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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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Um trecho dos cadernos de anotações do laboratório de Robert Malone, descrevendo a síntese de 1989 de mRNA para injeção em camundongos.

Crédito: Robert Malone
Fonte: Nature
1/14) Geralmente, se tudo estiver funcionando no corpo humano, assim que um material estrangeiro entra no organismo, um exército irá atacá-lo como uma resposta dos mecanismos de defesa do corpo.⤵️
2/14) Como explicar o corpo não atacar um certo mRNA estangeiro e ainda usá-lo na produção de determinada proteína?

Como assim?

Tomemos como exemplo o trabalho de uma bioquímica húngara chamada Katalin Karikó.⤵️
3/14) Karikó conseguiu uma proeza e tanto - enganar o corpo humano para não atacar o mRNA assim que este fosse introduzido no organismo.⤵️
4/14) Ou seja, ela conseguiu "burlar" o mecanismo de defesa e fazer seu mRNA penetrar no núcleo da célula e, em seguida, começasse a produzir determinada proteína sem ser atacado antes.

Como ela conseguiu isso?⤵️
5/14) É fato que nosso corpo não aceita mRNA estrangeiro (chamado exógeno) normalmente, pois o reconhece como uma ameaça.⤵️
6/14) Karikó relatou que esse fato confundia um pouco os cientistas, uma que o material(mRNA), também é fornecido de dentro pelas células, por que o dela era imediatamente atacado quando injetado no organismo?⤵️
7/14) Este passou a ser o grande desafio de Karikó - entender o mecanismo de ataque ao mRNA estrangeiro e como enganá-lo.

Antes de prosseguirmos, vamos relembrar a estrutura de código do mRNA.⤵️
8/14) O código do mRNA (RNA mensageiro) é formado por quatro bases nitrogenadas representadas pelas letras "C-G-A" e "U".⤵️
9/14) Karikó e seus pesquisadores constataram que o "U", referente à URIDINA, era quem desencadeava a resposta inflamatória que destruía o material antes que ele pudesse ser absorvido e traduzido pelas células.⤵️
10/14) Logo, ela percebeu que não seria possível utilizar mRNA para fazer imunizantes.

Como Karikó contornou o "problema" imposto pela natureza do organismo humano?

Karikó passou a trabalhar na criação de uma pseudouridina.⤵️
11/14) O que é a pseudouridina?

Pseudouridina é uma molécula criada para ser diferente da uridina, porém, conservando similaridade suficiente para permitir que o material genético seja corretamente interpretado pelas células para produzir a proteína desejada.⤵️
12/14) Ao desenvolver uma pseudouridina, Karikó garantiu que sua molécula estrangeira(mRNA produzido artificialmente), não fosse reconhecido pelos receptores celulares, impedindo assim que o organismo reaja ao mRNA exógeno.⤵️
13/14) Desta forma, ao analisar a sequência de códigos no mRNA desenvolvido por Karikó, não é possível encontrar a letra "U" (C-G-A-U), conforme consta no mRNA normal.

Em seu lugar encontramos a seguinte combinação:

C-G-A-Ψ.⤵️
14/14) O último caractere é a letra grega "psi", que representa a pseudouridina que Karikó alterou na composição do seu mRNA.

Só um detalhe: Katalin Karikó, bioquímica húngara é também a vice-presidente da BioNTech, parceira da Pfizer na produção do imunizante da farmacêutica.

Rogo que tais informações falem por si...
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Dr. Vladimir Zelenko:

"Porque as CRIANÇAS precisam tomar uma substância EXPERIMENTAL, com todos os efeitos colaterais, quando 99,998% sobrevivem SEM TRATAMENTO?".
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