Você pode notar que em nenhum outro número, exceto na Trindade, pode-se ver os limites Unidos ao meio por uma igualdade idêntica e única: portanto, [é] através deste número, que descreve Igualdade, Identidade e Inseparabilidade na não fusão e reflete uma certa representação Sagrada de nossa Teologia, em vez de qualquer outro, que o uso Eclesiástico Místico decidiu corretamente ensinar sobre a [Natureza] realização/cumprimento do Único Princípio da Trindade. (την άναπλουμένην τής τριαδικής μοναρχίας).
_ São Fócio
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Mas para entender a imutabilidade e a impermeabilidade da Trindade às inovações, é preciso também se guiar pelo seguinte. E o que é isso? Se tudo o que é trazido à existência a partir da não existência [consiste] de matéria e forma, ou, em qualquer caso, da matéria e forma correspondentes da dualidade fundamental, então é necessário que a natureza imaterial e superessencial que criou todo este mundo supere a enumeração dualística de criações como mundanas e comprometidas com a matéria. E se assim for, então, portanto, a Divindade não tolera de modo algum ser completada pelo número no dual, mas, com base na Teologia Trinitária, tendo deixado a matéria e o que pertence a ela abaixo, não aceita numeração adicional, para não cair na mediocridade e instabilidade, tendo deixado o reino original e sendo espalhado de acordo com cada invenção humana.
_ São Fócio
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Alexandria Apócrifa
Mas para entender a imutabilidade e a impermeabilidade da Trindade às inovações, é preciso também se guiar pelo seguinte. E o que é isso? Se tudo o que é trazido à existência a partir da não existência [consiste] de matéria e forma, ou, em qualquer caso, da…
Além disso, a primeira dualidade carrega em si, acima de tudo, os traços do inexistente (pois é, acima de tudo, a fonte da decadência, da divisão e da dispersão) e, por tudo isso, é a razão pela qual carrega em si os primórdios da corrupção. A Trindade, no entanto, representa primeiro o indivisível e o inesgotável, e se alguma outra coisa participa da natureza indivisível e inesgotável, é reconhecida como tendo recebido [isso] dela. Portanto, a Divindade naturalmente rejeitou a causa da fluidez, decadência e corrupção, mas dignou-se a ter a insensibilidade ao fluxo, à dispersão e à decadência reconhecida pela Trindade que reflete isso. Pois desprezar a causa da dispersão, da fluidez e de outros estados passivos equivalentes é inerente à Divindade, e não permitir que a mente humana vagueie no infinito, desprezando a Trindade, que antes de tudo reflete tudo o que é oposto aos estados nomeados — esta é a evidência mais óbvia do amor de Deus pela humanidade e da providência para nós.
_ São Fócio
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Alexandria Apócrifa
Além disso, a primeira dualidade carrega em si, acima de tudo, os traços do inexistente (pois é, acima de tudo, a fonte da decadência, da divisão e da dispersão) e, por tudo isso, é a razão pela qual carrega em si os primórdios da corrupção. A Trindade, no…
A Unidade entrou em movimento por causa de [sua] riqueza (διά τό πλούσιον), superou a dualidade, porque está acima da matéria e da forma (ύπέρ γάρ την ύλην καί τό είδος), do qual os corpos são compostos, e foi determinado pela Trindade por causa da perfeição (διά τό τέλειον), pois ela [isto é, a Trindade] é a primeira a superar a complexidade da Dualidade (δυάδος σύνθεσιν), para que a Divindade não permanecesse escassa (στενή) e não se espalhasse ao infinito (εις άπειρον); o primeiro [significaria] insociabilidade (άφιλότιμον), e o segundo – desordem (άτακτοv).
_ São Gregório, o Teólogo.
Cristo Ressuscitou! Uma postagem que eu vi hoje muito interessante.
https://www.respostaortodoxa.com/post/p%C3%A1scoa-a-ressurrei%C3%A7%C3%A3o-e-o-oitavo-dia?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadj0gY695b_X7q3zR38pxvu5EVBCOmc7GcgVRiYqaM3fze5Z1RQwQloaN4YTw_aem_I4XBVI_52X5Ew2yDRQ0feg
https://www.respostaortodoxa.com/post/p%C3%A1scoa-a-ressurrei%C3%A7%C3%A3o-e-o-oitavo-dia?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadj0gY695b_X7q3zR38pxvu5EVBCOmc7GcgVRiYqaM3fze5Z1RQwQloaN4YTw_aem_I4XBVI_52X5Ew2yDRQ0feg
Resposta Ortodoxa
Páscoa – A Ressurreição e o Oitavo Dia
Por Padre Andrey TkachevA Igreja preserva sua identidade com perfeição. Os 2.000 anos que se passaram não conseguiram mudar o Evangelho. Ele permanece a mesma boa nova e a mensagem brilhante de Deus dirigida às pessoas. Às vezes, parece-nos que o rito substituiu…
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Homilia Pascal de São João Crisóstomo, lida em todas as Igrejas Ortodoxas no dia da Ressurreição.
https://membros.institutosantoatanasio.org/sermao-pascal-de-sao-joao-crisostomo/
https://membros.institutosantoatanasio.org/sermao-pascal-de-sao-joao-crisostomo/
Instituto Santo Atanásio
Sermão Pascal de São João Crisóstomo - Instituto Santo Atanásio
A Homilia de Páscoa (ou sermão pascal), conhecida também por Homilia Catequética, é um sermão de João Crisóstomo (ano 407) lido em voz alta na manhã de Páscoa
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Na medida em que conduzimos corajosamente os combates divinos segundo a filosofia prática, trazemos em nós o Verbo que, pelos mandamentos, saiu do Pai para vir ao mundo. Mas quando nos afastamos das lutas da ascese contra as paixões, vencedores das paixões e dos demônios, alcançamos a filosofia gnóstica pela contemplação, permitimos que o Verbo deixe misticamente o mundo e retorne ao Pai. É por isso que o Senhor disse aos discípulos: “Vocês me amaram e acreditaram que eu saí do Pai. Eu saí do Pai e vim ao mundo; agora, novamente eu deixo o mundo para ir ao Pai”. Podemos dizer que ele chama de “mundo” o trabalho que temos em praticar a virtude, e que ele chama de “Pai” o estado do intelecto mais elevado do que o mundo e livre de qualquer pensamento material, este estado segundo o qual o Verbo de Deus vem a nós, detendo o combate contra as paixões e os demônios.
_ São Máximo, o Confessor - Capítulo 94 de Centúrias sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus – Segunda centúria.
Alexandria Apócrifa
Na medida em que conduzimos corajosamente os combates divinos segundo a filosofia prática, trazemos em nós o Verbo que, pelos mandamentos, saiu do Pai para vir ao mundo. Mas quando nos afastamos das lutas da ascese contra as paixões, vencedores das paixões…
Aquele que, pela ação, matou seus membros que estão sobre a terra e venceu, pela palavra dos mandamentos, o mundo das paixões que existia em si, já não terá mais nenhuma aflição. A partir daí ele terá deixado o mundo e entrado em Cristo, que venceu o mundo das paixões e que dá toda a paz. Pois quem não abandona seu pendor pelas coisas materiais estará sempre aflito: ele muda de sentimento ao mesmo tempo em que as coisas mudam segundo a natureza. Mas quem entrou em Cristo já não sentirá nenhuma mudança material qualquer que seja. É por isso que o Senhor disse: “Eu lhes disse estas coisas para que vocês tenham paz em mim. Vocês serão afligidos pelo mundo, mas tenham coragem. Eu venci o mundo”. Vale dizer: em mim, o Verbo da virtude, vocês têm a paz, estão livres do turbilhão e da perturbação das paixões e das coisas materiais. Mas no mundo, ou seja, em seu pendor pelas coisas materiais, vocês serão afligidos por vê-las mudar umas depois das outras. Pois ambos são afligidos: o que trabalha pela virtude, por causa das penas a que está ligado, e o que ama o mundo, por causa da perda das coisas materiais. Mas a aflição do primeiro é salutar, e a do segundo é corruptora e funesta. Mas o Senhor é reconforto para os dois. Ele conforta a um si mesmo, durante a contemplação, pela impassibilidade. E ao outro ele liberta, pelo arrependimento, do pendor passional que o leva às coisas que se corrompem.
_ São Máximo, o Confessor - Capítulo 95 de Centúrias sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus – Segunda centúria.
O coração sem Pensamentos no qual age o Espírito é como um verdadeiro santuário antes mesmo da Vida Futura. Pois tudo o que nele se diz e se faz é obra do Espírito. Quem ainda não adquiriu isto é uma pedra para as demais virtudes: pode servir para edificar o templo de Deus, mas não é o próprio templo, nem a hierurgia do Espírito.
_ São Gregórios, o Sinaíta
Até mesmo um Coração de Pedra pode ser usado e oferecido ao Sumo-Sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque, Cristo nosso Deus, e oferecemos esta pedra para a edificação do Templo do Espírito Santo habitado por Ele, o administrador de todas as Primícias, e o Coração (mesmo que de pedra) é o Princípio das Primícias. Sem Pedra não há Templo nem mesmo Igreja, por isso ofereçam seus Corações a Cristo, seja ele de pedra ou de carne, o que oferecerem ao Sumo-Sacerdote ele aceitará e administrará de bom grado; se for impuro ele o aceitará para a Purificação, não tenham medo de entrega-lo, pois Deus o recompensará pelas Primícias que ofereceste.
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9. Ohrmazd (uma forma de chamar Ahura Mazda, que significa Senhor da Sabedoria) performou a Cerimônia Espiritual Yazishn (adorável, tendo uma conotação de veneração ou adoração) com seus deuses (Amahraspand - Amesha Spenta divindades procedentes de Ohrmazd que formam o panteão de divindades que pode ser traduzido como Santos Imortais) no Rapithwin (Senhor do Brilho e da Radiância - significa o Sol no seu estado de zênite e de maior poder, mais especificamente ao Sol de meio dia) Gah (Dia - se refere ao período do Dia como um todo, tendo uma conotação temporal), e no Yazishn Ele forneceu todos os meios necessários para superar o adversário.
10. Ele deliberou com a consciência (Bod) e os Espíritos Guardiões (Farohar - correlato com o termo """Anjo Guardião""", especificamente na conotação de que este Farohar trata-se tanto de um Espírito exterior como interior do Homem, como um """Anjo da Guarda""" no qual o Homem possui, mas também como uma extensão de si-mesmo, sendo ele mesmo o próprio Farohar) do Homem, e a Onisciente Sábia trazida ao Homem disse assim: 'O que parece ser mais vantajoso para você, quando eu apresentar você ao mundo? Que você batalhe em uma forma corpórea com o demônio (Druj - Pode significar tanto um demônio como a desordem ou tudo aquilo que é maléfico e caótico, geralmente quando é usado para demônios este termo é usado como um prefixo do nome do demônio que eles querem indicar), para que ele pereça, e no Fim Eu o terei preparado novamente, Perfeito e Imortal, e no final eu o devolverei ao mundo, e você será totalmente Imortal, Indestrutível e Imperturbável; ou pensas que seja necessário sempre lhe fornecer auxílio e proteção contra o destruidor?
11. Então, os Espíritos Guardiões dos Homens por conta de compartilharem a mesma opinião com a Onisciência Sábia sobre ir ao mundo, por conta do mal que vem sobre eles no mundo, do Druj Ahriman, e se tornarem, finalmente, novamente inalcançáveis pelo adversário, Perfeitos e Imortais, na Existência Futura, e para sempre e pelos Séculos dos Séculos.
_ Bundahishn 2:9-11
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20. A Alma, sendo um Fogo Brilhante, pelo poder do Pai, permanece Imortal, é Senhora da Vida, e preenche os muitos recessos do seio do Mundo.
22. Pois não foi na matéria que o Fogo que está no Primeiro Além [de tudo], encerrou seu Poder Ativo, mas na Mente; pois o Formador do Mundo Ígneo é a Mente da mente.
_ Oráculos dos Caldeus 1:20;22
43. Ohrmazd moldou as formas de suas criaturas a partir de sua Essência, da Existência da Luz, na forma de Fogo: Brilhante, Branca, Redonda e distinta.
_ Bundahishn 1:43
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Há apenas um Caminho e os desvios tortuosos são muitos. Há apenas um Criador, mas os seus investigadores são muitos. Cada seita O chama de uma maneira diferente. Primeiro falarei sobre os Behdins. Os seguidores de Zartosht consideram Yazdan (Deus) como o Único Grande e há alguns que o chamam por nomes diferentes. Pela verdade do Criador e pela verdadeira religião (eu juro) que se Deus e todos os Amshaspands e todos os Behdins se reunirem, eles não poderão trazer à existência a menor partícula sem (a ajuda de) Zamâna [variação da palavra Zurvan] (isto é, o Tempo) porque ela pode vir à existência pelo Tempo. Eu menciono (a palavra) Ruzgâr (ou seja, Tempo) por essa razão, pois há muitas pessoas que não sabem que ruzgâr é Zamân (ou seja, Tempo). A religião pode ser ensinada com o tempo; um ofício pode ser ensinado com o tempo; as boas maneiras podem ser ensinadas com o tempo; e o ouro e o jardim podem ser adquiridos com o tempo. Uma árvore cresce com o Tempo e dá frutos com o Tempo. O artesanato pode ser adquirido com o tempo e a existência de todas as coisas é justificada pelo tempo; e não se pode dizer que Afridagâr (ou seja, o Criador) É e Ruzgâr (ou seja, o tempo) não É. Se uma pessoa diz que o ruzgâr é noite e dia, então deve saber que durante um grande período de tempo, quando dias e noites não existiam, Zamân (ou seja, o Tempo sem limites) existia.
_ Primeiro `Ulema-i Islam (Os Sábios do Islam - um tratado Zoroastrista respondendo algumas perguntas feita por doutores muçulmanos)
Como se diz nas Escrituras: “O tempo (Zurvan) é mais poderoso do que ambas as criações, a criação de Ohrmazd e até mesmo a do Espírito Maligno; o tempo é acessível para o trabalho e a regulação; dos seres acessíveis, o tempo é o mais acessível; dos seres dignos de investigação, o tempo é o mais digno de investigação”, ou seja, a determinação pode ser feita pelo tempo; “É pelo Tempo que uma habitação temporal é erguida; pelo Tempo, o ornamentado é dilapidado; e dos homens mortais, nenhum pode escapar dele, nem quando voa acima, nem quando cava um poço nas profundezas abaixo e se senta dentro dele, nem quando desce sob a fonte de águas frias. ”
_ Bundahishn 1:42
Forwarded from Padaria Perene | 🍞
“Quando corrijo a mim mesmo, corrijo uma parte da Igreja.”
— São Paisios do Monte Athos
— São Paisios do Monte Athos
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Forwarded from O Último Arconte ♄
Hermes: O outro Deus será engendrado filho de Deus, o todo no Todo, composto completamente de todas as potências
Tat: Falas em enigma para mim, ó pai, e não como um pai que dialoga com um filho
Hermes: Esse tipo de coisa, ó filho, não é ensinado, mas quando se quer, por Deus é lembrado (αναμιμνησκεται)
Tat: Falas em enigma para mim, ó pai, e não como um pai que dialoga com um filho
Hermes: Esse tipo de coisa, ó filho, não é ensinado, mas quando se quer, por Deus é lembrado (αναμιμνησκεται)
Tens, portanto, daqui uma belíssima provisão da transformação do todo e da restauração ao mais belo; pois se a psychḗ temporalizada se torna eterna ao unir-se ao noûs, como não será também todo o chrónos dissolvido no aión, de onde também teve a sua progressão? Pois assim como então estava sob o aión estável (ἀτρεμὴς) e imóvel (ἀκίνητος), e uma certa natureza intrometida o moveu, ou melhor dizer, uma psychḗ enfraquecida para ter a indivisibilidade intelectiva, desenvolvendo-se para a busca do ser o estabeleceu, assim também novamente estará sob o pai o produto que correu para fora; pois talvez este seja também o filho pródigo, permanecendo o aión como o mais velho junto ao pai, e este como o mais novo tendo corrido para fora e consumido a ousía no kínēsis, depois correndo novamente para cima e tendo os pés apertados com certas sandálias, para que não escorra novamente movendo-se, e tendo recebido o anel do selo da imobilidade, e tendo comido o novilho cevado a participação da natureza eterna? Pois também a harmonia panarmoniosa do chrónos misturado com o aión e dos contrários concordando entre si me leva a isto. Portanto, estas coisas acontecerão, ó melhor psychḗ, e haverá um novo ouranós (céu) e uma nova terra e uma nova vida e condição, unindo a pedra angular as coisas separadas e reconciliando o chrónos com o aión e misturando os contrários e construindo uma harmonia musicalíssima; pois sendo uno a primeira causa, é necessário que todas as coisas se tornem unas e que as digressões e os kínēseis parem na identidade antiga.
_ Miguel Psellos
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Na arte eclesiástica há um tema chamado trono preparado — em grego Etimasia, ἑτοιμασία. Mostrando um trono vazio ladeado por anjos, santos ou governantes, ele simboliza o trono de Jesus Cristo, no qual Ele se sentará para julgar as nações quando ocorrer a Segunda Vinda. Por enquanto — até a Segunda Vinda — o trono está vazio, mas não inteiramente porque a Cruz está ali colocada.
Esta imagem se refere à antiga prática bizantina e romana de colocar uma lança ou espada no trono quando o imperador deixa a capital, por exemplo, para uma guerra. A arma mostra que o trono não está vazio. O imperador não está lá, mas sua presença está e ninguém pode invadir o poder supremo com impunidade.
_ Dugin
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Alexandria Apócrifa
Na arte eclesiástica há um tema chamado trono preparado — em grego Etimasia, ἑτοιμασία. Mostrando um trono vazio ladeado por anjos, santos ou governantes, ele simboliza o trono de Jesus Cristo, no qual Ele se sentará para julgar as nações quando ocorrer a…
Na tradição cristã, isto foi reinterpretado no contexto do Reino dos Céus e, conseqüentemente, do próprio trono de Deus. Após a Ascensão, Cristo se retirou para o Céu, mas isso não significa que ele não exista. Ele existe, e só ele realmente existe, e seu reino “não tem fim”. É na eternidade, não no tempo. É por isso que os Velhos Crentes insistiam tanto na antiga versão russa do Credo: “Seu reino não tem fim”, não “não terá fim”. Cristo habita em seu trono para sempre. Para nós, mortais e terrenos, em um certo período da história — entre a Primeira e a Segunda Vinda — ele se torna imperceptível, e para nos lembrar a principal figura ausente (para nós, humanidade), a Cruz é colocada no trono. Contemplando a Cruz, vemos o Crucificado. Ao pensarmos no Crucificado, conhecemos o Ressuscitado. Voltando nossos corações para o Ressuscitado, vemo-lo erguer-se, voltar. O “trono preparado” é Seu reino, Seu poder. Tanto quando Ele está presente como quando Ele se retira. Ele retornará. Pois tudo isso é um movimento dentro da eternidade. Em última análise, Seu reinado nunca foi interrompido.
_ Dugin