10 5 6 5
4.84K subscribers
1.1K photos
377 videos
63 files
193 links
Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
Download Telegram
9/12) A partir de agora, quando alguém lhe der um artigo sugerindo que o vírus SARS-CoV-2 foi isolado, verifique as seções de métodos. Se os pesquisadores usaram células Vero ou qualquer outro método de cultura, você sabe que o processo não foi isolado.

Você ouvirá as seguintes desculpas para explicar por que o isolamento real não é feito:

Não foram encontradas partículas de vírus suficientes nas amostras de pacientes para análise.

Os vírus são parasitas intracelulares; eles não podem ser encontrados fora da célula dessa maneira.

Se o número 1 estiver correto e não pudermos encontrar o vírus na expectoração de pessoas doentes, então com base em que evidências achamos que o vírus é perigoso ou mesmo letal?

Se o nº 2 estiver correto, como o vírus é transmitido de pessoa para pessoa?

Dizem que emerge da célula para infectar outras pessoas.

Então por que não é possível encontrá-lo?⤵️
10/12) Finalmente, questionar essas técnicas e conclusões virológicas não é uma distração ou questão divisiva.

Brilhar a luz sobre esta verdade é essencial para parar esta terrível fraude que a humanidade está enfrentando.

Pois, como sabemos agora, se o vírus nunca foi isolado, sequenciado ou provado que causa doença, se o vírus é imaginário, então por que usamos máscaras, nos distanciamos socialmente e colocamos o mundo inteiro na prisão?

Finalmente, se os vírus patogênicos não existem, então o que está acontecendo nesses dispositivos injetáveis ​​chamados erroneamente de “vacinas” e qual é sua finalidade?

Esta questão científica é a mais urgente e relevante de nosso tempo.⤵️
11/12) Estamos certos.

O vírus SARS-CoV2 não existe.

Sally Fallon Morell, MA

Dr. Thomas Cowan, MD

Dr. Andrew Kaufman, MD

Cabe aos profissionais da área tomarem conhecimento e verificar o conteúdo.

Na fonte do PDF, encontra-se uma breve descrição sobre um formulário criado com a intenção(segundo os criadores da iniciativa) para adicionar sua voz à Lista de Apoio de pessoas em todo o mundo que se cansaram de sua inteligência ser insultada e que agora insistem na Verdade baseada na Ciência Médica Real.

Fonte:
https://www.andrewkaufmanmd.com/sovi/ ⤵️
11/12) Abaixo deixarei o PDF SOVI (original e traduzido).
Statement_of_Virus_Isolation_SOVI_by_Morell_Cowan_and_Kaufman.pdf
329 KB
Original em inglês (Statement-of-Virus-Isolation-SOVI-by-Morell-Cowan-and-Kaufman)
Statement_of_Virus_Isolation_SOVI_by_Morell_Cowan_and_Kaufman_pt.pdf
316.4 KB
Versão Traduzida automaticamente do inglês para o português (Statement-of-Virus-Isolation-SOVI-by-Morell-Cowan-and-Kaufman).
1/26) Fizeram-me uma pergunta a qual dividirei com vocês junto com resposta.

Pergunta resumida: Por quê o preço do barril do petróleo, quando reajustado a mais, provoca AUMENTO no preço final da gasolina e quando o preço do mesmo cai não há reflexos na diminuição dos preços ao consumidor final?

Vamos caminha um pouco...⤵️
2/26) Esta pode ser a pergunta de muitos que não entenderam as motivações do governo quanto a questão dos combustíveis.

Antes precisamos entender um pouco mais sobre a cotação do preço desta commodity - petróleo.

Petróleo Brent x Petróleo tipo WTI: Duas cotações universais.⤵️
3/26) Petróleo tipo WTI(West Texas Intermediate) é o cotado nos Estados Unidos que serve como parâmetro para colocar um preço no petróleo extraído na região do Golfo do México.

Ou seja, todo o petróleo o que é extraído lá leva a cotação do WTI.


Petróleo Brent é cotado na bolsa de Londres(Inglaterra) e apesar de considerar a extração do Golfo do México, diz respeito ao produzido no Oriente Médio e no Mar do Norte.

A dinâmica de preços deste mercado, está justamente no petróleo Brent que exerce influência direta nas companhias petrolíferas que operam no Brasil.

Também é no Petróleo Brent(cotado na Inglaterra) que está toda a dinâmica para o mercado brasileiro.

Entretanto saber da existência destas duas cotações(Brent x WTI) não explica tudo.

Ainda precisamos compreender dois importantes termos, são eles:

OPEP e OPEP+⤵️
4/26) A OPEP(OPEC na sigla em inglês):

Organização dos Países Exportadores de Petróleo(OPEP) é uma organização intergovernamental de 13 nações, fundada em 15 de setembro de 1960 em Bagdá pelos cinco membros fundadores (Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita e Venezuela), com sede desde 1965 em Viena, na Áustria.

Nos anos seguintes, foram convidados mais dois países do Oriente Médio: Emirado Árabes Unidos(EAU) e Qatar.

Da América do Sul, o Equador foi convidado, da Ásia, Indonésia, e da África, mais seis países: Angola, Argélia, Gabão, Guiné Equatorial, Líbia e Nigéria.⤵️
5/26) Ao restringir a oferta de petróleo no mercado internacional por meio de uma gradual nacionalização de reservas, a OPEP impulsionou os preços do barril do petróleo, gerando uma crise econômica global conhecida como Choque do Petróleo em 1973, que foi sentida fortemente nos EUA e também no Brasil, países, na ocasião, muito dependentes da importação de óleo cru.

O Segundo Choque do petróleo, em 1979, incentivou os países fora da OPEP(incluindo o Brasil) a adotarem políticas para reduzir a sua dependência de petróleo externo.⤵️
6/26) No caso do Brasil, houve a introdução do Pró-Álcool e maior investimento da Petrobras no desenvolvimento da produção offshore nos anos 80.

No entanto, após a curta crise de incerteza e preços gerada pela Guerra do Golfo (1990-1991), o poder da OPEP começou a declinar com o crescimento de produção de países fora da OPEP.

No final da década de 1990, o preço do petróleo estava bem reduzido.

Durante a década de 2000, entretanto, o boom de demanda por commodities, incluindo o petróleo, proveniente da China, fez com o preço do barril fosse para mais de US$ 100.⤵️
7/26) A OPEP+:

A OPEP+ foi criada em dezembro de 2016 por meio do acordo de cooperação nomeado como "Declaration of Cooperation", firmado entre a OPEP e produtores de petróleo não OPEP para que, em conjunto, pudessem influenciar o preço do barril no âmbito internacional.

Membros da OPEP: Irã, Iraque, Kuwait, Arábia Saudita, Venezuela, Emirado Árabes Unidos(EAU), Qatar, Equador, Angola, Argélia, Gabão, Guiné Equatorial, Líbia e Nigéria.

Países não OPEP no acordo: Azerbaijão, Bahrein, Brunei, Cazaquistão, Malásia, México, Omã, Rússia, Sudão e Sudão do Sul.

Em resumo com o fracasso da OPEP e o crescimento na produção em países não OPEP surge um novo acordo visando incluir os não OPEP e novamente fortalecer a organização na sua missão de controlar os preços do petróleo no mundo.

Assim a nomenclatura OPEP+ passou a ser utilizada desde 2016.⤵️
8/26) Em setembro de 2018, os então 15 países membros representavam 44% da produção global de petróleo e 81,5% das reservas de petróleo "comprovadas" do mundo, dando à OPEP, novamente, uma grande influência nos preços globais de petróleo, previamente determinados pelos chamados agrupamento "Sete Irmãs" de empresas multinacionais de petróleo.

Em outubro de 2019, a Arábia Saudita convidou informalmente o Brasil para se juntar à OPEP.

O presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, em entrevista em Nova York, disse que ser membro ou não da OPEP não é uma opção atualmente considerada pelo governo brasileiro.

Observe que é o governo que não vê o convite como uma opção viável para o país.⤵️
9/26) O que este convite realmente representava para o Brasil ao ponto do governo não aceitá-lo?

Tornar-se membro do Cartel requer o pagamento de uma taxa anual.

Os membros devem obedecer ao limite de produção estabelecido em cota fixada pela OPEP aos seus integrantes (Não importa quanto o país tem capacidade para produzir, mas quanto pode produzir de acordo a permissão da OPEP).

Sujeitar-se ao poder que os países Árabes exercem sobre a OPEP.

Considerando que o avanço na produção brasileira está dificultando o esforço do cartel(OPEP+) em sustentar os preços do petróleo o convite seria uma forma de garantir poder de controle sobre a capacidade de produção do Brasil.⤵️
10/26) O exemplo do Equador mostram as implicações dos e pontos.

Em dezembro de 1992, o Equador retirou-se porque não estava disposto a pagar a taxa anual de associação de 2 milhões de dólares e achava que precisava produzir mais petróleo do que o permitido pela cota da OPEP, embora tenha voltado a entrar em outubro de 2007.

Quanto ao ponto(os países Árabes).

O autor John D. Morecroft, identificou dois modos de atuação da Arábia Saudita no papel de swing producer: estabilizador e coercitivo.

“Na maioria das vezes, a Arábia Saudita está no modo estabilizador, cumprindo e apoiando as cotas de produção estabelecidas pela OPEP.

Ocasionalmente, a Arábia Saudita muda para o modo punitivo, abandonando as cotas acordadas e aumentando rapidamente a produção para disciplinar os outros produtores”. (MORECROFT, 2015, p. 286. Tradução Livre).⤵️
11/26) Além dos modos estabilizador e punitivo, é possível ainda afirmar que os sauditas operam no modo repositor “preenchendo o vácuo de oferta de produtores incapacitados de suprir o mercado, especialmente quando estão envolvidos em conflitos armados” (NUNES, 2019).

Somado a isto, o país árabe ainda pode lançar mão de seu petróleo para promover embargos, negando o fornecimento a determinado Estado ou empresa, e benevolências, exportando sua produção para um consumidor a um preço abaixo do praticado no mercado internacional visando ganhos políticos no futuro.

É aqui que se estabelece onde está a volatilidade na cotação internacional para o preço do barril do petróleo - Oferta e Demanda.⤵️
12/26) Provavelmente você já ouviu que "quando há menor oferta de um produto, maior é o preço a ser pago por este no mercado".

Para as petrolíferas, quanto menor é a produção de petróleo no mundo, maior é o preço a ser pago pelo barril da commodity.

Por consequência, maior é o lucro para estas companhias.

O mesmo também ocorre se a demanda for elevada.

Analistas dizem que existem dois cenários possíveis relacionando as duas variáveis de oferta e demanda de petróleo.

O primeiro é de oferta alta, demanda baixa e preços caindo.⤵️
13/26) Durante a pandemia, muitas pessoas deixaram de sair de casa e de utilizar veículos e o consumo de combustíveis caiu drasticamente, reduzindo a demanda por petróleo.

Com os países ainda extraindo a commodity em patamares altos e sem ninguém para comprar, os preços do petróleo internacional foram para o abismo, chegando a ser negociados no patamar mínimo de US$ 20 para o barril Brent, entre os meses de março e abril(2020).

Foi um cenário em que oferta e demanda conflitaram, agravado pelo confronto nos níveis de produção entre a Rússia, Estados Unidos e Emirados Árabes.

Enquanto a Rússia queria produzir mais, os árabes queriam extrair menos para manter o controle nos preços.⤵️
14/26) Uma briga antiga.

Ainda na visão dos analistas deste setor, "países como a Rússia, com menor dependência do petróleo, sempre pressionam por um aumento da produção para equilibrar as margem de custos das petrolíferas – no caso da Rússia, a maior parte é de companhias estatais – desta forma o preço do petróleo não afeta outros setores da economia real".

“Na contramão, a Arábia Saudita, que é muito dependente do petróleo sempre quer ver o preço nas alturas e pressiona para que a produção seja baixa, porque quanto menor é a produção, maior é o preço pago pelo barril”.⤵️
15/26) Por que o petróleo disparou em 2021?

Lembra dos dois cenários possíveis(oferta e demanda)?

O segundo cenário é o que estamos vivendo atualmente: oferta baixa, demanda alta e preços elevados.

Com a retomada da economia, a demanda por combustível também voltou.

Uma espécie de reequilíbrio nos preços do petróleo que saíram de um fundo do poço de US$ 20 o barril para um patamar de US$ 50, beneficiando a commodity no curto prazo.

Atenta ao crescimento econômico, a Rússia sinalizou o desejo de aumentar a sua produção de petróleo.

O vice premiê russo, Alexandrer Novak, justificou que os programas de combate a pandemia estavam avançando, o que aceleraria a recuperação econômica e, em consequência, a demanda pela commodity.⤵️