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São também significativas as escrituras bíblicas que mostram como Aserá era adorada no templo de Javé, em Jerusalém, ou a descrição de uma estátua da mesma deusa, que, segundo é narrado no Livro dos Reis, ficava situada no templo, zelada ritualmente por mulheres. A referência a “A Rainha do Céu” no Livro de Jeremias, poderia ser uma possível alusão à mesma divindade.
Stavrakopoulos concorda em suas conclusões com inúmeros estudos, que explicam como as edições seguintes da Bíblia – curadas sempre por homens – teriam sido infiéis às escrituras sagradas, para realizar uma operação de inteligência, uma programação neurolinguística da sociedade, com o objetivo final de manter no centro do poder a casta sacerdotal masculina, em detrimento e repressão do lado feminino da divindade.
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São também significativas as escrituras bíblicas que mostram como Aserá era adorada no templo de Javé, em Jerusalém, ou a descrição de uma estátua da mesma deusa, que, segundo é narrado no Livro dos Reis, ficava situada no templo, zelada ritualmente por mulheres. A referência a “A Rainha do Céu” no Livro de Jeremias, poderia ser uma possível alusão à mesma divindade.
Stavrakopoulos concorda em suas conclusões com inúmeros estudos, que explicam como as edições seguintes da Bíblia – curadas sempre por homens – teriam sido infiéis às escrituras sagradas, para realizar uma operação de inteligência, uma programação neurolinguística da sociedade, com o objetivo final de manter no centro do poder a casta sacerdotal masculina, em detrimento e repressão do lado feminino da divindade.
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Aserá é identificada como rainha consorte do deus sumério Anu e do deus ugarítico El, as mais antigas divindades de seus respectivos panteões, bem como era consorte de Javé, deus de Israel e Judá.
Seu papel de consorte lhe rendeu um alto posto no panteão dos deuses ugaríticos.
O livro de Jeremias, escrito por volta de 628 a.C., refere-se a Aserá quando menciona a "Rainha dos Céus" nos capítulos 7.18 "os filhos apanharam a lenha, e os pais acedem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à Rainha dos Céus, e oferecem libações para outros deuses, para me provocarem a ira" e 44. 22 "De modo que o SENHOR não podia mais suportar a maldade das vossas ações,as abominações que cometestes; por isso se tornou a vossa terra em deserto, e em espanto e em maldição, sem habitantes,como hoje se vê".
As chamadas grandes religiões abraâmicas adoravam, junto com Javé, a deusa Aserá (chamada por vezes de Astarte), uma divindade doadora, como a babilônica Istar, ou a grega Astarte, arquétipos da divindade feminina, como a Lua, a Terra e Vênus
Várias inscrições hebraicas mencionam "Javé e sua Aserá". Ela era uma divindade idolatrada, símbolo de fertilidade no antigo Oriente, conhecida por sua força e cuidado. Afirma ainda que seu nome por vezes foi traduzido como “árvore sagrada”. Há relatos de que essa árvore foi “cortada e queimada fora do Templo, numa atitude de certos governantes que tentavam ‘purificar’ o culto e dedicar-se à adoração exclusiva de Javé ”.
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Aserá é identificada como rainha consorte do deus sumério Anu e do deus ugarítico El, as mais antigas divindades de seus respectivos panteões, bem como era consorte de Javé, deus de Israel e Judá.
Seu papel de consorte lhe rendeu um alto posto no panteão dos deuses ugaríticos.
O livro de Jeremias, escrito por volta de 628 a.C., refere-se a Aserá quando menciona a "Rainha dos Céus" nos capítulos 7.18 "os filhos apanharam a lenha, e os pais acedem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à Rainha dos Céus, e oferecem libações para outros deuses, para me provocarem a ira" e 44. 22 "De modo que o SENHOR não podia mais suportar a maldade das vossas ações,as abominações que cometestes; por isso se tornou a vossa terra em deserto, e em espanto e em maldição, sem habitantes,como hoje se vê".
As chamadas grandes religiões abraâmicas adoravam, junto com Javé, a deusa Aserá (chamada por vezes de Astarte), uma divindade doadora, como a babilônica Istar, ou a grega Astarte, arquétipos da divindade feminina, como a Lua, a Terra e Vênus
Várias inscrições hebraicas mencionam "Javé e sua Aserá". Ela era uma divindade idolatrada, símbolo de fertilidade no antigo Oriente, conhecida por sua força e cuidado. Afirma ainda que seu nome por vezes foi traduzido como “árvore sagrada”. Há relatos de que essa árvore foi “cortada e queimada fora do Templo, numa atitude de certos governantes que tentavam ‘purificar’ o culto e dedicar-se à adoração exclusiva de Javé ”.
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Outras evidências para o culto a Aserá incluem, por exemplo, uma combinação de iconografia e inscrições do século VIII a.C. descoberta em Kuntillet Ajrud, no deserto do norte do Sinai, onde uma jarra mostra três figuras antropomórficas e várias inscrições. As inscrições encontradas referem-se não apenas a Javé, mas a El e Baal, e duas incluem as frases "Javé de Samaria e sua Aserá" e "Javé de Teman sua Aserá". As referências a Samaria (capital do reino de Israel) e Teman (em Edom) sugerem que Javé tinha um templo em Samaria, levantando questões sobre o relacionamento entre Javé e Kaus, o deus nacional de Edom. Foi sugerido que os israelitas poderiam ter considerado Aserá como o consorte de Baal, devido à ideologia anti-Aserá que foi introduzida pelos historiadores deuteronomistas, no período posterior do reino.[27] Também foi sugerido por vários estudiosos que existe uma relação entre a posição do gĕbîrâ na corte real e a adoração (ortodoxa ou não) de Aserá. Numa inscrição sagrada de "Javé e sua Aserá", aparece uma vaca alimentando seu bezerro. Numerosos amuletos cananeus representam uma peruca ondulada semelhante a de Hator.
O livro de William Dever Did God Have a Wife?[28] acrescenta mais evidências arqueológicas - por exemplo, as muitas figuras femininas descobertas no antigo Israel (conhecidas como estatuetas de pilares) - como apoio à visão de que na religião popular israelita do período monárquico, Aserá funcionava como deusa e consorte de Javé e era adorada como a rainha do céu, para cuja festa os hebreus assavam pequenos bolos. Dever também aponta para a descoberta de vários santuários e templos na antiga Israel e Judá. O local do templo em Arad é particularmente interessante pela presença de dois (possivelmente três) pedras de pé representando a presença de divindades. Embora a identidade das divindades associadas a elas seja incerta, Javé e Aserá ou Aserá e Baal continuam fortes candidatos, como observa Dever: "A única deusa cujo nome é bem atestado na Bíblia Hebraica (ou no antigo Israel em geral) é Aserá".
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Outras evidências para o culto a Aserá incluem, por exemplo, uma combinação de iconografia e inscrições do século VIII a.C. descoberta em Kuntillet Ajrud, no deserto do norte do Sinai, onde uma jarra mostra três figuras antropomórficas e várias inscrições. As inscrições encontradas referem-se não apenas a Javé, mas a El e Baal, e duas incluem as frases "Javé de Samaria e sua Aserá" e "Javé de Teman sua Aserá". As referências a Samaria (capital do reino de Israel) e Teman (em Edom) sugerem que Javé tinha um templo em Samaria, levantando questões sobre o relacionamento entre Javé e Kaus, o deus nacional de Edom. Foi sugerido que os israelitas poderiam ter considerado Aserá como o consorte de Baal, devido à ideologia anti-Aserá que foi introduzida pelos historiadores deuteronomistas, no período posterior do reino.[27] Também foi sugerido por vários estudiosos que existe uma relação entre a posição do gĕbîrâ na corte real e a adoração (ortodoxa ou não) de Aserá. Numa inscrição sagrada de "Javé e sua Aserá", aparece uma vaca alimentando seu bezerro. Numerosos amuletos cananeus representam uma peruca ondulada semelhante a de Hator.
O livro de William Dever Did God Have a Wife?[28] acrescenta mais evidências arqueológicas - por exemplo, as muitas figuras femininas descobertas no antigo Israel (conhecidas como estatuetas de pilares) - como apoio à visão de que na religião popular israelita do período monárquico, Aserá funcionava como deusa e consorte de Javé e era adorada como a rainha do céu, para cuja festa os hebreus assavam pequenos bolos. Dever também aponta para a descoberta de vários santuários e templos na antiga Israel e Judá. O local do templo em Arad é particularmente interessante pela presença de dois (possivelmente três) pedras de pé representando a presença de divindades. Embora a identidade das divindades associadas a elas seja incerta, Javé e Aserá ou Aserá e Baal continuam fortes candidatos, como observa Dever: "A única deusa cujo nome é bem atestado na Bíblia Hebraica (ou no antigo Israel em geral) é Aserá".
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✨✨✨✨✨✨✨✨
Atenção‼️‼️‼️
Exercício Respiratório
Quando o peixinho subir, inspire...
Segure um pouquinho o ar ...
e solte o ar conforme ele for descendo...
Fique fazendo isso e olhando para o peixinho, assim vc faz um exercício respiratório e ao mesmo tempo vai relaxando!
Faça pelo menos 03 vezes ao dia🤗🙌
✨✨✨✨✨✨✨✨✨
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Exercício Respiratório
Quando o peixinho subir, inspire...
Segure um pouquinho o ar ...
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