Academia Liberalismo Econômico
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O futebol é carinhosamente conhecido como o jogo bonito. É o esporte mais popular do mundo com uma estimativa de cerca de quatro bilhões de fãs.

A Copa do Mundo é o auge do esporte. É disputada apenas uma vez a cada quatro anos. Não é necessário dizer que é um evento imenso. No último domingo, 15 de julho, o time da França foi consagrado o vencedor de 2018.

Dos 32 países que conseguiram se classificar para disputar a Copa, apenas 16 passam para a fase de mata-mata, onde os jogos são tudo ou nada. Os últimos dois países jogam a grande final, onde é decidido o vencedor.

Nos esportes, como em qualquer outro jogo, há apenas um vencedor e muitos perdedores. Isso é cruel. O vencedor segura o troféu e olha triunfante para os derrotados enquanto é aplaudido pela multidão. Vitória ou derrota! É natural que tudo isso traga emoções fortes.

Winston Churchil, um homem com reputação de muitas bebidas, certamente sabia alguma coisa sobre vitória ou derrota. E como ele mesmo observou: “Champanhe: merecida na vitória, necessária na derrota.”

E a economia de mercado? Também seria um mero jogo de vitória ou derrota onde o vencedor fica com tudo? E olha de cima para os perdedores? Ou, talvez, haja algo muito diferente em jogo.

O grande economista Ludwig von Mises fornece uma visão distinta:

>> Os jogos são a válvula de escape do homem civilizado para instintos de inimizade profundamente enraizados. Quando o jogo chega ao fim, vencedor e perdedor apertam as mãos e retornam para a realidade da vida social, que é de cooperação e não de luta. – Ludwig von Mises, The Ultimate Foundation of Economic Science

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Em sua “Carta de uma prisão em Birmingham”, Martin Luther King Jr. identifica o Estado como inimigo dos direitos e dignidade dos negros. Ele foi preso por fazer um protesto sem permissão. King cita as injustiças da polícia e dos tribunais em particular. E ele inspirou um movimento para abrir a consciência pública contra a brutalidade do Estado, especialmente por envolver mangueiras de incêndio, cassetetes, e cadeias.

Menos óbvio, entretanto, foi o papel de métodos mais sutis de subjugação – formas de coerção estatal profundamente incorporadas na lei e na história dos Estados Unidos. E foram oferecidos como políticas baseadas na ciência e no gerenciamento científico da sociedade.

Considere o salário mínimo. Quanto o racismo tem a ver com isso? Muito mais do que a maioria das pessoas percebe. Um olhar cuidadoso na sua história mostra que o salário mínimo foi originalmente concebido como parte de uma estratégia eugênica – uma tentativa de desenvolver uma raça superior através de uma política pública projetada para remover indesejáveis da sociedade. Para aquele fim, o Estado teria que isolar, esterilizar, e exterminar as populações desprivilegiadas.

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No campo do discurso político, as metáforas são poderosas. Uma metáfora bem descrita desenha uma imagem mental, e ao fazê-lo, transforma a forma como vemos a situação. Metáforas particularmente poderosas têm o potencial de redefinir considerações éticas e substituir provas por persuasão. O problema ocorre quando a metáfora não é análoga à situação que descreve. Neste caso ela se torna prejudicial à busca da verdade.

Uma das metáforas mais enganadoras em uso hoje é a analogia da “igualdade de condições”. Essa frase claramente tem sua origem no esporte, onde cada equipe e jogador precisa obedecer às regras – claramente, ninguém apoiaria uma equipe que venceu por trapaça! O termo foi usado pela primeira vez figurativamente em 1977 por John Bolger, um lobista da US Bankers Association. Desde então, ele foi estendido a inúmeros contextos políticos para exigir leis que imponham a “justiça”.


A política comercial não foi poupada de seu uso frequente. O uso da expressão “igualdade de condições” é excessivamente usado entre políticos e especialistas É desnecessário dizer que é uma das mais convincentes e destruidoras retóricas empregadas pelos defensores do protecionismo contra o livre comércio.

E foi derrubada por Frédéric Bastiat há mais de 150 anos.

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Você iria a um médico ou dentista que não acreditasse na teoria dos germes e usasse os mesmos instrumentos o dia inteiro sem esterilizá-los? O que você diria se, quando seus pacientes desenvolvessem infecções, o médico ou dentista insistisse que teve boas intenções e alegasse que o capitalismo, e não os germes, causa infecções?

Permitir que tal profissional mantenha sua licença seria uma loucura. No entanto, elegemos e apoiamos políticos que acreditam que algo diferente do socialismo provoca a atual crise humanitária na Venezuela.

Em seu relatório para o Wall Street Journal, “A Venezuela está morrendo de fome”, Juan Forero relata sobre a piora na tragédia:

>> Jean Pierre Planchart, um ano de idade, tem a cara desenhada de um homem velho e um choro que é pouco mais do que um gemido. Suas costelas aparecem através de sua pele. Ele pesa apenas 5 quilos.

>> Sua mãe, Maria Planchart, tentou alimentá-lo com o que podia encontrar vasculhando o lixo – restos de frango ou batata. Ela finalmente o levou para um hospital em Caracas, onde ela reza para que uma mistura de leite com arroz mantenha seu filho vivo.

>> ‘Eu o vi dormir e dormir, ficando mais fraco, o tempo todo perdendo peso’, disse a Sra. Planchart, 34 anos de idade. ‘Eu nunca pensei que veria a Venezuela assim.’

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Um dos números mais trazidos para discussões sobre liberalismo econômico é o índice de Gini, criado em 1912 pelo italiano Corrado Gini. Esse índice (que é melhor descrito como um coeficiente) pode ser usado como medida de dispersão de qualquer variável de uma amostra, como altura, peso, número de filhos, etc… Mas seu uso mais comum é medir a desigualdade de renda entre as pessoas de uma economia.

Apesar de sua fórmula matemática ser complexa, ele é relativamente simples de ser explicado com um exemplo.

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Um dos principais sacos de pancadas ideológicos por mais de cem anos tem sido as ideias, instituições e o impacto do “capitalismo” na sociedade. Pense em algo que alguém não gosta no mundo, e o culpado é quase sempre o mesmo – o “capitalismo”. Mas o que é capitalismo, e o que ele não é?

As palavras “capitalismo” e “capitalista” foram usadas de diversas maneiras há muitos séculos, mas é principalmente uma criação do século 19 pelos críticos da sociedade de mercado que estava assumindo muitas de suas formas “modernas” nas décadas iniciais e intermediárias do século 19. Seu uso e conotação pretendiam transmitir a ideia de uma ordem social sob a qual “poucos” possuíam os meios físicos de produção (o “capital” de uma sociedade), o que lhes permitia explorar e abusar da maioria muito mais numerosa para sua própria vantagem material e financeira.

Seu uso mais popularizado, sem dúvida, surgiu dos escritos de Karl Marx e outros socialistas que estavam certos de que, se não fosse pela propriedade privada dos meios físicos de produção, todos os males e dificuldades da humanidade poderiam ser tirados dos ombros das pessoas. A propriedade e o uso comum ou “coletivo” dos meios de produção logo eliminaria a pobreza, aboliria as disparidades de renda e riqueza e traria um mundo quase-pós-escassez, no qual conflitos de “classes sociais” em torno da posse das coisas se tornariam algo do passado.

Na segunda metade do século 20, no entanto, as “experiências” socialistas existentes com propriedade coletiva e planejamento central pelo Estado mostraram cada vez mais que tudo o que elas criaram foram tiranias políticas, novas sociedades de “status” com privilégios baseados na afiliação ao “Partido” ou posição dentro do aparato estatal, e estagnação econômica geral com os padrões de vida muito atrás dos países “capitalistas”.

Então, principalmente no “Ocidente”, aqueles que haviam sido defensores ou apologistas, primeiramente do regime soviético na Rússia, e depois de outros governos comunistas ao redor do mundo, mudaram de atitude. A propriedade privada não precisava ser abolida de todo em cada canto da sociedade. As empresas privadas poderiam continuar “entregando os bens”, mas precisavam ser restringidas e controladas por uma teia de regulamentos e restrições para garantir que o “capitalismo” produziria aquilo e no local que melhor servisse o “bem comum”, em vez das direções para as quais os empresários privados o levariam guiados apenas pelo “motivo do lucro”.

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Na década de 1950, poucos economistas pensavam que fenômenos como a discriminação racial estavam sob sua competência. Isso mudou em 1957, quando Gary S. Becker, professor de economia e sociologia da Universidade de Chicago e da The University of Chicago Booth School of Business, antes de sua morte em 2014, publicou The Economics of Discrimination, um livro baseado em sua tese de doutorado de 1955.

A análise de Becker estenderia o alcance da economia e remodelaria completamente as pesquisas na área e nas ciências sociais em geral, mas demorou décadas para fazê-lo. “Por vários anos, não teve impacto visível em nada”, lembrou ele. “A maioria dos economistas não pensavam que discriminação racial era economia, e sociólogos e psicólogos geralmente não acreditavam que eu estava contribuindo para seus campos.”

Agora, o impacto é claro. Não só a discriminação racial é vista como um assunto que a economia tem algo útil para dizer, como os economistas estão entre os melhores acadêmicos das áreas que pesquisam o tema.

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O socialismo está de volta à moda, principalmente entre jovens universitários americanos. Eles são jovens demais para se lembrarem da Guerra Fria, e poucos estudam história. Esse é, portanto, um bom momento para lembrar à geração Y o que o socialismo rendeu – especialmente em alguns dos países mais pobres do mundo.

Aqueles de nós que se lembram do início da década de 80, sempre se lembrarão das imagens de crianças etíopes passando fome. Com umbigos engolidos por kwashiorkor e olhos cobertos de moscas, essas foram as inocentes vítimas dos Derg – um grupo de militantes marxistas que tomaram o governo etíope e usaram a inanição como forma de dominar áreas desobedientes do país.

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Toda vez que há uma discussão sobre as nações nórdicas, eu me sinto confuso.

Eu não gosto de impostos punitivamente altos e níveis de redistribuição social destrutivos em nações como a Dinamarca, mas eu admiro as políticas de laissez-faire que esses países têm em relação a regulamentação, comércio e direitos de propriedade.

De fato, nesses últimos pontos, vale notar que as nações nórdicas são mais economicamente livres que os Estados Unidos, de acordo com especialistas do Fraser Institute que preparam o Liberdade Econômica no Mundo.

Consideremos o exemplo da Suécia. O país tem um programa robusto de vouchers escolares e um sistema de previdência social parcialmente privatizado.

Além disso, as nações nórdicas têm geralmente carga tributária sobre empresas e investimentos mais baixa do que os Estados Unidos. E a Dinamarca e a Suécia têm ambas implementado medidas modestas para conter gastos do governo, então até mesmo no âmbito fiscal você pode encontrar alguns desenvolvimentos admiráveis.

Mas esses países precisam de mais do que “medidas modestas”, pois o fardo dos gastos do governo ainda é enorme. E despesas excessivas dos programas de bem-estar social são um problema maior porque diminuem a quantidade de trabalhadores ativos e encorajam a dependência.

Eu menciono essas características boas e ruins das nações nórdicas porque o senador Bernie Sanders sugeriu, como parte da sua campanha presidencial, que os Estados Unidos deveriam ser mais como a Suécia ou Dinamarca.

Se eu pudesse escolher quais políticas copiar, eu concordaria.

Mas, como o senador quer copiar as políticas de impostos (e presumivelmente não tem ideia que esses países são pró-livre-mercado em outras áreas), me sinto obrigado a dizer que ele está errado.

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Muitas das discussões sobre políticas econômicas simplesmente ignoram de onde vêm os recursos de que as pessoas precisam. Como disse recentemente Gustavo Franco sobre a situação na Argentina, algumas pessoas pensam que o leite vem da geladeira.

Distribuição é confundida com produção, e pouco se busca entender a relação entre quaisquer das variáveis citadas no título. Meu objetivo com esse artigo é oferecer um piso mais sólido em cima do qual essas discussões possam ser construídas.

Comecemos com a produção: produzir (em economia) é o ato de criar um bem ou serviço. Quando um confeiteiro está misturando os ingredientes de seu bolo, ele está produzindo um bolo.

Antes de começar, ele tem em cima da mesa a farinha, os ovos, o açúcar, o leite, etc. Ele junta todos esses ingredientes, de acordo com uma receita que ele conhece, e o resultado final — o produto — é o bolo. O que houve de extraordinário aqui? Ele agregou valor aos ingredientes que tinha. E o que quer dizer isso?

Se todos os ingredientes iniciais somados são comercializados por, digamos, R$ 10, e o bolo pronto (ou seja: os mesmos ingredientes, mas agora na forma de bolo pronto) é comercializado por R$ 13, a única conclusão a que podemos chegar é que a produção aumentou em R$ 3 o valor daqueles ingredientes.

Economistas dizem, portanto, que o confeiteiro produziu R$ 3 em bens.

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