οὐδέν, οἶμαι. ὁ μὲν γὰρ τοῦ κόσμου νοῦς διὰ τοῦ θεοῦ· δι’ αὐτοῦ πᾶσα διαμονή. δι’ αὐτοῦ πᾶσα δίκη. ἡ δὲ τοῦ Χριστοῦ πίστις ἀνάρχως ἐξ αὐτοῦ. ὅλος δὲ θεοῦ νόμος ἐστὶ Χριστός, δι’ αὐτοῦ τὸ ἄπειρον ἅμα καὶ ἀτελεύτητον ἔχων.
_ Κωνσταντῖνος Σεβαστὸς
Pois o Nóus do Mundo o É por meio de Deus; através d'Ele está toda a Estabilidade (Residência ou acomodação); por meio d'Ele está todo o Julgamento (Sentença, Justiça); Mas a Fé de Cristo é sem princípio, vinda d'Ele mesmo. E toda Lei (Retidão) de Deus é Cristo, tendo por meio d'Ele a Infinitude e a Eternidade
_ São Constantino, o Grande
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Fé e Gnosis
Pistis e Gnosis é uma dicotomia geralmente traçada por estudantes dos frutos do vigoroso pensamento alexandrino que abarcou cristãos, hermetistas, platonistas e gnósticos na antiguidade tardia.
Colocam, de um lado, aquele que conhece a Deus, o gnóstico, e do outro, aquele que meramente acredita em Deus e espera por Sua Graça, o fiel. Daí julgam que, pelo conhecer ser superior ao crer, o primeiro supera o segundo e que, portanto, as tradições "písticas" são inferiores às "gnósticas".
Trata-se de um julgamento pautado em aparências. Para os platônicos que, seguindo os oráculos de Juliano, o Caldeu, e seu filho, e o que Platão afirma n'As Leis, a Fé é aquilo que se tem por quem estamos comungados com, e justamente por isso é uma virtude preciosíssima, pois é unitiva. Não só está unido o que crê, mas, e é nesse sentido que Platão e seus discípulos expõem, eminentemente aquele que tem absoluta confiança e amor ao seu amado, sendo nutrido pela verdade nesse processo, é um verdadeiro enlace.
Por outro lado, pseudo-Dionísio rebaixa a Gnosis e proclama uma Agnosis, um supraconhecimento, aqui, a gnosis está equacionada com a Theoria ou Iluminação do Homem pelas Energias Divinas, de maneira que a Fé, em sua realização final estará para além disso, sendo a Gnosis preparação para ela.
Agostinho entenderá a Fé de maneira dupla: primeiro em seu ato principal, o ato de crer, ultimamente da mesma forma que Marcus, sendo o termo médio entre o ato de Fé e a Fé mesma o conhecimento. Define isso ao comentar Paulo quando este fala que enquanto no corpo, devemos caminhar não pela visão, mas pela fé (2Cor 5:6-7), dizendo que esta fé dita por Paulo é princípio para a iluminação/theoria (Com. em João XXII, 2 c/c XXXIV, 7)
Muitos também dizem, erroneamente, que Fé se trata de sentimentalismo ou de um aspecto infrarracional ou até mesmo racional-teológico e que não toca o nível suprarracional ou metafísico, a estes contrastamos Diadoco de Photike, que, em suas definições, define Fé (pistis) como conhecimento apatético de Deus; e conhecimento como perder ciência de si através da ida para Deus em êxtase. Ainda, diz que a Fé é energizada pelo amor (ágape) e nutrida pela Theoria (Do conhecimento espiritual e discriminação, 7-8). Concepções que necessariamente extrapolam esses dois níveis, como expôs também J. Borella em sua obra Amour et vérité: La voie chrétienne de la charité.
Pistis e Gnosis é uma dicotomia geralmente traçada por estudantes dos frutos do vigoroso pensamento alexandrino que abarcou cristãos, hermetistas, platonistas e gnósticos na antiguidade tardia.
Colocam, de um lado, aquele que conhece a Deus, o gnóstico, e do outro, aquele que meramente acredita em Deus e espera por Sua Graça, o fiel. Daí julgam que, pelo conhecer ser superior ao crer, o primeiro supera o segundo e que, portanto, as tradições "písticas" são inferiores às "gnósticas".
Trata-se de um julgamento pautado em aparências. Para os platônicos que, seguindo os oráculos de Juliano, o Caldeu, e seu filho, e o que Platão afirma n'As Leis, a Fé é aquilo que se tem por quem estamos comungados com, e justamente por isso é uma virtude preciosíssima, pois é unitiva. Não só está unido o que crê, mas, e é nesse sentido que Platão e seus discípulos expõem, eminentemente aquele que tem absoluta confiança e amor ao seu amado, sendo nutrido pela verdade nesse processo, é um verdadeiro enlace.
Por outro lado, pseudo-Dionísio rebaixa a Gnosis e proclama uma Agnosis, um supraconhecimento, aqui, a gnosis está equacionada com a Theoria ou Iluminação do Homem pelas Energias Divinas, de maneira que a Fé, em sua realização final estará para além disso, sendo a Gnosis preparação para ela.
Aquele que não conhece a verdade não pode verdadeiramente ter Fé; pois, naturalmente, a verdade precede a Fé (i.e em uma perspectiva ascencional, a verdade [aletheia] é inferior à Fé). (Marcus Eremita, Sobre a Lei Espiritual, 110)
Os primeiros de todos os obstáculos é a ignorância; em seguida a falta de Fé. (Marcus Eremita, Sobre aqueles que creem ser justos pela obras, 105)
Agostinho entenderá a Fé de maneira dupla: primeiro em seu ato principal, o ato de crer, ultimamente da mesma forma que Marcus, sendo o termo médio entre o ato de Fé e a Fé mesma o conhecimento. Define isso ao comentar Paulo quando este fala que enquanto no corpo, devemos caminhar não pela visão, mas pela fé (2Cor 5:6-7), dizendo que esta fé dita por Paulo é princípio para a iluminação/theoria (Com. em João XXII, 2 c/c XXXIV, 7)
Muitos também dizem, erroneamente, que Fé se trata de sentimentalismo ou de um aspecto infrarracional ou até mesmo racional-teológico e que não toca o nível suprarracional ou metafísico, a estes contrastamos Diadoco de Photike, que, em suas definições, define Fé (pistis) como conhecimento apatético de Deus; e conhecimento como perder ciência de si através da ida para Deus em êxtase. Ainda, diz que a Fé é energizada pelo amor (ágape) e nutrida pela Theoria (Do conhecimento espiritual e discriminação, 7-8). Concepções que necessariamente extrapolam esses dois níveis, como expôs também J. Borella em sua obra Amour et vérité: La voie chrétienne de la charité.
Você poderia entender as Torres como todas aquelas Graças e Dádivas que o Espírito Santo concedeu à Humanidade do Alto – Quero dizer a Sabedoria Intelectual, na qual foi revelada à Humanidade em certos momentos do tempo de acordo com a Celestial Benevolência em favor de nós. 1) Para Abraão, 2) para os Caldeus, e além disso, 3) aos Gregos; De fato, o Pedagogo da nossa Igreja, Paulo, fala da [Sabedoria Grega] deriva do mesmo Espírito [Santo], chamando-a, de acordo, "Sabedoria Divina". E agora, nós ousamos dizer que nossa Torre que é Christós, que é Grande e Transcendentemente maior que qualquer coisa considerada "Elevada", vinculou junto todas as outras Torres e as puxou para si mesma, como discípulos de seu Mestre.
_ São João Petritze, da Geórgia.
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“O que significa dizer que Moisés entrou nas trevas e viu Deus nelas? […] o conhecimento da religião vem, no início, àqueles que o recebem, como luz. […] Mas, conforme o noús progride e, através de uma cada vez maior e mais perfeita diligência, […] deixando para trás todas as coisas observáveis, não só pelos sentidos mas também pela inteligência, ele continua a penetrar mais fundo, até que […] ganha acesso ao invisível e ao incompreensível, e lá vê a Deus. Este é o verdadeiro conhecimento do que se busca; isto é a visão que consiste no não-ver, porque aquilo que se busca transcende todo conhecimento, sendo separado, por todos os lados, pela incompreensibilidade como se por um tipo de trevas. D’onde João, o Sublime, que penetrou as trevas luminosas, diz que ninguém jamais viu a Deus [cf. João 1:18], assim afirmando que o conhecimento da Essência Divina é inalcançável não só pelos homens, mas por todas as criaturas inteligentes” (São Gregório de Nissa, A Vida de Moisés 2:162–163).
Alexandria Apócrifa
Você poderia entender as Torres como todas aquelas Graças e Dádivas que o Espírito Santo concedeu à Humanidade do Alto – Quero dizer a Sabedoria Intelectual, na qual foi revelada à Humanidade em certos momentos do tempo de acordo com a Celestial Benevolência…
Petritze na Ortodoxia da Geórgia é chamado de Chimchimeli (ჭიმჭიმელი) uma palavra que significa o Sol quando está no Zênite, no seu ponto mais elevado do Céu, no Centro. Ele foi discípulo do Filósofo e Teólogo Bizantino Miguel Psellos e também do João Ítalo quando esteve em Constantinopla, quando regressou à Geórgia entregou todo o tesouro do mundo clássico aos georgianos, e fundou uma Academia Intelectual onde as ideias neoplatônicas, caldeias e egípcias que circulavam também em Bizâncio na mesma época foram à Geórgia por meio dele, fazendo um esforço hercúleo em traduzir e comentar obras dos Filósofos gregos e ensinar a Sabedoria Divina ao seu povo. Seu trabalho mais notável foi a tradução os comentários que ele produziu dos Elementos de Teologia do Filósofo Proclo. Seu trabalho foi tão relevante para a Intelectualidade e Teologia dentro da Geórgia que o próprio Proclo em alguns momentos era considerado erroneamente como um Filósofo Cristão.
Este Santo homem é mais um exemplo dos milhares de Sábios dentro da Tradição Cristã Ortodoxa que raramente conseguimos saber sobre sua existência por meios convencionais.
Este Santo homem é mais um exemplo dos milhares de Sábios dentro da Tradição Cristã Ortodoxa que raramente conseguimos saber sobre sua existência por meios convencionais.
ὅτε διεμέριζεν ὁ ὕψιστος ἔθνη ὡς διέσπειρεν υἱοὺς Αδαμ ἔστησεν ὅρια ἐθνῶν κατὰ ἀριθμὸν ἀγγέλων θεοῦ (Δευτερονόμιο Κεφ λβ:η)
Quando o Altíssimo dividia as nações e dispersava os filhos dos homens, fixou limites aos povos, segundo o número dos filhos de Deus. (Deuteronômio 32:8)
A função reveladora pertence à ordem dos Principados, Arcanjos e Anjos. É ela que através dos graus da sua própria ordenação preside as hierarquias humanas, a fim de que se produzam de modo ordenado a elevação para Deus, a conversão, a comunhão, a união e ao mesmo tempo o movimento que provem de Deus que gratifica liberalmente todas as hierarquias e dons e as ilumina, fazendo com que essas hierarquias humanas entrem em comunhão com essa função reveladora. Daí resulta, que a teologia reserva aos Anjos o cuidado pela nossa hierarquia chamando a Miguel o arconte (magistrado da Grécia antiga) do povo judeu e aos outros anjos arcontes de outras nações.
Alexandria Apócrifa
ὅτε διεμέριζεν ὁ ὕψιστος ἔθνη ὡς διέσπειρεν υἱοὺς Αδαμ ἔστησεν ὅρια ἐθνῶν κατὰ ἀριθμὸν ἀγγέλων θεοῦ (Δευτερονόμιο Κεφ λβ:η) Quando o Altíssimo dividia as nações e dispersava os filhos dos homens, fixou limites aos povos, segundo o número dos filhos de Deus.…
Se nos perguntarmos como é que apenas o povo judeu foi elevado às iluminações de origem divina? É necessário dizer que os anjos preencheram de justiça a sua função de vigilância e não é culpa deles se outras nações se envolveram no culto de falsos deuses. Foram essas nações, com efeito, que pelos seus próprios movimentos abandonaram a via da ascensão espiritual para o divino. Foi à medida do seu orgulho e da sua presunção que elas veneraram os ídolos que lhes pareciam divinos. O povo hebreu testemunha propriamente essa verdade, pois a ele sucedeu-se o mesmo acidente. Porque as Sagradas Escrituras dizem: "“O meu povo calou-se, porque não teve ciência. Porque tu (ó sacerdote) rejeitaste a ciência, também Eu te rejeitarei a ti” (Os 4:6).
_ São Dionísio, o Areopagita.
Se aquilo que recebe um significado idêntico é também mutuamente idêntico a ele, então Pedro e Paulo, que recebem o mesmo significado de Homem, também serão idênticos um ao outro. No entanto, eles não são idênticos. Consequentemente, Essência e Energia, que aceitam o mesmo significado de Simplicidade, Incriação e Incorporeidade, não são mais idênticas entre si por este mesmo fato.
Idêntico [pode ser] tanto por gênero, quanto por espécie, ou por número. Mas por gênero ou espécie não diríamos que Energia é idêntica à Essência. Resta, portanto, que [ele] seja idêntico em número, como [isso acontece] com objetos que têm muitos nomes, assim como dizemos em relação a Deus que Essência, forma e natureza são uma e a mesma coisa. Contudo, sobre uma coisa há fala, sobre outra há silêncio e, além disso, proibição de falar, pois Essência e Energia, segundo o divino Cirilo, não são a mesma coisa.
_ São Marcos de Éfeso
Você pode notar que em nenhum outro número, exceto na Trindade, pode-se ver os limites Unidos ao meio por uma igualdade idêntica e única: portanto, [é] através deste número, que descreve Igualdade, Identidade e Inseparabilidade na não fusão e reflete uma certa representação Sagrada de nossa Teologia, em vez de qualquer outro, que o uso Eclesiástico Místico decidiu corretamente ensinar sobre a [Natureza] realização/cumprimento do Único Princípio da Trindade. (την άναπλουμένην τής τριαδικής μοναρχίας).
_ São Fócio
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Mas para entender a imutabilidade e a impermeabilidade da Trindade às inovações, é preciso também se guiar pelo seguinte. E o que é isso? Se tudo o que é trazido à existência a partir da não existência [consiste] de matéria e forma, ou, em qualquer caso, da matéria e forma correspondentes da dualidade fundamental, então é necessário que a natureza imaterial e superessencial que criou todo este mundo supere a enumeração dualística de criações como mundanas e comprometidas com a matéria. E se assim for, então, portanto, a Divindade não tolera de modo algum ser completada pelo número no dual, mas, com base na Teologia Trinitária, tendo deixado a matéria e o que pertence a ela abaixo, não aceita numeração adicional, para não cair na mediocridade e instabilidade, tendo deixado o reino original e sendo espalhado de acordo com cada invenção humana.
_ São Fócio
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Alexandria Apócrifa
Mas para entender a imutabilidade e a impermeabilidade da Trindade às inovações, é preciso também se guiar pelo seguinte. E o que é isso? Se tudo o que é trazido à existência a partir da não existência [consiste] de matéria e forma, ou, em qualquer caso, da…
Além disso, a primeira dualidade carrega em si, acima de tudo, os traços do inexistente (pois é, acima de tudo, a fonte da decadência, da divisão e da dispersão) e, por tudo isso, é a razão pela qual carrega em si os primórdios da corrupção. A Trindade, no entanto, representa primeiro o indivisível e o inesgotável, e se alguma outra coisa participa da natureza indivisível e inesgotável, é reconhecida como tendo recebido [isso] dela. Portanto, a Divindade naturalmente rejeitou a causa da fluidez, decadência e corrupção, mas dignou-se a ter a insensibilidade ao fluxo, à dispersão e à decadência reconhecida pela Trindade que reflete isso. Pois desprezar a causa da dispersão, da fluidez e de outros estados passivos equivalentes é inerente à Divindade, e não permitir que a mente humana vagueie no infinito, desprezando a Trindade, que antes de tudo reflete tudo o que é oposto aos estados nomeados — esta é a evidência mais óbvia do amor de Deus pela humanidade e da providência para nós.
_ São Fócio
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Alexandria Apócrifa
Além disso, a primeira dualidade carrega em si, acima de tudo, os traços do inexistente (pois é, acima de tudo, a fonte da decadência, da divisão e da dispersão) e, por tudo isso, é a razão pela qual carrega em si os primórdios da corrupção. A Trindade, no…
A Unidade entrou em movimento por causa de [sua] riqueza (διά τό πλούσιον), superou a dualidade, porque está acima da matéria e da forma (ύπέρ γάρ την ύλην καί τό είδος), do qual os corpos são compostos, e foi determinado pela Trindade por causa da perfeição (διά τό τέλειον), pois ela [isto é, a Trindade] é a primeira a superar a complexidade da Dualidade (δυάδος σύνθεσιν), para que a Divindade não permanecesse escassa (στενή) e não se espalhasse ao infinito (εις άπειρον); o primeiro [significaria] insociabilidade (άφιλότιμον), e o segundo – desordem (άτακτοv).
_ São Gregório, o Teólogo.
Cristo Ressuscitou! Uma postagem que eu vi hoje muito interessante.
https://www.respostaortodoxa.com/post/p%C3%A1scoa-a-ressurrei%C3%A7%C3%A3o-e-o-oitavo-dia?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadj0gY695b_X7q3zR38pxvu5EVBCOmc7GcgVRiYqaM3fze5Z1RQwQloaN4YTw_aem_I4XBVI_52X5Ew2yDRQ0feg
https://www.respostaortodoxa.com/post/p%C3%A1scoa-a-ressurrei%C3%A7%C3%A3o-e-o-oitavo-dia?fbclid=PAZXh0bgNhZW0CMTEAAadj0gY695b_X7q3zR38pxvu5EVBCOmc7GcgVRiYqaM3fze5Z1RQwQloaN4YTw_aem_I4XBVI_52X5Ew2yDRQ0feg
Resposta Ortodoxa
Páscoa – A Ressurreição e o Oitavo Dia
Por Padre Andrey TkachevA Igreja preserva sua identidade com perfeição. Os 2.000 anos que se passaram não conseguiram mudar o Evangelho. Ele permanece a mesma boa nova e a mensagem brilhante de Deus dirigida às pessoas. Às vezes, parece-nos que o rito substituiu…
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Homilia Pascal de São João Crisóstomo, lida em todas as Igrejas Ortodoxas no dia da Ressurreição.
https://membros.institutosantoatanasio.org/sermao-pascal-de-sao-joao-crisostomo/
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Instituto Santo Atanásio
Sermão Pascal de São João Crisóstomo - Instituto Santo Atanásio
A Homilia de Páscoa (ou sermão pascal), conhecida também por Homilia Catequética, é um sermão de João Crisóstomo (ano 407) lido em voz alta na manhã de Páscoa
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Na medida em que conduzimos corajosamente os combates divinos segundo a filosofia prática, trazemos em nós o Verbo que, pelos mandamentos, saiu do Pai para vir ao mundo. Mas quando nos afastamos das lutas da ascese contra as paixões, vencedores das paixões e dos demônios, alcançamos a filosofia gnóstica pela contemplação, permitimos que o Verbo deixe misticamente o mundo e retorne ao Pai. É por isso que o Senhor disse aos discípulos: “Vocês me amaram e acreditaram que eu saí do Pai. Eu saí do Pai e vim ao mundo; agora, novamente eu deixo o mundo para ir ao Pai”. Podemos dizer que ele chama de “mundo” o trabalho que temos em praticar a virtude, e que ele chama de “Pai” o estado do intelecto mais elevado do que o mundo e livre de qualquer pensamento material, este estado segundo o qual o Verbo de Deus vem a nós, detendo o combate contra as paixões e os demônios.
_ São Máximo, o Confessor - Capítulo 94 de Centúrias sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus – Segunda centúria.
Alexandria Apócrifa
Na medida em que conduzimos corajosamente os combates divinos segundo a filosofia prática, trazemos em nós o Verbo que, pelos mandamentos, saiu do Pai para vir ao mundo. Mas quando nos afastamos das lutas da ascese contra as paixões, vencedores das paixões…
Aquele que, pela ação, matou seus membros que estão sobre a terra e venceu, pela palavra dos mandamentos, o mundo das paixões que existia em si, já não terá mais nenhuma aflição. A partir daí ele terá deixado o mundo e entrado em Cristo, que venceu o mundo das paixões e que dá toda a paz. Pois quem não abandona seu pendor pelas coisas materiais estará sempre aflito: ele muda de sentimento ao mesmo tempo em que as coisas mudam segundo a natureza. Mas quem entrou em Cristo já não sentirá nenhuma mudança material qualquer que seja. É por isso que o Senhor disse: “Eu lhes disse estas coisas para que vocês tenham paz em mim. Vocês serão afligidos pelo mundo, mas tenham coragem. Eu venci o mundo”. Vale dizer: em mim, o Verbo da virtude, vocês têm a paz, estão livres do turbilhão e da perturbação das paixões e das coisas materiais. Mas no mundo, ou seja, em seu pendor pelas coisas materiais, vocês serão afligidos por vê-las mudar umas depois das outras. Pois ambos são afligidos: o que trabalha pela virtude, por causa das penas a que está ligado, e o que ama o mundo, por causa da perda das coisas materiais. Mas a aflição do primeiro é salutar, e a do segundo é corruptora e funesta. Mas o Senhor é reconforto para os dois. Ele conforta a um si mesmo, durante a contemplação, pela impassibilidade. E ao outro ele liberta, pelo arrependimento, do pendor passional que o leva às coisas que se corrompem.
_ São Máximo, o Confessor - Capítulo 95 de Centúrias sobre a teologia e a economia da encarnação do Verbo de Deus – Segunda centúria.
O coração sem Pensamentos no qual age o Espírito é como um verdadeiro santuário antes mesmo da Vida Futura. Pois tudo o que nele se diz e se faz é obra do Espírito. Quem ainda não adquiriu isto é uma pedra para as demais virtudes: pode servir para edificar o templo de Deus, mas não é o próprio templo, nem a hierurgia do Espírito.
_ São Gregórios, o Sinaíta
Até mesmo um Coração de Pedra pode ser usado e oferecido ao Sumo-Sacerdote segundo a Ordem de Melquisedeque, Cristo nosso Deus, e oferecemos esta pedra para a edificação do Templo do Espírito Santo habitado por Ele, o administrador de todas as Primícias, e o Coração (mesmo que de pedra) é o Princípio das Primícias. Sem Pedra não há Templo nem mesmo Igreja, por isso ofereçam seus Corações a Cristo, seja ele de pedra ou de carne, o que oferecerem ao Sumo-Sacerdote ele aceitará e administrará de bom grado; se for impuro ele o aceitará para a Purificação, não tenham medo de entrega-lo, pois Deus o recompensará pelas Primícias que ofereceste.
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9. Ohrmazd (uma forma de chamar Ahura Mazda, que significa Senhor da Sabedoria) performou a Cerimônia Espiritual Yazishn (adorável, tendo uma conotação de veneração ou adoração) com seus deuses (Amahraspand - Amesha Spenta divindades procedentes de Ohrmazd que formam o panteão de divindades que pode ser traduzido como Santos Imortais) no Rapithwin (Senhor do Brilho e da Radiância - significa o Sol no seu estado de zênite e de maior poder, mais especificamente ao Sol de meio dia) Gah (Dia - se refere ao período do Dia como um todo, tendo uma conotação temporal), e no Yazishn Ele forneceu todos os meios necessários para superar o adversário.
10. Ele deliberou com a consciência (Bod) e os Espíritos Guardiões (Farohar - correlato com o termo """Anjo Guardião""", especificamente na conotação de que este Farohar trata-se tanto de um Espírito exterior como interior do Homem, como um """Anjo da Guarda""" no qual o Homem possui, mas também como uma extensão de si-mesmo, sendo ele mesmo o próprio Farohar) do Homem, e a Onisciente Sábia trazida ao Homem disse assim: 'O que parece ser mais vantajoso para você, quando eu apresentar você ao mundo? Que você batalhe em uma forma corpórea com o demônio (Druj - Pode significar tanto um demônio como a desordem ou tudo aquilo que é maléfico e caótico, geralmente quando é usado para demônios este termo é usado como um prefixo do nome do demônio que eles querem indicar), para que ele pereça, e no Fim Eu o terei preparado novamente, Perfeito e Imortal, e no final eu o devolverei ao mundo, e você será totalmente Imortal, Indestrutível e Imperturbável; ou pensas que seja necessário sempre lhe fornecer auxílio e proteção contra o destruidor?
11. Então, os Espíritos Guardiões dos Homens por conta de compartilharem a mesma opinião com a Onisciência Sábia sobre ir ao mundo, por conta do mal que vem sobre eles no mundo, do Druj Ahriman, e se tornarem, finalmente, novamente inalcançáveis pelo adversário, Perfeitos e Imortais, na Existência Futura, e para sempre e pelos Séculos dos Séculos.
_ Bundahishn 2:9-11
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20. A Alma, sendo um Fogo Brilhante, pelo poder do Pai, permanece Imortal, é Senhora da Vida, e preenche os muitos recessos do seio do Mundo.
22. Pois não foi na matéria que o Fogo que está no Primeiro Além [de tudo], encerrou seu Poder Ativo, mas na Mente; pois o Formador do Mundo Ígneo é a Mente da mente.
_ Oráculos dos Caldeus 1:20;22
43. Ohrmazd moldou as formas de suas criaturas a partir de sua Essência, da Existência da Luz, na forma de Fogo: Brilhante, Branca, Redonda e distinta.
_ Bundahishn 1:43
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Há apenas um Caminho e os desvios tortuosos são muitos. Há apenas um Criador, mas os seus investigadores são muitos. Cada seita O chama de uma maneira diferente. Primeiro falarei sobre os Behdins. Os seguidores de Zartosht consideram Yazdan (Deus) como o Único Grande e há alguns que o chamam por nomes diferentes. Pela verdade do Criador e pela verdadeira religião (eu juro) que se Deus e todos os Amshaspands e todos os Behdins se reunirem, eles não poderão trazer à existência a menor partícula sem (a ajuda de) Zamâna [variação da palavra Zurvan] (isto é, o Tempo) porque ela pode vir à existência pelo Tempo. Eu menciono (a palavra) Ruzgâr (ou seja, Tempo) por essa razão, pois há muitas pessoas que não sabem que ruzgâr é Zamân (ou seja, Tempo). A religião pode ser ensinada com o tempo; um ofício pode ser ensinado com o tempo; as boas maneiras podem ser ensinadas com o tempo; e o ouro e o jardim podem ser adquiridos com o tempo. Uma árvore cresce com o Tempo e dá frutos com o Tempo. O artesanato pode ser adquirido com o tempo e a existência de todas as coisas é justificada pelo tempo; e não se pode dizer que Afridagâr (ou seja, o Criador) É e Ruzgâr (ou seja, o tempo) não É. Se uma pessoa diz que o ruzgâr é noite e dia, então deve saber que durante um grande período de tempo, quando dias e noites não existiam, Zamân (ou seja, o Tempo sem limites) existia.
_ Primeiro `Ulema-i Islam (Os Sábios do Islam - um tratado Zoroastrista respondendo algumas perguntas feita por doutores muçulmanos)
Como se diz nas Escrituras: “O tempo (Zurvan) é mais poderoso do que ambas as criações, a criação de Ohrmazd e até mesmo a do Espírito Maligno; o tempo é acessível para o trabalho e a regulação; dos seres acessíveis, o tempo é o mais acessível; dos seres dignos de investigação, o tempo é o mais digno de investigação”, ou seja, a determinação pode ser feita pelo tempo; “É pelo Tempo que uma habitação temporal é erguida; pelo Tempo, o ornamentado é dilapidado; e dos homens mortais, nenhum pode escapar dele, nem quando voa acima, nem quando cava um poço nas profundezas abaixo e se senta dentro dele, nem quando desce sob a fonte de águas frias. ”
_ Bundahishn 1:42