que o mundo precisa aprender as lições da atual “pandemia” e começar a se preparar para a próxima.

“A este respeito, estamos convencidos de que chegou a hora de desenvolver um tratado juridicamente vinculativo ou acordo internacional que se tornará a base para garantir a segurança sanitária global”, disse o chefe da OMS.⤵️
8/20) Os beneficiários sistêmicos da campanha global de “pandemia” são as grandes corporações farmacêuticas, que buscam impor suas próprias regras do jogo aos estados nacionais, subordinando-os completamente à sua vontade corporativa.

No entanto, existe a chance de que o “acordo pandêmico”, se adotado, não seja obrigatório, mas de forma recomendatória.

Uma luta secreta pela concretização do texto já está em andamento.⤵️
9/20)Charles Michel [Presidente do Conselho Europeu] ofereceu um acordo pandêmico há um ano, escreve Politico, mas os Estados Unidos fizeram esforços para adiar a discussão de um acordo pandêmico.

Na segunda sessão de emergência da OMS, EUA, Brasil, Índia e Mônaco "se opuseram à inclusão de uma linguagem que tornaria tal tratado juridicamente vinculativo".

No entanto, o Conselho Europeu, assim como a Alemanha, França e a África do Sul, declararam seu forte apoio a um tratado juridicamente vinculativo.⤵️
10/20) A proposta de texto original de Charles Michel para a resolução da sessão da OMS "continha termos tão chocantes como 'legalmente vinculante' e 'tratado', mas eles estão notavelmente ausentes do texto final", escreve a revista Nature.⤵️
11/20) A imposição de um “acordo pandêmico” à comunidade mundial introduz mudanças importantes na totalidade dos conceitos que criaram a ordem mundial moderna:

O conceito de soberania nacional e não ingerência nos assuntos internos dos Estados (sistema westfaliano).

O conceito de um equilíbrio de poder (“concerto europeu”) e

O conceito de divisão de esferas de influência (sistema Yalta-Potsdam).

Fruto do que resultou das conferências de Yalta e Potsdam

Alguns links que podem ajudar a entender os três conceitos mencionados acima:

Sistema Westfaliano:

http://fabiopestanaramos.blogspot.com/2010/08/o-sistema-westfaliano-e-as-relacoes.html

Concerto Europeu:

https://ainterpol.wordpress.com/tag/o-concerto-europeu/

Conferências de Yalta e Potsdam:

https://www.portalsaofrancisco.com.br/historia-geral/conferencias-de-yalta-e-potsdam
⤵️
12/20) Esses três conceitos formaram a “velha normalidade” em que ainda vivemos e que os “mestres do discurso global” estão ansiosos para substituir pela “nova normalidade” - Lembre-se do termo "Novo Normal", tão divulgado na grande mídia.

Supõe-se que, no quadro do “novo normal”, os Estados delegarão seus poderes a estruturas globais como a OMS, que se tornará os únicos sujeitos plenos das relações internacionais.⤵️
13/20) Comentando os resultados da sessão da OMS, Olga Chetverikova, diretora do Centro de Geopolítica do Instituto de Pesquisa Fundamental e Aplicada da Universidade Estadual de Moscou, chama a atenção para o fato de que, no âmbito da proclamada “nova ordem médica mundial”, está se formando um sistema de financiamento não controlado pelos estados, onde os principais patrocinadores financeiros são o Banco Mundial(BM), FMI e MDB's( Bancos Multilaterais de Desenvolvimento): data de encerramento prevista para 31 de março de 2025.⤵️
14/20) A referida sessão da OMS detalha as medidas para combater a pandemia... e enfatiza que “O Banco e a comunidade internacional desempenharão um papel fundamental na resposta ao COVID-19 seguindo as orientações técnicas da OMS.

”Até junho de 2023, o BM deve destinar 330 bilhões de dólares, e o FMI em Direitos Especiais de Saque(SDR), segundo o último relatório da Fundação Rockefeller, 44 bilhões para vacinas.

Tudo isso no âmbito da COVAX – a Iniciativa Global para o Acesso Equitativo a Vacinas.”

Estão também em curso os preparativos para a aprovação de um quadro regulamentar unificado de combate à “pandemia”.⤵️
15/20) Para fazer isso, a OMS, a ONU e o Instituto de Direito da Universidade de Georgetown criaram um laboratório jurídico "COVID-19 Law Lab", que reuniu um banco de dados de todos os documentos legais, regras e medidas introduzidas como parte da luta contra o COVID-19 em mais de 190 países.

Se o “acordo pandêmico” se tornar um tratado, cada estado será obrigado a harmonizar as leis que afetam a saúde e vão além do setor saúde, não com os interesses e valores nacionais, mas com as obrigações internacionais de responder às “ameaças existentes e emergentes” à saúde, enfatiza Olga Chetverikova.⤵️
16/20) Para que um documento da OMS se torne obrigatório para todos os países, pelo menos dois terços dos 194 Estados Membros da OMS devem votar a favor.

De acordo com o texto da resolução da OMS, não há assinaturas da China e da Rússia.⤵️
17/20) Diante das informações acima, quais contribuições a constatação de que os governos falharam diante da adoção e manutenção das medidas de combate, amplamente adotadas, durante a pandemia de COVID-19, fornecem para que os Estados Membros votem dando tamanho poder para a OMS?

Outro ponto importante:

Como a OMS se preparou para esta nova fase e qual o papel da Alemanha nesta preparação?

Coincidentemente, no início de 2022, surge uma série de manifestações questionando a eficácia das medidas adotadas pelos governantes.

Que as manifestações contenham reivindicações justas, creio ninguém duvide.⤵️
18/20) A questão para a qual ainda não temos resposta é:

Quantas pessoas entendem os riscos em delegar a OMS e demais estruturas globais a ela vinculadas seus poderes e soberanias, transformando esta nova estrutura nos únicos sujeitos plenos das relações internacionais?

Eis uma das razões pelas quais deveríamos olhar, com prudência, uma onda de manifestações contra medidas adotadas durante mais de um ano desde a declaração do estado de pandemia por ocasião do COVID-19.⤵️
19/20) Ainda sejam justas e tenham demonstrado flagrante violação das liberdades individuais e posto democracias em cheque, por outro lado, trazem componentes capazes de preparar o caminho ao que pretende a OMS e seus parceiros de empreitada.

Como é sempre bom lembrar: Uma "massa de manobra" tende ser melhor utilizada quando suas reivindicações estão fundamentada em questões patentes e irrefutáveis aos olhos de todos.

O que faz-nos lembrar que não basta ter um motivo para protestar se não temos condições para avaliar quais outras forças, usando o poder desta mobilizações, avançariam suas próprias agendas.⤵️
20/20) Tarefa difícil, confesso.

Entretanto, possível ser realizada por aqueles que reconhecem a importância em manter-se prudente, mesmo quando diante de fatos que correspondam ao que esperam sejam um divisor de águas e ponham fim a este período no qual líderes flertam com a tirania.

Sim, não é tarefa fácil, mas aqui cabe uma famosa frase atribuída à John Philpot Curran

“A condição sob a qual Deus deu liberdade ao homem é a vigilância eterna”.

"É o destino comum do indolente ver seus direitos tornarem-se uma presa para o ativo. A condição sob a qual Deus deu liberdade ao homem é a vigilância eterna; essa condição, se ele quebrar, a servidão é ao mesmo tempo a consequência de seu crime e a punição de sua culpa."

– Discurso sobre o direito de eleição para Lord Mayor of Dublin , 1790, conforme citado em Bartlett's Familiar Quotations
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Todo este conteúdo é fruto da iniciativa do jornalista e advogado DR. PAULO FARIA em seu perfil no twitter ( https://twitter.com/drpaulofaria22 ). A ele os devidos créditos pela coragem e iniciativa.

https://docs.google.com/document/d/1ZAYmU9SLIUl8kvadh_dHTshFsddqLFja/edit