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Este canal propõe um olhar diferente sobre os fatos.
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16/74) Cada império é representado por um animal.

Leão com duas asas(Daniel 7:4)

Babilônia(~605/607 a 539 a.C) é o leão com asas.

O leão é considerado o rei dos animais e a águia, a rainha das aves.

Um leão que tem asas de águia, representaria grandeza, força e rapidez de conquista.

Mesmo uma forma composta - ambos pertencem ao reino animal segundo a criação(guarde este detalhe).⤵️
17/74) Urso com 3 costelas na boca(Daniel 7:5)
Medo-Pérsia (~539 a 331 aC).

Os medos haviam conquistado os três maiores reinos da época(Líbia, Egito, Síria ou Babilônia) por isto na visão do profeta a mesma imagem traz este importante detalhe - um urso com três costelas na boca.⤵️
18/74) Leopardo com 4 asas e 4 cabeças(Daniel 7:6)
Grécia (~331 a 168 a.C).

Enquanto um leão com duas asas representava a rapidez com a qual Babilônia conquistava reinos, imagina um leopardo sendo muito mais rápido que um leão e com 4 asas?


Mas há outros detalhes importantes nesta representação.⤵️
19/74) 1º Apesar de muito mais rápido um leopardo tende a perder o fôlego mais rapidamente, o que explica tanto a rapidez com que Alexandre conquistava os reinos, bem como a curta duração do império Grego.

Sua rapidez estava relacionada ao fato de possuir 4 asas. Estas 4 asas era exatamente o que dava sustentação e coesão militar ao império - seus quatro generais(Seleuco, Cassandro, Lisímaco e Ptolomeu).

Após a morte de Alexandre Magno estes repartiriam entre si o reino.⤵️
20/74) O quarto e último Animal possuía uma forma terrível e espantosa, com dentes de ferro e 10 chifres (Daniel 7:7).

Não havia, no reino animal, conforme a criação, nenhum animal que o representasse. Como se fosse difícil descrevê-lo ou o seu domínio.

Roma (~168 aC a 476 d.C)⤵️
21/74) Não há uma forma representativa no reino animal que descreva este reino segundo o que o Eterno havia criado, por isso o profeta o revela sua aparência como terrível e espantosa além de muito violento.

Com seus dentes de ferro despedaçava e devorava suas vítimas.

Este reino teria seu poder concentrado em dez outros poderes, por isso os dez chifres. Outro ponto a destacar é que diferente dos demais este reino não foi conquistado cedendo seu lugar para um outro reino.

Mas O peofeta Daniel na 1ª imagem faz menção especial aos 10 dedos dos pés da estátua, e aqui na como 10 chifres que na história representam as 10 nações que originaram a Europa:⤵️
22/74) As nações são:

Anglos(Inglaterra)

Burgundos(Suíça)

Francos(França)

Germanos(Alemanha)

Hérulos(Sul da Itália)

Lombardos(Norte da Itália)

Ostrogodos(Áustria)

Suevos(Portugal)

Vândalos(Sul da Espanha)

10º Visigodos(Norte da Espanha).⤵️
23/74) Na forma apresentada na revelaçao dada ao profeta Daniel, o 4º animal não possui um aspecto que possa ser vinculado com algum dos animais criados pelo Eterno.

Este reino que não seria constituído segundo o que as escrituras dizem "Ele[O Eterno] muda as épocas e as estações; destrona reis e os estabelece." Daniel 2:21

Um detalhe que pode explicar sua aprência não ter conexão com nenhum animal conforme a criação.⤵️
24/74) Outro ponto importante é o fato deste reino de aparência bizarra não ter sido conquistado dando a entender que seu poder teria sido transferido aos seus dez chifres que o manteria vivo e invisível por meio destas nações.

Além dos dez chifres, em sua visão (Daniel 7:8-11) o profeta vê mais um chifre que surgiu entre aqueles dez arrancando com isso três para dar lugar a este que começou pequeno mas, se engrandeceu muito, com um aspecto bastante assustador.⤵️
25/74) Este pequeno chifre cresce e o profeta percebe que possuía olhos e boca de homem e falava com arrogância proferindo blasfêmias.

Este chifre pequeno que se engrandeceu muito está associado ao animal, ainda que esteja entre sua expressão na forma dos dez chifres.

Em Daniel 7: 23 lemos: "Então ele [o anjo] disse: O quarto animal será um quarto reino na terra, o qual será diferente de todos os reinos; e devorará toda a terra, e a pisará aos pés, e a fará em pedaços.".

Não se precipite nas conclusões, pois não é tão simples quanto abordado aqui.⤵️
26/74) Lembre-se, a forma como foi abordado visa tão somente mostrar o mundo sob a perspectiva das Sagradas Escrituras e com isto reafirmar o controle absoluto do criador sobre os eventos.

Ainda que tais eventos fossem bizarros, cruéis, inimagináveis sob todos os aspectos, o criador nunca perderá o controle.

Há um tempo para tudo enquanto somos provados segundo nossas escolhas.

Isto não significa que Ele não interviria, mas que seria no Seu tempo.

As revelações nos foram deixadas para não perdemos a fé e a esperança de que somos sua criação e como tal sempre devemos lançamos sobre Ele as nossas expectativas quanto ao livramento e a vitória.⤵️
27/74) Então sabemos que há uma representação para os reinos e as sucessões assim como há uma revelação sobre o último reino que não foi conquistado, bem como a sua aparência diferente de todos os outros animais e sem equivalente no reino animal segundo a criação das espécies.

Isto encerra este ponto e nos possibilita seguir para a resposta a nossa pergunta com a qual iniciamos esta thread:

Você já se perguntou porquê Wuhan? Porquê a China?⤵️
28/74) Agora vamos avançar um pouco no tempo, não muito em relação ao período visto até aqui.

O Dragão, as relações comerciais e a primeira rota da seda.


334-326 AEC, Alexandre, o Grande, havia conquistado os países entre o Mediterrâneo oriental e o Punjabi.⤵️
29/74) Enquanto aconteciam as sucessões conforme demonstrado na estátua e na visão do profeta Daniel, após as conquistas de Alexandre, mais de 100 anos depois, ocorre a unificação da China em 221 AEC sob o seu primeiro imperador Qin Shi Huang(guarde este nome).

Neste período que Qin estabeleceu as bases que permitiram o sucesso inigualável do antigo comércio de longa distância que se desenvolveu ao longo da rede de rotas que ficaram conhecidas como as “Rotas da Seda” (Hill,2015; Liu,2010; Graf,2017; Olbrycht,2013; Nickel,2013).⤵️
30/74) Como este feito foi alcançado?

Tudo começou com um projeto de intercâmbio comercial e diplomático.

Como principais potências mundiais, o Imperium Romanum e o antigo Império Chinês das dinastias Qin e Han existiam contemporaneamente.

Tal coexistência teria durado desde meados do século II a.C até a primeira metade do século III d.C.

Entre eles, calcula-se que controlavam metade da população mundial (Scheidel, 2015: 5).⤵️
31/74) Um livro recente sobre geografia na Antiguidade Clássica, um erudito afirmou que “os romanos chegaram até a China, estabelecendo contatos com [a população] local”.

Os romanos, segundo nos dizem, “negociavam com os chineses e tinham contatos recíprocos com a corte já no tempo de Augusto” (Dueck, 2012: 62).⤵️
32/74) Resultados da aproximação com Roma.

A tomada do Egito por Roma não só uniu politicamente toda a bacia do Mediterrâneo, como estabeleceu a rota marítima através do Mar Vermelho e no Oceano Índico como uma alternativa econômica e, assim, incluindo-a no sistema de comércio das “Rotas da Seda” (Speidel, 2015).

As rotas comerciais que ligavam o Oceano Atlântico ao Pacífico foram um dos resultados da união política que surgiu com a vitória de Roma sobre o Egito.⤵️